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Read the following
article
and answer questions 49 to 55.

Can Allergies Cause
Coughing — Or Is It Just
A Cold?
Important q: Is it phlegmy
or dry?
BY
CASSIE SHORTSLEEVE

No matter why it's
happening, a cough is always annoying
—it's
loud, it's uncomfortable, and it never fails
to garner unwanted
attention.
But
what's
really behind that cough? Can allergies
cause coughing — or do you just have an
annoying cold?
Well, turns out, there are
some pretty distinct differences between
allergy coughs and cold coughs...

Just
curious: Why do we cough, anyway?

"The
purpose of a cough is to help us," says
Monica Lee, MD, an otolaryngologist at
Massachusetts Eye and Ear. It’s your body’s
way of trying to expel something it
perceives as a threat in the airway, she
says.
Those
perceived threats can be a bunch
of different things: a piece of food stuck
in your throat, pollen, air pollution, or
swelling or drainage from extra mucus in
your throat. All those things irritate the
sensory fibers in your airway, which then
stimulate a cough.
As for what exactly
happens in your body during a cough? It's
kind of complex, says Dr. Lee. Basically,
your vocal chords close briefly
to generate
pressure in the lungs. Once enough pressure
is built up, your vocal chords open back up,
and air flows quickly through your voice
box, which generates that coughing sound.
Kinda cool, huh?
7So...can allergies cause
coughing? Give it to me straight.

In short,
yes. Usually, allergies create dry coughs
(it’s a direct reaction to something you’re
sensitive or allergic to in the airways). If
that's the case, you’ll likely have other
symptoms (think: itchy , watery
eyes; a runny
nose; an itchy throat; and sneezing, says
Dr. Lee). Headaches and wheezing
often come
with allergies, too, according to the
American College of Allergy, Asthma, and
Immunology.

Remind Me: When Is
Allergy
Season?
Timing's also a factor. If
you're
allergic to pollen (or your BFF's new
adorable kitten), for example, you’ll likely
notice symptoms (including your cough)
almost immediately, or within an hour of
being exposed. And those symptoms could last
for hours after you've been exposed — even
after the allergen isn't nearby anymore.

Coughs related to
allergies are also
dependent on patterns, so doctors always try
to look at the big picture. Say you get a
cough every single March. That could be a
sign you're actually suffering from
allergies, instead of the common cold. "You
need to look at everything that's going on,"
says Paul Bryson, MD, an otolaryngologist at
the Cleveland Clinic.
Your best defense for
a cough from allergies? Antihistamines like
Allegra, Claritin, and Zyrtec, which are all
available over-the-counter. Other options
include steroid nasal sprays and
immunotherapy shots, which can work to
regulate your body's response to allergens,
instead of just relieving the
symptoms.
How
do I know my cough is from a cold?

You know
how allergy coughs are typically on the
drier side? Coughs from colds (or the flu)
tend to be on the wetter side (that
"wetness" is actually mucus your body which
is trying to move out of your body, says Dr.
Lee).
Coughs
that come along with a cold
usually come along with stuffiness, along
with postnasal drip (a.k.a., mucus running
down the back of your throat), which can
cause a sore throat or chest discomfort. A
low-grade fever may also signal a cold
instead of allergies.
Colds aren't as
immediate as allergies. Instead, they tend
to develop over the course of a few days,
says Dr. Bryson.
You can try a few different
things to help relieve a cough.
Decongestants can work for, well,
congestion. And ingredients like
dextromethorphan (found in many multi-
symptom products like Vicks NyQuil Cold
&
Flu Nighttime Relief) can help ease the
coughing itself. Just make sure you take any
products as-directed.
It should be said,
however, that a dry cough isn't
always
allergies, just like a wet cough isn't
always a cold. Allergies can plague
your
nose, for example, causing post-nasal drip
(a wet cough), while mild colds might not
leave you stuffed up enough to produce any
phlegm.

Do I ever need to
worry about a
cough?
Something important to
remember: A
cough — no matter its cause — shouldn’t be
your norm.
Colds
usually run their course
within a couple of weeks, which means a
cough associated with a cold should go away
in about three weeks time (though some can
linger on for as long as eight weeks),
according to the U.S. National Library of
Medicine. The length of an allergy-related
cough will vary depending on how (if) you're
treating it.
But
if you notice you’re still
barking after two months of symptoms, see
your doc. You could either be dealing with
an allergy you’re not aware of (this is
where an allergy test could come into play)
or potentially suffering from another issue
such as asthma (especially if you notice
shortness of breath with any of your
symptoms), reflux, pneumonia, or bronchitis,
says Dr. Bryson.
And if something (allergies
or a pesky cold) is bothering you enough to
disrupt your life, don't put off getting it
checked out. If nothing else, seeing a doc
will give you peace of mind and maybe even
speed up your recovery time.

SOURCE:https://www.womenshea
lthmag.com/health/a26289646/coughing-from-
allergies-or-
cold/. Access: 02/12/2019.

Mark the option that best describes the main subject discussed in the article:

A The article gives instructions on how to prevent from a cold or an allergic reaction.
B The article warns people who cough all the time to look for a doctor.
C The article talks about how one can differ coughing as a result of an allergic reaction or of a cold.
D The article gives people tips on how to get rid of allergies once they’ve started.

A lei relativa à contribuição de melhoria deve observar alguns requisitos. Assinale a alternativa que apresenta um desses requisitos.

A Publicação prévia do orçamento do custo da obra.
B Fixação de prazo não inferior a 300 (trezentos) dias, para impugnação pelos interessados, de qualquer dos elementos referidos na publicação prévia.
C Publicação prévia da delimitação da zona prejudicada.
D Fixação de prazo para o prévio pagamento compulsório do rateio do tributo, tendo como limite individual a despesa realizada.

A estrutura gramatical da Libras é composta por quantos parâmetros e quais são eles?

A 3 Parâmetros: vida social, articulação e expressão corporal.
B 5 Parâmetros: configuração de mão, ponto de articulação, movimento, orientação/direcionalidade e
expressão facial/corporal.
C 4 Parâmetros: expressões, vida social, literatura surda e política.
D 5 Parâmetros: artefato cultural, linguístico, experiência visual, artes visuais e familiar.

Na auditoria, a principal responsabilidade pela prevenção e detecção da fraude é dos responsáveis

A pelo controle interno da entidade e da sua contabilidade.
B pela governança da entidade e da sua administração.
C pela governança da entidade e do seu controle interno.
D pela contabilidade da entidade e da sua administração.

O auditor deve determinar o tamanho da amostra suficiente para reduzir o risco de amostragem a um nível minimamente aceitável. Esse nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigida. Assim, quanto

A menor será o risco que o auditor está disposto a aceitar, maior deve ser o tamanho da amostra.
B maior será o risco que o auditor está disposto a aceitar, menor deve ser o tamanho da amostra.
C menor será o risco que o auditor está disposto a aceitar, menor deve ser o tamanho da amostra.
D maior será o risco que o auditor não estará disposto a aceitar, menor deve ser o tamanho da amostra.

Sobre o código de ética do intérprete de Libras, é correto afirmar que

A prevê que o intérprete não tem como função intermediar um processo interativo que envolve determinadas intenções conversacionais e discursivas, mas sim participar de todas as conversas.
B orienta que a ética não necessariamente deve estar na essência desse profissional.
C é um instrumento que orienta o profissional intérprete na sua atuação. A sua existência justifica-se a partir do tipo de relação que o intérprete estabelece com as partes envolvidas na interação
D orienta que, durante as interações, o intérprete não precisa ter uma grande responsabilidade pela veracidade e fidelidade das informações, ficando a cargo dele limitar as conversas.

“Um papagaio fazia parte da família, eu ficava intrigada e imaginando por que todos falavam mais com o papagaio do que comigo, neste período começaram as dúvidas, sem imaginar que eu podia ser diferente, não me lembro se sabia os nomes das pessoas, demorei muito para entender que eu, as pessoas, as coisas tinham nomes.” (VILHALVA, 2001, p. 12 apud STROBEL, 2008). A qual artefato cultural o relato apresentado se refere?

A Configuração de mão.
B Linguístico.
C Vida social e esportiva.
D Familiar.

Lucas passou por uma vitrine e viu uma mercadoria no valor de R$ 56,00. Como naquele momento Lucas não tinha dinheiro, voltou na semana seguinte e viu que a mesma mercadoria tinha passado a custar R$ 68,00. Qual foi o aumento que o preço antigo dessa mercadoria sofreu, aproximadamente?

A 21,4%.
B 20,2%.
C 18,8%.
D 16,0%.
Texto associado
Texto II

O vício em smartphones prejudica profissionais e empresas

Nomofobia é a moléstia psíquica relacionada ao pavor de ser separado de seu smartphone

(...) Os smartphones surgiram no fim da década de 1990 e foram adotados em massa na década seguinte. De símbolo de status, transformaram-se rapidamente em bem de consumo obrigatório para todas as idades e estratos sociais.

Junto às fantasias prometidas pela tecnologia, vieram os efeitos colaterais. No fim de 2016, a American Academy of Pediatrics divulgou um estudo bem amplo sobre os efeitos das mídias digitais (frequentemente difundidas por meio de smartphones) sobre crianças e adolescentes.

Na longa lista de problemas, velhos conhecidos de pais e mães: efeitos negativos sobre o sono, a atenção e o aprendizado; relação preocupante com a obesidade e a depressão; exposição a conteúdos inadequados; e riscos relacionados à privacidade.


Em um ensaio de grande repercussão veiculado na revista The Atlantic em 2017, Jean M. Twenge, professora de psicologia na Universidade Estadual de San Diego, alertou sobre o risco de uma crise mental iminente afetando crianças e adolescentes. (...)

Para adultos no mundo do trabalho, os efeitos começam a ser estudados e analisados. A conectividade 24/7 (24 horas por dia, 7 dias por semana) já existia antes dos smartphones, porém foi intensificada com os novos aplicativos de troca de mensagens. A disponibilidade permanente gera ansiedade e estresse ou tecnoestresse, outra invenção da época. (...)

No trabalho, percebe-se facilmente o efeito negativo dos aparelhinhos sobre a produtividade. Faltava, entretanto, comprovação científica. O estudo, conduzido com 262 voluntários, comprova que há relação entre o vício em smartphone e a percepção de perda de produtividade.

Diversos outros estudos revelam que o uso dos smartphones rouba horas do dia de trabalho. Seus sinais visuais e sonoros constantes interrompem fluxos de raciocínio e prolongam desnecessariamente o tempo de realização de atividades.

O uso mal administrado de smartphones ajuda a criar um ambiente de emergência permanente, transforma problemas gerenciáveis em incêndios ameaçadores e faz com que todos se sintam como bombeiros sem equipamentos, frustrados e impotentes, diante de circunstâncias supostamente avassaladoras.

De forma geral, o entendimento científico sobre os efeitos colaterais dos smartphones ainda está engatinhando. Vários efeitos e fenômenos correlatos precisam ser estudados e compreendidos. (...)

Realizar mais estudos científicos é importante para contrapor à propaganda avassaladora dos fabricantes de smartphones, coligados e inocentes úteis da mídia. Não se trata de combater, tal qual luditas, a tecnologia. Os pequenos computadores pessoais constituem avanço importante. É preciso, entretanto, conhecer melhor seus efeitos colaterais e desenvolver antídotos.

Adaptado de: http://debatendo-a-educacao.blogspot.com/2017/12/. Acesso em: 08 dez. 2019.

Sobre os textos I e II, assinale a alternativa INCORRETA.

A Tanto o texto I quanto o texto II centralizam sua temática no isolamento social provocado pelo uso intensivo de smartphones.
B O texto I, dado o gênero textual a que pertence, tece uma crítica a quem, por usar de modo demasiado o celular, acaba afastando-se do convívio social.
C Segundo o autor do texto II, o vício em celulares pode ser considerado uma doença relativa à esfera mental ou comportamental do indivíduo.
D No texto II, afirma-se que as pesquisas científicas sobre as consequências produzidas pelo uso imoderado de smartphones ainda estão em fase inicial, necessitando, portanto, de maiores investigações e embasamentos, a fim de se entender, com mais precisão, todas as suas implicações.
Texto associado
Read the following comic
strip and answer questions 46 to 48.

Source:
https://www.comicskingdom.com/hagar-
the-horrible/. Access: 02/12/2019

The sentence “Do you really mean that?” taken from the comic strip, express:

A A question in the simple present tense.
B A surprise in the present progressive tense.
C A doubt in the past tense.
D A hypothesis in the future tense.