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Segundo o ECA, a internação constitui medida privativa de liberdade e só poderá ser aplicada quando

A o Centro de Referência de Assistência Social (CREAS) identificar e confirmar ato de preconceito seguido de discriminação
e ódio cometidos por um adolescente contra uma criança, caracterizado como prática de bulliyng .
B tratar-se de ato infracional cometido pelo adolescente mediante grave ameaça ou violência a pessoa; por reiteração no
cometimento de outras infrações graves; por descumprimento reiterado e injustificável da medida anteriormente imposta.
C for constatado danos físicos e materiais a um patrimônio público ou privado, com prejuízo não possível de ser reparado
pelo adolescente, de forma a compensar o prejuízo da vítima.
D o Conselho Tutelar certificar à Vara do Juizado da Infância e da Juventude o abandono, pelo adolescente, aos estudos do
ensino regular, sem consentimento prévio dos pais ou responsáveis.
E for certificado atos constantes de agressão e violência por parte da criança ou do adolescente, causados por uso contínuo
de álcool ou droga ilícita, com a comprovação de que a família estimule a tais atos.

Precisamos preparar o homem para indagar e resolver por si seus próprios problemas.

Nesta frase do educador Anísio Teixeira, os termos “preparar” e “resolver” correspondem, quando presentes em um planejamento pedagógico, a ações relativas, respectivamente, a

A objetivos gerais e objetivos específicos.
B objetivos e conteúdos disciplinares.
C competências e estratégias.
D estratégias e conteúdos.
E objetivos e competências.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área:Arte Educador Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Arte Educador - 2018

A atividade laboral em que as exigências pedagógicas relativas ao desenvolvimento pessoal e social do educando prevalecem sobre o aspecto produtivo são exigências que se referem

A ao desenvolvimento de ações de prevenção ao uso de drogas.
B às ações preventivas de violência durante as práticas esportivas.
C às avaliações institucionais previstas no plano de atendimento federal que coordenam a política dessas instituições.
D às análises de seu comportamento durante o período de internação provisória.
E ao trabalho educativo realizado na instituição.

A avaliação psicológica é uma das funções desempenhadas pelo psicólogo no contexto forense, sendo que

A não há diferença entre a avaliação psicológica realizada nos contextos clínico e forense, pois o objeto e o objetivo são os mesmos.
B o objeto será dado pela demanda que é feita ao psicólogo; e o objetivo é a questão-problema pertinente que a avaliação investigará
C objetiva-se conseguir uma descrição e compreensão completa e profunda da personalidade total do indivíduo avaliado, para subsidiar a decisão do juiz.
D a avaliação psicológica forense deverá ser composta necessariamente por entrevistas e uso de testes.
E as informações fornecidas pelos entrevistados serão encaminhadas, em sua totalidade, ao destinatário do laudo, não havendo desta forma nenhum sigilo entre perito e periciando.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo - 2018

Uma pessoa procura a psicóloga após insistência de seus familiares. Ela disse que sempre foi uma pessoa com uma visão mais realista sobre o mundo, mas que no geral as pessoas a consideram pessimista. Ela relata que seus níveis de entusiasmo nunca foram altos e que há mais de três anos tem se sentido triste, porém sem apresentar mudanças de comportamentos significativas. A hipótese diagnóstica que pode ser levantada é de

A transtorno depressivo maior, devido à presença da visão pessimista de mundo.
B estresse ocupacional, por não haver mudança de comportamento significativa.
C transtorno depressivo persistente, pois se sente triste há mais de três anos.
D transtorno depressivo maior cíclico, devido a constantes alterações de humor.
E Burnout ou exaustão emocional, devido à sua visão de mundo e relacionamento com os familiares
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Psicólogo - 2018

Considerados comunidades e povos tradicionais, os quilombolas são grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem
como tais: possuidores de formas próprias de organização social, utilizam conhecimentos, inovações e práticas gerados e
transmitidos pela tradição. Por isso, são ocupantes e usuários de territórios e recursos naturais como

A possibilidade de demonstrar sua superioridade econômica, social e cultural.
B exigência de serem reconhecidos para contribuírem na produção da riqueza do país.
C forma de ampliar a posse de terras no estado de origem e educar a população.
D condição à sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica.
E oportunidade de se constituírem um grupo com capacidade intelectual superior aos brancos.
Texto associado
Atenção : Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 9.

1. A crônica no Brasil teve alguns autores de grande qualidade literária que também chegaram ao sucesso popular. João do Rio, Rubem Braga e Nelso Rodrigues logo vêm à mente. Depois deles, o grande cronista famoso do país é, claro, Luis Fernando Verissimo. Ele tem grande percepção para o comportamento social e suas mudanças e semelhanças no passar do tempo, revelando mais sobre a atual classe média brasileira em seus textos do que todos os ficcionistas vivos do país, somados. Seu intimismo não é nostálgico, é reflexivo; ele não precisa rir para que se perceba que está contando uma piada; e jamais deixa de dar sua opinião. Sobre suas influências, métodos e assuntos, ele fala na entrevista a seguir.
2. Ivan Lessa diz que a crônica no Brasil tem uma tradição rica porque “somos bons no pinguepongue”. Você concorda? E por que somos bons no pinguepongue? Lessa diz que é porque “gostamos de falar de nós mesmos, contar a vida (íntima) para os outros.. . – Acho que a crônica pegou no Brasil pelo acidente de aparecerem bons cronistas, como o Rubem Braga, que conquistaram o público. Não existem tantos cronistas porque existia uma misteriosa predisposição no público pela crônica, acho que foram os bons cronistas que criaram o mercado.
3. Você, na verdade, talvez seja o menos “confessional” dos cronistas brasileiros. Difícil vê-lo relatar que foi a tal lugar, com tal pessoa, num dia chuvoso etc. e tal. Por quê? – De certa maneira, o cronista é sempre seu assunto. A crônica não é lugar para objetividade, todos escrevem de acordo com seus preconceitos. Ser mais pessoal, mais coloquial, depende do estilo de cada um. Mas a gente está se confessando sempre.
4. Há uma mescla de artigo e crônica nos seus textos, como se você estivesse interessado nas ideias, na reflexão sobre o comportamento humano, e ao mesmo tempo desconfiasse profundamente de generalizações e filosofices. Você é um pensador que “croniqueia” ou um cronista que filosofa? – Prefiro pensar que sou um cronista que às vezes tem teses, mas nunca vai buscá-las muito fundo. O negócio é pensar sobre as coisas, e tentar pensar bem, mas nunca esquecer que nada vai ficar gravado em pedra, ou fazer muita diferença.
5. V ocê diz que o século XX foi o das “boas intenções derrotadas”. Também foi o século de Frank Sinatra, de Pelé... E o século das listas de melhores do século. Você faria uma lista das dez boas intenções vencedoras? – Este foi o século em que as melhores ideias foram derrotadas. Eu só livraria a escada rolante e o controle remoto.

(Adaptado de: PIZA, Daniel. Entrevista com Luís Fernando Verissimo. São Paulo: Contexto, São Paulo, 2004, ed. digital.)

As normas de concordância encontram-se respeitadas em:

A A crônica, além de se prestarem a ser documentos da atualidade, guarda características literárias que a mantém viva.
B Cada um dos cronistas brasileiros, que chegam a obterem em um sucesso, não tiveram de disputar lugar na imprensa, pois haviam lugares para todos
C Embora a crônica tenha recentemente ganhado estatuto semelhante a outros gêneros literários, nem sempre foram assim, pois aqueles que a compunha eram considerados antes jornalistas que escritores.
D Já no fim do século XIX via-se cronistas famosos, como Machado de Assis, de quem grande parte dos textos foi publicado no jornal Gazeta de Notícias .
E A maioria dos cronistas que se põem a escrever sobre o cotidiano, mesmo que faça referência a questões políticas, costuma acrescentar nuanças pessoais a seus textos.
Órgão: Fundação da Criança e do Adolescentes do Amapá Cargo: Educador Social Nível Superior - Área:Arte Educador Prova: FCC - FCRIA - Educador Social Nível Superior - Área: Arte Educador - 2018

Antes de 1990, as crianças e os adolescentes eram vistos somente quando estavam em situação de risco para as violências
e vulnerabilidade social, ou quando provocavam delitos. Numa visão contrária a esta, o Estatuto da Criança e do Adolescente

A estabelece assistência socioeducativa aos menores de idade em situação de exclusão social.
B determina de forma precisa os direitos e deveres que a criança e o adolescente devem ter na vida em sociedade.
C institui o atendimento prioritário a todas as crianças e adolescentes em situação irregular, indicando medidas socioeducativas
para ressocializá-las.
D prevê a inclusão de todos os menores em unidades educacionais, oferecendo cursos profissionalizantes como forma
preventiva ao delito.
E dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente, estabelecendo a todos a garantia de direitos fundamentais ao
ser humano.

Num 1º momento da nossa história que, de acordo com os livros didáticos, começa com a chegada dos europeus, os índios da
colônia são cordiais e amigáveis: carregam o pau-brasil em troca de bugigangas e miçangas, ajudam os portugueses a construir
fortes e casas (...) ensinam os brancos a sobreviver e conhecer a nova terra. Logo em seguida, entretanto, os índios começam a
atrapalhar a colonização (...) De cordiais, os índios passam a ser traiçoeiros. A colonização exige, por sua vez, trabalho, e o
índio é mão-de-obra utilizada em toda a colônia (...) A escravidão negra surge e os livros ensinam que o índio não era afeto ao
trabalho: "eram preguiçosos".
Essa forma simplificada de ver o índio, presente em muitos livros didáticos, demonstra, por vezes, a

A coexistência pacífica entre a cultura indígena e a cultura ocidental.
B importância da colonização para o desenvolvimento cultural dos índios.
C nossa incapacidade em compreender o outro que é diferente, surgindo assim o preconceito.
D existência de várias culturas entre os povos indígenas, pois há os bons e maus selvagens.
E contribuição dos índios bons que deixaram seus traços culturais para as gerações atuais.

O sistema de relações escolares é geralmente segregador. Não é comum ao sistema de ensino uma prática inclusiva. Diante disso, é correto afirmar:

A Uma prática educativa inclusiva exige uma metodologia científica afirmativa para que todos educandos possam igualmente
assimilar o conhecimento.
B No ensino regular os educandos com deficiência mental não podem ser encaminhados ao ensino especial.
C O Estatuto da Pessoa Deficiente determina aplicação de metodologia específica aos educandos com deficiência mental.
D Aos educandos deficientes, a prática pedagógica deve voltar-se para as atividades manuais, adequando-se às
peculiaridades dos educandos.
E Os sistemas de ensino criam determinados padrões de normalidade, como se fossem parâmetros para o pertencimento ou
não-pertencimento social.