TEXT V – Questions 40 to 49.
I happily advertise the fact I breastfed – it’s
high time that brands embraced it too
by Nell Frizzell
New ads by Aldi, Adidas and Sainsbury’s all
feature breastfeeding mothers. Hopefully this will
normalize the process to help new parents feed
with ease
It may be some time yet until we see a mother
in an advert precariously balancing her
child/bag/shopping/pets before pushing a nipple
into the mouth of a howling, jam-smeared toddler.
But when they do, oh boy, are my days as a model
really going to get going.
In recent weeks, a series of adverts have
appeared from Tu at Sainsbury’s, Adidas and Aldi,
all featuring breastfeeding mothers. Some are
wearing flowery blouses and have tattoos, others
are holding a naked baby between the zips of a
sports top. Of course the women are good-looking,
of course they are slim, of course we cannot
actually see anything as erotically charged or as
morally unsettling as an areola – this is still
advertising, after all. But it is, surely, a start.
As someone who breastfed her son for 21 shirtlifting,
bra-soaking, carefree months, I am of
course pleased to see breastfeeding being held up
as something both everyday and aspirational. It is
as prosaic as a trip to the supermarket yet as
physically impressive as professional sport. It
belongs on billboards and screens as much as
beds and sofas.
There is no such thing as “normal” when it
comes to babies or bodies. But to normalize
something that, in the words of UNICEF, has a
profoundly positive impact on child health, is of
course to be celebrated. You might find yourself
whipping out a boob on a train full of football fans;
you might squirt milk across somebody else’s coat
on the bus; you might find yourself answering the
door with your full breast outside your clothes
without noticing. And if the presence of big brands
behind your bra straps encourage you to keep
feeding, then all power to your elbow. It is a shame
that this hasn’t happened sooner, but it’s better late
than never – and there’s no use crying over spilled
(breast) milk.
(Source:
https://www.theguardian.com/lifeandstyle/shortcuts/2019/oct/02/adve
rts-breastfeeding-mothers-aldi-adidas-sainsburys.Access:
08/01/2020)
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FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
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Sobre o potencial do treinamento físico e
Texto associado
The text also talks about normalizing
breastfeeding, that is, women who
breastfeed would feel comfortable and
not ashamed of doing so in public places.
As a result of such normalization, women
might find themselves in the following
situations, EXCEPT:
“Na natureza nada se perde, nada se cria,
tudo se transforma”. Essa clássica frase
de Antoine Lavoisier levou ao
conhecimento de princípios de grande
importância para a temática das
transformações químicas. A Lei da
Conservação de Massa expõe que
Assinale a alternativa em que a atividade
apresentada NÃO corresponde às
atividades estratégicas para Depois da
leitura.
Um elemento de modelagem que
descreve aspectos de estrutura e
comportamento é chamado de
Com 6 flautistas, 5 violinistas e 4
trompetistas, qual é o total de quartetos
que pode ser formado, de modo que, em
cada um, haja pelo menos 1 flautista?
Após estudos, Stokoe identificou três
parâmetros para a língua de sinais,
conforme evidencia a seguinte imagem:
Assinale a alternativa que apresenta os
parâmetros a, b, c, respectivamente.
Existem vários conceitos de orçamento
base zero que abordam elementos
comuns entre eles. Assinale a alternativa
que apresenta, independente do
conceito, o que é possível realizar com o
orçamento base zero em uma
organização.
A lei de responsabilidade fiscal determina
que o projeto de lei orçamentária anual
deverá conter reserva de contingência
destinada
Texto associado
TEXTO 1
Brasil é um dos maiores consumidores de
plástico, mas só recicla 2% do
total
Entre os entraves
para melhorar o índice estão a
falta de incentivos e de infraestrutura, além
da
baixa qualidade dos produtos reciclados
Na
última semana,
um brasileiro comum
possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um
italiano gera a mesma quantia em cinco dias e
alguém que mora na Indonésia, em dez. No
Brasil,
menos de 2% desse plástico será reciclado.
Os dados fazem parte de um estudo da WWF
lançado na noite desta segunda (4). A
organização
fez um levantamento de pesquisas relacionadas
ao plástico e elaborou um relatório que
aponta o
crescimento desse tipo de resíduo e sugere
possíveis caminhos para solucionar a questão.
Os números do plástico são enormes. Nos
oceanos há perto de 300 milhões de toneladas
(o
que equivale a cerca de 11 trilhões de
garrafas
plásticas de 500 ml). E essa estimativa não
leva
em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos,
em
2030, o total de lixo plástico poderá ter
dobrado.
Em 2016, 396
milhões de toneladas de plástico
virgem foram produzidos —cerca de 53 kg por
pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo,
especialmente nos quatro países maiores
poluentes: Estados Unidos, China, Índia e
Brasil.
Somente uma
pequena parcela desse lixo é
devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a
reciclagem é inferior a 2%, o menor valor
entre os
líderes em produção de detritos. Nos EUA o
valor
chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%.
Considerando o
mundo inteiro, cerca de 20%
do plástico é coletado para reciclagem, mas
isso
não significa que ele realmente o terá esse
destino
honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa,
por exemplo, menos da metade do material é
reaproveitado.
A baixa
qualidade de produtos feitos com o
material reciclado, seu baixo valor de
mercado e a
possível presença de contaminação atrapalham
a
expansão da atividade.
Um tratado
internacional pode ser o início da
solução, segundo Anna Carolina Lobo,
coordenadora da WWF-Brasil. A organização
defende um caminho semelhante ao protocolo de
Montreal. Nele, os países se comprometeram,
em
1987, à proteção da camada de ozônio a partir
da
interrupção no uso de substâncias que a
destroem
(a deterioração da camada aumenta o índice de
radiação e, consequentemente, as chances de
câncer de pele, além de agredir florestas e
prejudicar a atividade agropecuária).
Adaptado de: <
https: maiores-consumidores-
de-plastico-mas-so-recicla-2-do-
total.shtml="" brasil-e-umdos-="" 03=""
2019="" ambiente="" www1.folha.uol.com.br=""
>.
Acesso em: 19 jan. 2020
Brasil é um dos maiores consumidores de
plástico, mas só recicla 2% do
total
Entre os entraves
para melhorar o índice estão a
falta de incentivos e de infraestrutura, além
da
baixa qualidade dos produtos reciclados
Na
última semana,
um brasileiro comum
possivelmente gerou 1 kg de lixo plástico. Um
italiano gera a mesma quantia em cinco dias e
alguém que mora na Indonésia, em dez. No
Brasil,
menos de 2% desse plástico será reciclado.
Os dados fazem parte de um estudo da WWF
lançado na noite desta segunda (4). A
organização
fez um levantamento de pesquisas relacionadas
ao plástico e elaborou um relatório que
aponta o
crescimento desse tipo de resíduo e sugere
possíveis caminhos para solucionar a questão.
Os números do plástico são enormes. Nos
oceanos há perto de 300 milhões de toneladas
(o
que equivale a cerca de 11 trilhões de
garrafas
plásticas de 500 ml). E essa estimativa não
leva
em conta o lixo terrestre. Daqui a 11 anos,
em
2030, o total de lixo plástico poderá ter
dobrado.
Em 2016, 396
milhões de toneladas de plástico
virgem foram produzidos —cerca de 53 kg por
pessoa. Parte desses produtos se tornou lixo,
especialmente nos quatro países maiores
poluentes: Estados Unidos, China, Índia e
Brasil.
Somente uma
pequena parcela desse lixo é
devidamente manejado e reciclado. Por aqui, a
reciclagem é inferior a 2%, o menor valor
entre os
líderes em produção de detritos. Nos EUA o
valor
chega a 35%; na China, 22%; na Índia, 6%.
Considerando o
mundo inteiro, cerca de 20%
do plástico é coletado para reciclagem, mas
isso
não significa que ele realmente o terá esse
destino
honroso. Segundo o estudo da WWF, na Europa,
por exemplo, menos da metade do material é
reaproveitado.
A baixa
qualidade de produtos feitos com o
material reciclado, seu baixo valor de
mercado e a
possível presença de contaminação atrapalham
a
expansão da atividade.
Um tratado
internacional pode ser o início da
solução, segundo Anna Carolina Lobo,
coordenadora da WWF-Brasil. A organização
defende um caminho semelhante ao protocolo de
Montreal. Nele, os países se comprometeram,
em
1987, à proteção da camada de ozônio a partir
da
interrupção no uso de substâncias que a
destroem
(a deterioração da camada aumenta o índice de
radiação e, consequentemente, as chances de
câncer de pele, além de agredir florestas e
prejudicar a atividade agropecuária).
Adaptado de: <
https: maiores-consumidores-
de-plastico-mas-so-recicla-2-do-
total.shtml="" brasil-e-umdos-="" 03=""
2019="" ambiente="" www1.folha.uol.com.br=""
>.
Acesso em: 19 jan. 2020