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São representantes dos poderes Executivo e Legislativo municipais, respectivamente:

A Prefeito e Câmara de Vereadores.
B Prefeito e Câmara dos Deputados.
C Presidente da República e Câmara de Vereadores.
D Governador e Assembleia Legislativa.
E Governador e Congresso Nacional.

O servidor público X, integrante do Poder Executivo Municipal, deixou diversas pessoas à espera de solução para um problema que compete a ele próprio resolver, já que exerce suas funções no setor específico para a resolução daquele problema. Como consequência, formaram-se longas filas, ficando atrasada a prestação do serviço. Diante dessa situação, é certo que o servidor X demonstrou:

A atitude contrária à ética, podendo ainda responder por grave dano moral aos usuários daquele serviço público.
B atitude contrária à ética, podendo ainda responder por quebra de decoro parlamentar.
C bem conhecer o serviço público, já que é normal a formação de longas filas, não cabendo nenhuma responsabilização do servidor pelo atraso.
D bem conhecer o serviço público, já que deve ser prestado o serviço mais demorado e mais custoso ao cidadão possível.
E trabalhar para organizações internacionais com interesse no Brasil.
Texto associado
Texto I Uma a cada três pessoas no mundo não tem acesso a água potável Um a cada três habitantes do planeta não têm serviços de água potável gerenciados de forma segura, segundo relatório elaborado pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e divulgado este mês. No total, 2,2 bilhões de pessoas em todo mundo estão nessa situação, e 4,2 bilhões de indivíduos não têm acesso a esgotamento sanitário seguro. Com base nos dados obtidos, o relatório enfatiza a necessidade de garantir que a água fornecida para as pessoas seja própria ao uso humano. De acordo com o levantamento, houve progressos em relação ao acesso universal a água e saneamento, mas persistem lacunas na qualidade dos serviços. “O mero acesso não é suficiente. Se a água não for limpa, não será segura para beber. Se está distante e se o acesso ao banheiro é inseguro ou limitado, então não estamos entregando esses serviços às crianças do mundo”, ressaltou Kelly Ann Naylor, diretora associada de Água, Saneamento e Higiene do UNICEF. “As crianças e suas famílias nas comunidades pobres e rurais correm maior risco de serem deixadas para trás. Os governos devem investir em suas comunidades se quisermos superar essas divisões econômicas e geográficas e oferecer esse direito humano essencial.” Avanço insuficiente O relatório indica que, desde 2000, 1,8 bilhão de pessoas passaram a ter acesso a serviços básicos de água potável — mas essa inclusão foi e continua sendo marcada por desigualdades na acessibilidade, disponibilidade e qualidade dos serviços. Segundo a publicação, 785 milhões de indivíduos no mundo ainda não possuem acesso a esses serviços, com 144 milhões de indivíduos ingerindo água sem tratamento. Quando consideradas as pessoas que têm acesso a serviços de água potável, mas não podem confiar nesses serviços, pois eles não são geridos de forma segura, o número de cidadãos desatendidos alcança os 2,2 bilhões. O documento mostra ainda que, nos últimos quase 20 anos, 2,1 bilhões de pessoas passaram a ter acesso aos serviços de saneamento básico — que incluem abastecimento de água e esgotamento sanitário. De acordo com a pesquisa, 70% dos que ainda não têm saneamento básico vivem em áreas rurais e um terço deles mora em países em desenvolvimento. “Se os países não conseguirem intensificar os esforços em saneamento básico, água potável e higiene, continuaremos a viver com doenças que deveriam ter sido há muito tempo deixadas nos livros de história, como diarreia, cólera, febre tifoide, hepatite A e doenças tropicais negligenciadas, incluindo tracoma e esquistossomose”, ressaltou Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Determinantes Ambientais e Sociais da Saúde da OMS. Todos os anos, 297 mil crianças com menos de cinco anos morrem por diarreia associada à água, saneamento básico e higiene inadequados. “Os países devem dobrar seus esforços em saneamento ou não alcançaremos o acesso universal até 2030”, completa Maria. Ainda de acordo com o relatório, desde 2000, a proporção da população que defeca ao ar livre foi reduzida pela metade – de 21% para 9%. No entanto, 673 milhões de pessoas ainda não têm banheiros seguros e precisam evacuar a céu aberto. Em 39 países, o número de pessoas que praticam a defecação ao ar livre chegou a aumentar — a maioria dessas nações está na África Subsaariana, onde muitos países tiveram intenso crescimento populacional nas duas últimas décadas. https://cebds.org/aquasfera/um-a-cada-tres-pessoas-no-mundo-naotem-acesso-a-aguapotavel/? gclid=EAIaIQobChMInqKUyoDg5QIVwgaRCh1KoQCZEAAYASAAE gJlyvD_BwE Acessado em 10/12/2019, às 12 horas e 31 minutos.

A opção que justifica corretamente a regência é:

A “precisam evacuar a céu aberto” A expressão adverbial feminina com ideia de causa exige preposição.
B “não tem acesso a água potável”. Acesso rege preposição, mas água está em sentido genérico, nãotem artigo obrigatório.
C “a água fornecida para as pessoas”. O adjetivo “fornecida” exige um objeto indireto que é um termopreposicionado.
D “o relatório enfatiza a necessidade de garantir”. O verbo necessitar exige um objeto indireto que é umtermo preposicionado.
E “enfatiza a necessidade de garantir”. O verbo é transitivo direto, portanto, só há preposição.
Texto associado
Texto I Uma a cada três pessoas no mundo não tem acesso a água potável Um a cada três habitantes do planeta não têm serviços de água potável gerenciados de forma segura, segundo relatório elaborado pela Organização Mundial da Saúde e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e divulgado este mês. No total, 2,2 bilhões de pessoas em todo mundo estão nessa situação, e 4,2 bilhões de indivíduos não têm acesso a esgotamento sanitário seguro. Com base nos dados obtidos, o relatório enfatiza a necessidade de garantir que a água fornecida para as pessoas seja própria ao uso humano. De acordo com o levantamento, houve progressos em relação ao acesso universal a água e saneamento, mas persistem lacunas na qualidade dos serviços. “O mero acesso não é suficiente. Se a água não for limpa, não será segura para beber. Se está distante e se o acesso ao banheiro é inseguro ou limitado, então não estamos entregando esses serviços às crianças do mundo”, ressaltou Kelly Ann Naylor, diretora associada de Água, Saneamento e Higiene do UNICEF. “As crianças e suas famílias nas comunidades pobres e rurais correm maior risco de serem deixadas para trás. Os governos devem investir em suas comunidades se quisermos superar essas divisões econômicas e geográficas e oferecer esse direito humano essencial.” Avanço insuficiente O relatório indica que, desde 2000, 1,8 bilhão de pessoas passaram a ter acesso a serviços básicos de água potável — mas essa inclusão foi e continua sendo marcada por desigualdades na acessibilidade, disponibilidade e qualidade dos serviços. Segundo a publicação, 785 milhões de indivíduos no mundo ainda não possuem acesso a esses serviços, com 144 milhões de indivíduos ingerindo água sem tratamento. Quando consideradas as pessoas que têm acesso a serviços de água potável, mas não podem confiar nesses serviços, pois eles não são geridos de forma segura, o número de cidadãos desatendidos alcança os 2,2 bilhões. O documento mostra ainda que, nos últimos quase 20 anos, 2,1 bilhões de pessoas passaram a ter acesso aos serviços de saneamento básico — que incluem abastecimento de água e esgotamento sanitário. De acordo com a pesquisa, 70% dos que ainda não têm saneamento básico vivem em áreas rurais e um terço deles mora em países em desenvolvimento. “Se os países não conseguirem intensificar os esforços em saneamento básico, água potável e higiene, continuaremos a viver com doenças que deveriam ter sido há muito tempo deixadas nos livros de história, como diarreia, cólera, febre tifoide, hepatite A e doenças tropicais negligenciadas, incluindo tracoma e esquistossomose”, ressaltou Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Determinantes Ambientais e Sociais da Saúde da OMS. Todos os anos, 297 mil crianças com menos de cinco anos morrem por diarreia associada à água, saneamento básico e higiene inadequados. “Os países devem dobrar seus esforços em saneamento ou não alcançaremos o acesso universal até 2030”, completa Maria. Ainda de acordo com o relatório, desde 2000, a proporção da população que defeca ao ar livre foi reduzida pela metade – de 21% para 9%. No entanto, 673 milhões de pessoas ainda não têm banheiros seguros e precisam evacuar a céu aberto. Em 39 países, o número de pessoas que praticam a defecação ao ar livre chegou a aumentar — a maioria dessas nações está na África Subsaariana, onde muitos países tiveram intenso crescimento populacional nas duas últimas décadas. https://cebds.org/aquasfera/um-a-cada-tres-pessoas-no-mundo-naotem-acesso-a-aguapotavel/? gclid=EAIaIQobChMInqKUyoDg5QIVwgaRCh1KoQCZEAAYASAAE gJlyvD_BwE Acessado em 10/12/2019, às 12 horas e 31 minutos.

“Os países devem dobrar seus esforços em saneamento ou não alcançaremos o acesso universal até 2030”, completa Maria.” Pode-se inferir desse trecho que:

A a conjunção alternativa foi usada como forma de ameaça/alerta.
B O prazo até 2030 é para mostrar que se tem ainda muito tempo.
C a conjunção alternativa foi usada como forma de opção/alternativa.
D o prazo até 2030 é para mostrar o término de todas as esperanças.
E a locução verbal é usada como uma modalizadora que suaviza a necessidade de medidas urgentes.

A finalidade do “controle” é assegurar que os resultados do que foi planejado, organizado e dirigido se ajustem aos objetivos estabelecidos. A alternativa que indica corretamente a essência do controle é:

A agrupar as atividades em uma estrutura lógica.
B alocar recursos.
C desenvolver os colaboradores.
D realizar a divisão do trabalho.
E verificar se a atividade controlada está alcançando os objetivos.

Sobre a estabilidade do servidor no serviço público, a Lei Orgânica do município de Vilhena determina que a estabilidade será adquirida pelo servidor nomeado para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público após:

A 02 (dois) anos de efetivo exercício.
B 03 (três) anos de efetivo exercício.
C 05 (cinco) anos de efetivo exercício.
D 08 (oito) anos de efetivo exercício.
E 10 (dez) anos de efetivo exercício.

O estado de Rondônia está localizado na região Norte do Brasil; sua capital é a cidade Porto Velho que faz limite:

A ao norte com o estado do Mato Grosso, a leste e sudeste com o estado do Amazonas, a sudeste eoeste com a Bolívia e a nordeste com os estados do Amazonas e Acre.
B ao norte com o estado do Amazonas, a leste e sudeste com o estado do Mato Grosso, a sudeste eoeste com a Bolívia e a nordeste com os estados do Amazonas e Acre.
C ao norte com o estado do Acre, a leste e sudeste com o estado do Mato Grosso, a sudeste e oestecom a Bolívia e a nordeste com os estados do Amazonas e Acre.
D ao norte com a Bolívia, a leste e sudeste com o estado Mato Grosso, a sudeste e oeste com o estadodo Amazonas e a nordeste com os estados do Amazonas e Acre.
E ao norte com o estado do Acre, a leste e sudeste com o estado do Mato Grosso do Sul a sudeste eoeste com o estado do Mato Grosso, e a nordeste com os estados do Amazonas e Roraima.

Uma das gratificações devidas ao servidor público municipal em Vilhena, também conhecida como décimo terceiro salário, é a gratificação:

A pelo exercício de função de direção, chefia ou assessoramento.
B por tempo de serviço.
C de hora extra.
D de férias.
E natalina.