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Um vendedor ambulante compra cada seis garrafinhas de água mineral por R$ 2,70 e vende cada unidade por R$ 1,00. Admitindo-se que ele não teve outras despesas, o seu lucro, ao final de um dia em que vendeu 120 garrafinhas, foi de:

A R$ 55.00.
B R$ 90,00.
C R$ 100.00.
D R$ 66,00.
E R$ 120.00.

O Regime Disciplinar previsto para o servidor público municipal em seu estatuto (Lei municipal n° 079/1990) dispõe que, pelo exercício irregular de suas atribuições, o servidor responde civil, penal e administrativamente . Nesse passo , a responsabilidade administrativa:

A consiste na aplicação somente das penalidades disciplinares de advertência, suspensão e demissão
B resulta de atos ou omissões praticados no desempenho de cargo ou função.
C depende da condenação do servidor nas instâncias civil e penal.
D é inconstitucional, visto que para sancionar o servidor já existem as cominações nas esferas civil e penal.
E é sinônimo de improbidade administrativa.

O cintamento é um tipo de equipamento de unitização que permite reunir grande numero de produtos para a movimentação por içamento, sendo utilizado, principalmente, para movimentação de:

A tanques de líquidos.
B produtos de alta periculosidade.
C contêineres.
D cargas tubulares.
E produtos em grãos.
Texto associado
Eu, Mwanito, o afinador de silêncios (Excerto) A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez. Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios. — Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado. Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia: — Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito. Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes. — Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente . Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática. Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

Neste belíssimo trecho do livro “Antes de nascer o mundo”, Mia Couto aproxima-nos, de modo muito poético e original, de uma atmosfera bem particular. A afirmativa que sintetiza a temática abordada no texto é:

A O dom de ouvir os silêncios é de poucos, e, para conquistar essa sabedoria, normalmente, exigem-se muita prática e sensibilidade.
B A ausência da mãe era sentida pelo filho que não se acostumava com o silêncio imposto pelo pai.
C O pai do narrador amava o silêncio porque não sabia ler e não tinha mais a esposa, sentindo-se só na companhia do único filho.
D A família á qual pertence o narrador tinha a tradição de pouco falar e de muito ouvir, uma prática que levaram anos para desenvolver
E O narrador é um “afinador de silêncios", um ofício raro, para isso levou muito tempo praticando com o pai até conquistar a rendosa profissão.
Texto associado
Eu, Mwanito, o afinador de silêncios (Excerto) A família, a escola, os outros, todos elegem em nós uma centelha promissora, um território em que poderemos brilhar. Uns nasceram para cantar, outros para dançar, outros nasceram simplesmente para serem outros. Eu nasci para estar calado. Minha única vocação é o silêncio. Foi meu pai que me explicou: tenho inclinação para não falar, um talento para apurar silêncios. Escrevo bem, silêncios, no plural. Sim, porque não há um único silêncio. E todo o silêncio é música em estado de gravidez. Quando me viam, parado e recatado, no meu invisível recanto, eu não estava pasmado. Estava desempenhado, de alma e corpo ocupados: tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude. Eu era um afinador de silêncios. — Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado. Ao fim do dia, o velho se recostava na cadeira da varanda. E era assim todas as noites: me sentava a seus pés, olhando as estrelas no alto do escuro. Meu pai fechava os olhos, a cabeça meneando para cá e para lá, como se um compasso guiasse aquele sossego. Depois, ele inspirava fundo e dizia: — Este é o silêncio mais bonito que escutei até hoje. Lhe agradeço, Mwanito. Ficar devidamente calado requer anos de prática. Em mim, era um dom natural, herança de algum antepassado. Talvez fosse legado de minha mãe, Dona Dordalma, quem podia ter a certeza? De tão calada, ela deixara de existir e nem se notara que já não vivia entre nós, os vigentes viventes. — Você sabe, filho: há a calmaria dos cemitérios. Mas o sossego desta varanda é diferente . Meu pai. A voz dele era tão discreta que parecia apenas uma outra variedade de silêncio. Tossicava e a tosse rouca dele, essa, era uma oculta fala, sem palavras nem gramática. Mia Couto, excerto do capítulo "Eu, Mwanito, o afinador de silêncios" | Livro Um - Humanidade, no livro "Antes de Nascer o Mundo", (romance). São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2009,

“...tecia os delicados fios com que se fabrica a quietude.” “— Venha, meu filho, venha ajudar-me a ficar calado." As palavras "quietude”, “filho" e "calado", retiradas dos trechos em destaque, têm, respectivamente, as seguintes funções sintáticas:

A núcleo do sujeito - núcleo do vocativo - predicativo.
B objeto direto - núcleo do vocativo - predicativo
C objeto direto - aposto - adjunto adverbial.
D núcleo do sujeito - adjunto adnominal - predicativo.
E predicativo - aposto - adjunto adverbial.

Com relação aos crimes contra a administração pública, apresentam-se como atos de improbidade administrativa que causam prejuízo ao erário:

A frustrar a licitude de concurso público.
B negar publicidade aos atos oficiais.
C frustrar a licitude de processo licitatório.
D deixar de praticar, indevida mente, ato de ofício
E deixar de prestar contas quando esteja obrigado afazê-lo.