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O ato administrativo unilateral e vinculado pelo qual a Administração faculta àquele que preencha os requisitos legais o exercício de uma atividade é denominado de:

A autorização.
B admissão.
C licença.
D permissão.
E aprovação.

A revogação é o ato administrativo discricionário pelo qual a Administração extingue um ato válido, por razões de oportunidade e conveniência. Sobre isso, é correto afirmar que:

A os atos administrativos vinculados podem ser revogados, precisamente porque nestes há os aspectos concernentes à oportunidade e conveniência.
B os atos que tiveram seus efeitos exauridos podem ser revogados, pois a revogação retroage os efeitos já produzidos, retornando ao status quo e impede que o ato continue a produzir efeitos.
C a revogação não pode atingir os meros atos administrativos, como certidões.
D na hipótese em que o interessado tenha recorrido de um ato administrativo e que este esteja sob apreciação de autoridade superior, a autoridade que praticou o ato é a pessoa competente para revogá-lo.
E não podem ser revogados os atos que geram direitos adquiridos, conforme está expresso na Súmula nº 473 do STF.

Sobre os contratos administrativos, analise os itens a seguir:

I. Os contratos administrativos de que tratam a Lei nº 8.666/1993 regulam-se pelas suas cláusulas e pelos preceitos de direito privado, aplicando-se-lhes, supletivamente, os princípios da teoria geral dos contratos e as disposições de direito público. POR ISSO

II. As cláusulas exorbitantes são próprias dos contratos administrativos como os poderes de alteração e rescisão unilateral, de fiscalização e de aplicação de sanções. Após análise, assinale a alternativa CORRETA.

A As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é justificativa da I
B As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II não é justificativa da I
C A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa
D As asserções I e II são proposições falsas
E A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira

No processo licitatório em que por razões de ordem técnica autoriza a indicação de determinada marca do produto a ser adquirido, ou quando se fazem exigências de habilitação indispensáveis à execução de um determinado contrato ou se especificam características de um produto, são situações que constituem exceção ao:

A Princípio da Probidade.
B Princípio da Moralidade.
C Princípio da Isonomia.
D Princípio da Legalidade.
E Princípio da Impessoalidade.

O Direito Financeiro consiste no sub-ramo do direito público que estuda as finanças do Estado em sua estreita relação com a sua atividade financeira. A atividade financeira é definida por quatro fenômenos, são eles, EXCETO:

A Receitas públicas.
B Tributação pública.
C Despesas públicas.
D Orçamento público.
E Crédito público.

Sobre a competência legislativa em matéria de direito financeiro, julgue os itens a seguir:

I. O direito financeiro, ao lado do direito tributário, está dentro da competência privativa da União, conforme dicção do art. 24, 1, da CF.

II. No direito brasileiro, se exige a “cláusula de necessidade" para a União legislar sobre normas gerais, na linha do art. 72 da Lei Fundamental.

III. Em direito financeiro, bem como nos demais ramos versados no art. 24 da CF/88, a competência municipal não é autônoma.

IV. Na ausência das normas gerais da União, os Estados e o Distrito Federal exercerão a competência legislativa plena. Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões):

A I e II.
B III e IV.
C I, II e III.
D I e III.
E apenas III.

Sobre orçamento público, analise os itens a seguir:

I. A autorização no orçamento para a construção de uma escola não obriga o Executivo a sua realização. POR ISSO

II. Pode-se separar as normas da lei orçamentária em normas orçamentárias e normas pré-orçamentárias. As primeiras nasceram no orçamento público e são autorizativas. As últimas nasceram antes do orçamento e vinculam-no à sua efetivação, chamadas de impositivas. Após análise, assinale a alternativa CORRETA.

A As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é justificativa da I.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II não é justificativa da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
D As asserções I e II são proposições falsas.
E A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.

Sobre a natureza jurídica do orçamento público, relacione as colunas a seguir: 1. Autorizativo 2. Impositivo

( ) Comando normativo criado por leis anteriores ao orçamento (Ex.: pagamento de salários, transferências constitucionais etc).

( ) Vinculações com direito subjetivo por força de outro comando, que não o orçamentário.

( ) O Executivo poderá cumprir ou não a norma, a depender das disponibilidades orçamentárias e vontade política.

( ) Comando normativo criado na própria lei orçamentária (Ex.: reforma de praça, construção de escola etc). A sequência correta é:

A 1 - 2 - 1 - 2.
B 2 - 1 - 2 - 1.
C 2 - 2 - 1 - 1.
D 2 - 2 - 2 - 1.
E 1 - 1 - 1 - 2.

Sobre as espécies de orçamento público, relacione as colunas a seguir: 1. Orçamento tradicional 2. Orçamento-desempenho 3. Orçamento-programa 4. Orçamento base zero

( ) É o orçamento vinculado ao planejamento, com foco no aspecto administrativo da gestão e privilegia aspectos gerenciais e o alcance de resultados.

( )Orçamento com ênfase no desempenho organizacional com desvinculação entre planejamento e orçamento.

( ) Ausência de vinculação ao exercício anterior como parâmetro para o valor inicial mínimo do gasto.

( ) Desvinculado de planejamento e com foco em aspectos contábeis.

A 1 - 2 - 3 - 4.
B 4 - 2 - 3 - 1.
C 3 - 2 - 4 - 1.
D 2 - 3 - 4 - 1.
E 3 - 4 - 1 - 2.

Qual é o objetivo principal da Auditoria Interna na área municipal?

A Avaliar a eficiência dos programas governamentais
B Verificar a conformidade das operações com as leis e regulamentos aplicáveis
C Emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do município
D Identificar fraudes e irregularidades
E Elaborar relatórios de auditoria para controle externo