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Laura, Marcela e Talita distribuíram 120 bolinhas de gude em 6 saquinhos sem identificação da seguinte maneira: 1 saquinho ficaram 10 bolinhas, em 1 saquinho ficaram 15, em 1 saquinho ficaram 20 e nos outros 3 saquinhos ficaram 25 bolinhas em cada. Em seguida, de maneira aleatória, cada menina pegou 2 saquinhos e conferiu seu conteúdo.

Laura afirmou, corretamente, que pegou um saquinho com 25 bolinhas e o outro com menos de 25 bolinhas. Em seguida, Talita afirmou, corretamente, que, apenas com essa Informação, seria impossível para ela saber quem pegou o maior total de bolinhas. Depois, Marcela afirmou, corretamente, que o total de bolinhas que pegou é 35. Em seguida, Talita afirmou que, com essa segunda Informação e raciocinando logicamente, a menina que pegou menos bolinhas e a menina que pegou mais bolinhas foram, respectivamente,

A Marcela e Talita.
B Talita e Laura.
C Laura e Marcela.
D Laura e Talita.
E Marcela e Laura.

Suponha que o Município de São Paulo tenha instaurado procedimento licitatório para contratação de obras de revitalização de parcela da região central da cidade. Ocorre que, no curso da licitação, o Governo do Estado anunciou o início de um programa mais amplo de revitalização do centro da cidade, integralmente custeado com recursos de organismo multilateral, o qual incorporará a área objeto da licitação municipal em curso. Diante de tal situação, o Município cogita a revogação do certame, sendo que, de acordo com as disposições da Lei nº 14.133/2021,

A é viável a revogação ou anulação, desde que mediante indenização do licitante vencedor na hipótese de já ter ocorrido a adjudicação do objeto, e sem qualquer ressarcimento se ainda em fase de habilitação.
B a revogação constitui prerrogativa da Administração, independentemente da ocorrência ou não de fato superveniente, devendo, contudo, estar fundamentada em razões de interesse público.
C a licitação poderá ser revogada, independentemente do seu estágio, mediante comprovação do fato superveniente citado e com a prévia manifestação dos interessados.
D descabe falar em revogação, sendo hipótese de anulação do certame por perda de objeto, assegurando-se aos licitantes o reembolso de custos incorridos com a participação.
E a revogação dependerá de despacho motivado e fundamentado da autoridade licitante e somente será possível se ainda não tiverem sido abertas as propostas dos licitantes.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Específicos - 2025

No que concerne aos preceitos de governança aplicáveis à Administração Pública, o conceito de accountability diz respeito à dimensão

A estritamente politica das ações públicas, assim entendida como a manutenção das condições de governabilidade por meio do apoio popular.
B da cultura organizacional presente nos diversos ambientes internos da Administração, que devem estar alinhados com os objetivos públicos almejados.
C relativa ao dever dos agentes públicos de prestar contas de seus atos à sociedade, bem assim à responsabilização pelos resultados de suas condutas.
D contábil e orçamentário-financeira da atuação estatal, tendo sido introduzida a partir do movimento de convergência das normas contábeis do início dos anos 2000.
E gerencial, sendo aplicado para assegurar que o gestor público esteja alinhado com as boas práticas de governança predicadas por organismos internacionais de referência.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Específicos - 2025

São instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente que devem ser observados no licenciamento ambiental:

A o plano setorial e o zoneamento ambiental.
B o plano diretor e o plano viário.
C o plano diretor e o plano setorial.
D o plano viário e o plano setorial.
E o zoneamento ambiental e a avaliação de impacto ambiental.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Prova: FCC - CGM SP - Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Conhecimentos Especializados - Prova 3 - 2025

Em meio a estudos para implementar melhorias no serviço de transporte público coletivo, determinado Município cogitou, entre outras medidas, assegurar aos usuários, por lei, o direito ao ressarcimento imediato e integral da tarifa paga, nos casos de interrupção ou não conclusão da viagem; a fim de garantira efetividade da medida, haveria previsão de multa para a hipótese de a empresa prestadora do serviço não cumprir a obrigação de ressarcir, considerando, para tanto, que a denúncia do descumprimento feita pelo usuário constitui fato suficiente e vinculante para a aplicação da penalidade.

Nessa hipótese, à luz da Constituição Federal e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, referida medida seria

A constitucional, em sua integralidade, por ser incumbência do poder público a defesa do consumidor, na forma da lei, gozando os entes da federação de competência comum para promover a responsabilidade por dano ao consumidor.
B inconstitucional, em sua integralidade, por violar competência da União tanto para instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive em matéria de transporte, quanto para legislar sobre trânsito e transporte.
C inconstitucional, no que se refere à previsão de obrigação e penalidade para o caso de descumprimento, por violar competência privativa da União para legislar sobre direito civil.
D inconstitucional, no que se refere aos efeitos da denúncia feita pelo usuário para a aplicação da penalidade, por violar os direitos ao contraditório, à ampla defesa e ao devido processo legal, que devem ser garantidos na esfera administrativa.
E constitucional, em sua integralidade, por se inserir dentro da competência do Município para organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Específicos - 2025

Suponha que a Administração de determinado município pretenda contratar solução de tecnologia da informação para modernização de determinados serviços que serão disponibilizados à população. De acordo com a disciplina estabelecida na Lei nº 14.133/2021, o Estudo Técnico Preliminar (ETP)

A deve ser apresentado pelos licitantes na fase de habilitação, independentemente da modalidade e do tipo de licitação, e estar aderente aos requisitos contidos no projeto básico e termo de referência disponibilizados com o edital.
B constitui documento obrigatório, dado o objeto da contratação, devendo ser apresentado como requisito para a assinatura do contrato, observadas as diretrizes fixadas no termo de referência.
C integra a fase preparatória da licitação, devendo evidenciar o problema a ser resolvido e a sua melhor solução, de modo a permitir a avaliação da viabilidade técnica e econômica da contratação.
D insere-se na etapa de planejamento da futura contratação e somente é obrigatório se for adotada a modalidade diálogo competitivo, a fim de balizar o oferecimento das soluções a serem apresentadas pelos licitantes.
E não será exigido em caso de dispensa ou inexigibilidade de procedimento licitatório, podendo ser substituído por planilha dos custos individualizados, acompanhada da comprovação da compatibilidade com preços de mercado.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Específicos - 2025

A curva ABC é um método usado para classificar as informações e ordená-las conforme o seu grau de importância, sendo definida como uma ferramenta gerencial na administração de custos. A análise ABC consiste na divisão de itens de estoque de acordo com o valor de demanda, quando são produtos acabados, e valor de consumo, quando os produtos fazem parte do processo produtivo, ou seja, quando se trata de matérias primas ou insumos. Como resultado, a Curva ABC é classificada em:

A Classe A: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo alto; Classe B: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo intermediário; Classe C: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo baixo.
B Classe A: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo intermediário; Classe B: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo baixo; Classe C: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo alto.
C Classe A: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo baixo; Classe B: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo intermediário; Classe C: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo alto.
D Classe A: ltens que possuem um valor de demanda ou consumo baixo, Classe B: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo alto; Classe C: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo intermediário.
E Classe A: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo alto; Classe B: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo baixo; Classe C: Itens que possuem um valor de demanda ou consumo intermediário.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Prova: FCC - CGM SP - Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Conhecimentos Especializados - Prova 3 - 2025

Para a produção de um metro cúbico de concreto preparado com argila expandida como agregado leve são necessários os seguintes insumos: 1,5 h de pedreiro (R$ 16,00/h), 7,5 h de servente (R$ 12,00/h), 0,60 m 3 de areia (R$ 150,00/m 3 ), 300 kg de cimento (R$ 0,60/kg) e 0,90 m 3 de argila expandida (R$ 640,00/m 3 ). Entre o tempo da finalização da elaboração do orçamento e a expedição da ordem de serviço, o preço do metro cúbico da argila expandida aumentou 15%, ocasionando um aumento percentual do metro cúbico de concreto de

A 18,0%
B 12,0%
C 15,0%
D 5,0%
E 9,0%
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Prova: FCC - CGM SP - Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Conhecimentos Especializados - Prova 3 - 2025

De acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, o (I) recebimento de dinheiro em doação, sem condições atreladas à doação; a (II) obtenção do principal de operação de crédito por antecipação de receita orçamentária; e o (III) lançamento e arrecadação de imposto correspondem, respectivamente, a uma receita orçamentária

A não efetiva, a uma receita orçamentária efetiva e a uma receita orçamentária não efetiva.
B não efetiva, a um ingresso extraorçamentário e a uma receita orçamentária efetiva.
C efetiva, a um ingresso extraorçamentário e a uma receita orçamentária não efetiva.
D efetiva, a uma receita orçamentária não efetiva e a uma receita orçamentária efetiva.
E efetiva, a um ingresso extraorçamentário e a uma receita orçamentária efetiva.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Prova: FCC - CGM SP - Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Conhecimentos Específicos - 2025

A lei federal que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos da União, de suas autarquias e fundações prevê que será concedido horário especial ao servidor portador de deficiência, bem como ao servidor que tenha cônjuge, filho ou dependente com deficiência, independentemente de compensação de horário. Determinado servidor público municipal, responsável pelos cuidados de filho adolescente com deficiência, pretende fazer jus a horário especial, sem necessidade de compensação. Ocorre que, diferentemente da legislação federal, a do Município em questão não contempla essa possibilidade.
Considerados esses elementos à luz do que dispõe a Constituição Federal e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, o servidor municipal

A fará jus ao horário especial, como pretendido, aplicando-se automaticamente o previsto na legislação federal, em virtude do principio da igualdade e da determinação constitucional de proteção e garantia das pessoas com deficiência.
B fará jus ao horário especial, automaticamente, por ser dever da família e do Estado assegurar à criança e ao adolescente o direito à convivência familiar, mas não terá direito à dispensa de compensação de horário, por se tratar de matéria que diz respeito à autonomia municipal na gestão de seus servidores.
C não fará jus ao horário especial, como pretendido, por não ser possivel invocar em seu favor direito assegurado em legislação de regência do regime jurídico de servidores de outra esfera federativa, sob pena de violação à autonomia municipal.
D fará jus ao horário especial, como pretendido, desde que recorra ao Poder Judiciário e pleiteie que lhe seja estendido o direito previsto na legislação federal, sob pena de violação ao principio da igualdade.
E fará jus ao horário especial, desde que recorra ao Poder Judiciário e pleiteie que lhe seja garantido o direito a cuidar de dependente com deficiência; mas não caberá pleitear a dispensa de compensação de horário, pois implicaria redução de jornada e consequente aumento de vencimentos, o que não cabe ao Judiciário, que não tem função legislativa, conceder sob o fundamento de isonomia.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Prova: FCC - CGM SP - Auditor Municipal de Controle Interno - Área: Infraestrutura Conhecimentos Específicos - 2025