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Pessoas são caminhos 01 Hoje eu sei. Hoje eu entendo perfeitamente que pessoas são caminhos. Que todas nos levam 02 a algum lugar. Eu, você, o outro, cada um de nós é um caminho diferente. 03 Hoje eu sei que é muito importante saber escolher os caminhos pelos quais andamos. Que é 04 muito importante prestar atenção para onde estamos indo e ler todas as placas que avisam onde 05 cada caminho vai dar. As placas são importantes, mas quase sempre temos a estranha mania de 06 duvidar daquilo que parece óbvio. 07 Hoje eu sei, mas eu não imaginava que tem gente que é caminho que não dá em lugar algum. 08 Que tem gente que é tempo perdido. Que há quem nos faça caminhar e caminhar para nada. Daí 09 a gente tem que voltar e, de novo, escolher. Dessa vez, com sabedoria. 10 Tem caminho curto. Tem caminho que não tem fim. Tem caminho labirinto. Tem caminho que 11 é de isopor. Tipo aquele cenário que parece lindo, mas é falso e vazio. 12 Ah! Também há o contrário, felizmente. Tem gente que é jardim florido e perfumado. Tem 13 gente que é café da tarde no interior. Tem gente que é mar quentinho e sem onda. Tem gente 14 que é caminho macio e rede mansa. Tem gente que é luz e reparação. Hoje eu sei. 15 Tudo isso está lá, bem no começo. Não existe armação. Todo caminho sempre se anuncia 16 antes mesmo de começar. A gente só precisa prestar atenção e ler com cuidado. A gente só 17 precisa saber o que quer. Para quem não sabe o que quer qualquer caminho serve. Lembra? 18 Eu tenho comigo que meu próximo caminho será um repleto de pinheiros, daqueles que 19 aparecem em filmes. Que o som deles ao vento vai ser sinfonia para meus ouvidos. O meu novo 20 caminho vai ter uma floresta linda e eu vou pegar ___ pinhas do chão e fazer guirlandas de Natal 21 com elas para lembrar que sempre haverá coisas boas para celebrar. 22 Hoje eu sei o caminho que procuro. No meu caminho de pinheiros vou tirar meus calçados e 23 caminhar sentindo uma maciez delicada sob meus pés. Quero nele um chão de folhas verdes 24 farfalhando como se a vida tivesse preparado para mim um colchão amaciado de boas 25 expectativas. 26 Quero no meu próximo caminho um cheiro adossicado de livre dignidade, chuva gostosa e 27 brisa mansa que me leve até um abrigo com lareira acesa e mesa farta. Eu vou me permitir 28 então, sem culpas, o deleite de pernas esticadas e pés dentro de escalda-pés. 29 Nesse meu caminho eu serei o caminho de quem me souber amar e vou deixar que o amor 30 passeie feliz por mim. Quero que aquele que decida se enveredar por mim sinta-se seguro e feliz. 31 Que eu possa levá-lo ao encontro dos seus mais profundos anseios, ______ a gente tem que 32 saber ser caminho também. 33 Hoje eu sei, eu aprendi a ver. Eu caminhei bastante até entender. Sou grata pelo passado, 34 mas não vou negar ao meu futuro escolhas melhores e a possibilidade real de viver tudo aquilo 35 que a minha vontade alcançar. Hoje eu sei o que quero. Hoje eu venho te contar sobre os meus 36 caminhos para que você entenda que é muito importante escolher os seus com sabedoria. Que é 37 muito importante também ser um caminho bom para alguém. (Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/pessoas-saocaminhos/. Acesso em 16 nov. 2018.)

O verbo “passear”, localizado na linha 30 do texto, aparece conjugado no:

A Presente do modo indicativo.
B Presente do modo subjuntivo.
C Imperativo afirmativo.
D Pretérito imperfeito do modo indicativo.
E Pretérito mais-que-perfeito do modo indicativo.

A Lei Orgânica, na seção em que trata sobre saúde, determina que, dentre outras, são competências do Município, no âmbito de sua esfera de ação, exercidas com a cooperação da União e do Estado, por meio de órgão próprio:

I. Direção do Sistema Único de Saúde no Município.

II. Elaboração e atualização do plano municipal de saúde.

III. Estímulo à formação da consciência pública voltada à preservação da saúde e do meio ambiente. Quais estão corretas?

A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas I e III.
E I, II e III.

Conforme o Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público, sobre a prestação de garantia pelo parceiro público, as obrigações pecuniárias contraídas pela Administração Pública em contrato de parceria público privada poderão ser garantidas mediante:

I. Instituição ou utilização de fundos especiais previstos em lei.

II. Contratação de seguro-garantia com as companhias seguradoras que não sejam controladas pelo Poder Público.

III. Garantia prestada por organismos internacionais ou instituições financeiras que não sejam controladas pelo Poder Público.

IV. Garantias prestadas por fundo garantidor ou empresa estatal criada para essa finalidade. Quais estão corretas?

A Apenas I e II
B Apenas I e III.
C Apenas I e IV.
D Apenas II e III.
E I, II, III e IV.

A Lei nº 8.080/1990, no verso em trata da organização, da direção e da gestão do Sistema Único de Saúde, determina que a direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, de acordo com a Constituição Federal, sendo exercida em cada esfera de governo pelos seguintes órgãos:

I. No âmbito da União, pelo Ministério da Saúde.

II. No âmbito dos Estados e do Distrito Federal, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente.

III. No âmbito dos Municípios, pela respectiva Secretaria de Saúde ou órgão equivalente. Quais estão corretas?

A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas I e II
E I, II e III
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As razões _______ a indústria do cigarro está investindo em ONG antitabagista . A indústria do cigarro, capitaneada pela Philip Morris, está investindo um bilhão de dólares numa ONG que promete um mundo sem cigarro. ______? Cientistas de reputação imaculada deveriam aceitar contribuições financeiras de uma companhia de tabaco? Este não é um teste teórico de comportamento ético, mas o dilema que se apresentou dramaticamente para acadêmicos da Universidade de Utrecht (UU), na Holanda. Quem lançou a isca foi a Philip Morris, gigante mundial do tabaco, e a oferta não era de se jogar fora: 360 mil euros (1,64 milhão de reais) para o trabalho de investigar as consequências do contrabando e falsificação de cigarros. De mais a mais, a companhia acenava com total liberdade para os acadêmicos em suas apurações. Não são historicamente as mais decentes as relações entre profissionais da saúde e as controvertidas usinas de câncer de pulmão. Décadas atrás, a indústria de tabaco tinha o hábito de recrutar médicos de forma que eles, ao contrário do que já indicavam os alertas patológicos, alardeassem publicamente as virtudes do fumo para os pulmões e as vias respiratórias. Médicos de prestígio aceitavam alegremente ser cúmplices desse crime. É natural que , hoje em dia, quando a indústria procura a academia, uma fumaça de desconfiança impregne o ar. O professor de Direito John Vervaele, encarregado de administrar a doação em Utrecht, reagiu às críticas argumentando: “Fazemos isso ______ indústria de tabaco não é ilegal. O comércio ilícito de cigarro, sim”. O argumento não convenceu os pneumologistas e oncologistas da Sociedade Holandesa do Câncer, os mais desconfiados em relação à pretensa boa vontade da Philip Morris. “Cerca de 7 milhões de pessoas continuam morrendo todos os anos, no mundo inteiro, vítimas dos efeitos malignos do fumo” – rebateram os clínicos. A discussão azedou a tal ponto que a UU acabou declinando da doação. Anunciou que ela ............ vai bancar a pesquisa do professor Vervaele e sua equipe. A Philip Morris, por sua vez, está disposta a verter uma montanha de dinheiro em programas como aquele que tentou, em vão, na Holanda. O combate ao comércio ilegal de cigarro vai lhe custar 100 milhões de dólares – não só em pesquisas, mas também nos custos de repressão ao tráfico. Outro bilhão de dólares a Philip Morris pretende investir, ao longo de 12 anos, na Foundation for a Smoke-Free World, uma ONG com sede em Nova York. Como entender que a fabricante do Marlboro, a marca número 1, esteja financiando uma fundação ______ nome apregoa “um mundo sem cigarro”? A tal fundação ............ controvérsias, de fato. A Philip Morris assegura que ela exprime hoje uma preocupação que é de ............ indústria do tabaco: como ajudar os fumantes a encontrar alternativas seguras aos cigarros combustíveis, unanimemente fadados à extinção? Já a Organização Mundial da Saúde não tem tanta certeza assim dos objetivos meritórios das campanhas da indústria. De acordo com a brasileira Vera Luzia da Costa e Silva, chefe da Convenção do Controle do Tabaco, com sede em Genebra, o que uma entidade endinheirada como a Foundation for a Smoke-Free World almeja é atropelar as iniciativas coletivas para impor sua própria pauta, seus próprios métodos e, no final, seus próprios interesses – que continuam comprometendo a vida saudável. Texto especialmente adaptado para esta prova.

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/revista/1011/cortina-de-fumaca

Quanto às seguintes ocorrências da palavra que no texto, assinale a altern

A Nas linhas 02 e 04, trata-se de um pronome.
B Na linha 14, trata-se de uma conjunção, assim como na linha 22 (os dois casos).
C Na linha 24, não se trata de um pronome.
D Nas linhas 28 e 30, trata-se de conjunção integrante.
E Nas linhas 36 e 38 introduzem orações adjetivas.

Na intervenção do Estado na propriedade particular, as limitações administrativas:

A Decorrem de atos administrativos de caráter específico, dirigidos a indivíduos determinados.
B Tem caráter transitório.
C Representa forma de desapropriação por interesse social.
D Não geram direito à indenização.
E Implica a perda da propriedade.

Considerando as bases de mensuração para os ativos definidas na NBC TSP Estrutura Conceitual, de 23 de setembro de 2016, analise as seguintes assertivas:

I. Custo histórico de um ativo é a importância fornecida para se adquirir ou desenvolver um ativo, o qual corresponde ao caixa ou equivalentes de caixa ou o valor de outra importância fornecida à época de sua aquisição ou desenvolvimento.

II. As mensurações a valor corrente refletem o ambiente econômico vigente na data de apresentação do relatório. Existem quatro bases de mensuração a valor corrente para os ativos: valor de mercado; custo de reposição ou substituição; preço líquido de venda; e valor em uso.

III. Valor de mercado para ativos é o montante pelo qual um ativo pode ser trocado entre partes cientes e dispostas, em transação sob condições normais de mercado. Quais estão corretas?

A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas I e II.
E I, II e III.
Texto associado
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. As razões _______ a indústria do cigarro está investindo em ONG antitabagista. 01 A indústria do cigarro, capitaneada pela Philip Morris, está investindo um bilhão de dólares 02 numa ONG que promete um mundo sem cigarro. ______? Cientistas de reputação imaculada 03 deveriam aceitar contribuições financeiras de uma companhia de tabaco? Este não é um teste 04 teórico de comportamento ético, mas o dilema que se apresentou dramaticamente para 05 acadêmicos da Universidade de Utrecht (UU), na Holanda. Quem lançou a isca foi a Philip Morris, 06 gigante mundial do tabaco, e a oferta não era de se jogar fora: 360 mil euros (1,64 milhão de 07 reais) para o trabalho de investigar as consequências do contrabando e falsificação de cigarros. 08 De mais a mais, a companhia acenava com total liberdade para os acadêmicos em suas 09 apurações. 10 Não são historicamente as mais decentes as relações entre profissionais da saúde e as 11 controvertidas usinas de câncer de pulmão. Décadas atrás, a indústria de tabaco tinha o hábito 12 de recrutar médicos de forma que eles, ao contrário do que já indicavam os alertas patológicos, 13 alardeassem publicamente as virtudes do fumo para os pulmões e as vias respiratórias. Médicos 14 de prestígio aceitavam alegremente ser cúmplices desse crime. É natural que , hoje em dia, 15 quando a indústria procura a academia, uma fumaça de desconfiança impregne o ar. 16 O professor de Direito John Vervaele, encarregado de administrar a doação em Utrecht, reagiu 17 às críticas argumentando: “Fazemos isso ______ indústria de tabaco não é ilegal. O comércio 18 ilícito de cigarro, sim”. O argumento não convenceu os pneumologistas e oncologistas da 19 Sociedade Holandesa do Câncer, os mais desconfiados em relação à pretensa boa vontade da 20 Philip Morris. “Cerca de 7 milhões de pessoas continuam morrendo todos os anos, no mundo 21 inteiro, vítimas dos efeitos malignos do fumo” – rebateram os clínicos. 22 A discussão azedou a tal ponto que a UU acabou declinando da doação. Anunciou que ela 23 ............ vai bancar a pesquisa do professor Vervaele e sua equipe. A Philip Morris, por sua vez, 24 está disposta a verter uma montanha de dinheiro em programas como aquele que tentou, em 25 vão, na Holanda. O combate ao comércio ilegal de cigarro vai lhe custar 100 milhões de dólares 26 – não só em pesquisas, mas também nos custos de repressão ao tráfico. Outro bilhão de dólares 27 a Philip Morris pretende investir, ao longo de 12 anos, na Foundation for a Smoke-Free World, 28 uma ONG com sede em Nova York. Como entender que a fabricante do Marlboro, a marca número 29 1, esteja financiando uma fundação ______ nome apregoa “um mundo sem cigarro”? 30 A tal fundação ............ controvérsias, de fato. A Philip Morris assegura que ela exprime hoje 31 uma preocupação que é de ............ indústria do tabaco: como ajudar os fumantes a encontrar 32 alternativas seguras aos cigarros combustíveis, unanimemente fadados à extinção? Já a 33 Organização Mundial da Saúde não tem tanta certeza assim dos objetivos meritórios das 34 campanhas da indústria. 35 De acordo com a brasileira Vera Luzia da Costa e Silva, chefe da Convenção do Controle do 36 Tabaco, com sede em Genebra, o que uma entidade endinheirada como a Foundation for a 37 Smoke-Free World almeja é atropelar as iniciativas coletivas para impor sua própria pauta, seus 38 próprios métodos e, no final, seus próprios interesses – que continuam comprometendo a vida 39 saudável. Texto especialmente adaptado para esta prova.

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/revista/1011/cortina-de-fumaca

Quanto às seguintes ocorrências da palavra que no texto, assinale a alternativa INCORRETA.

A Nas linhas 02 e 04, trata-se de um pronome.
B Na linha 14, trata-se de uma conjunção, assim como na linha 22 (os dois casos).
C Na linha 24, não se trata de um pronome.
D Nas linhas 28 e 30, trata-se de conjunção integrante.
E Nas linhas 36 e 38 introduzem orações adjetivas.
Texto associado
As razões _______ a indústria do cigarro está investindo em ONG antitabagista. 1 A indústria do cigarro, capitaneada pela Philip Morris, está investindo um bilhão de dólares 2 numa ONG que promete um mundo sem cigarro. ______? Cientistas de reputação imaculada 3 deveriam aceitar contribuições financeiras de uma companhia de tabaco? Este não é um teste 4 teórico de comportamento ético, mas o dilema que se apresentou dramaticamente para 5 acadêmicos da Universidade de Utrecht (UU), na Holanda. Quem lançou a isca foi a Philip Morris, 6 gigante mundial do tabaco, e a oferta não era de se jogar fora: 360 mil euros (1,64 milhão de 7 reais) para o trabalho de investigar as consequências do contrabando e falsificação de cigarros. 8 De mais a mais, a companhia acenava com total liberdade para os acadêmicos em suas 9 apurações. 10 Não são historicamente as mais decentes as relações entre profissionais da saúde e as 11 controvertidas usinas de câncer de pulmão. Décadas atrás, a indústria de tabaco tinha o hábito 12 de recrutar médicos de forma que eles, ao contrário do que já indicavam os alertas patológicos, 13 alardeassem publicamente as virtudes do fumo para os pulmões e as vias respiratórias. Médicos 14 de prestígio aceitavam alegremente ser cúmplices desse crime. É natural que, hoje em dia, 15 quando a indústria procura a academia, uma fumaça de desconfiança impregne o ar. 16 O professor de Direito John Vervaele, encarregado de administrar a doação em Utrecht, reagiu 17 às críticas argumentando: “Fazemos isso ______ indústria de tabaco não é ilegal. O comércio 18 ilícito de cigarro, sim”. O argumento não convenceu os pneumologistas e oncologistas da 19 Sociedade Holandesa do Câncer, os mais desconfiados em relação à pretensa boa vontade da 20 Philip Morris. “Cerca de 7 milhões de pessoas continuam morrendo todos os anos, no mundo 21 inteiro, vítimas dos efeitos malignos do fumo” – rebateram os clínicos. 22 A discussão azedou a tal ponto que a UU acabou declinando da doação. Anunciou que ela 23 ............ vai bancar a pesquisa do professor Vervaele e sua equipe. A Philip Morris, por sua vez, 24 está disposta a verter uma montanha de dinheiro em programas como aquele que tentou, em 25 vão, na Holanda. O combate ao comércio ilegal de cigarro vai lhe custar 100 milhões de dólares 26 – não só em pesquisas, mas também nos custos de repressão ao tráfico. Outro bilhão de dólares 27 a Philip Morris pretende investir, ao longo de 12 anos, na Foundation for a Smoke-Free World, 28 uma ONG com sede em Nova York. Como entender que a fabricante do Marlboro, a marca número 29 1, esteja financiando uma fundação ______ nome apregoa “um mundo sem cigarro”? 30 A tal fundação ............ controvérsias, de fato. A Philip Morris assegura que ela exprime hoje 31 uma preocupação que é de ............ indústria do tabaco: como ajudar os fumantes a encontrar 32 alternativas seguras aos cigarros combustíveis, unanimemente fadados à extinção? Já a 33 Organização Mundial da Saúde não tem tanta certeza assim dos objetivos meritórios das 34 campanhas da indústria. 35 De acordo com a brasileira Vera Luzia da Costa e Silva, chefe da Convenção do Controle do 36 Tabaco, com sede em Genebra, o que uma entidade endinheirada como a Foundation for a 37 Smoke-Free World almeja é atropelar as iniciativas coletivas para impor sua própria pauta, seus 38 próprios métodos e, no final, seus próprios interesses – que continuam comprometendo a vida 39 saudável. Texto especialmente adaptado para esta prova.

Fonte: https://www.cartacapital.com.br/revista/1011/cortina-de-fumaca

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 23, 30 e 31.

A mesmo – sucita – toda
B mesmo – suscita – toda a
C mesma – suscita – toda a
D mesmo – sussita – toda
E a mesma – suscita – toda