Atenção : Para responder às questões de números 26 a 28 utilize o quadro a seguir que fornece algumas informações da distribuição normal padrão (Z), ou seja, as probabilidades P(0 < Z ≤ z).
z
0,25
0,52
0,84
1,64
1,96
P(0 < Z ≤ z)
0,10
0,20
0,30
0,45
0,475
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
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7.820 questões
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6.013 questões
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4.174 questões
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3.585 questões
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3.439 questões
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FAFIPA
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551 questões
INSTITUTO AOCP
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MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
184 questões encontradas
Suponha que uma Receita Federal está implementando um sistema para gerenciar a arrecadação de tributos como Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). O banco de dados, aberto e em condições ideais, possui as seguintes tabelas:
tbl_contribuintes: Campos: id_contribuinte (PK), cnpj, razao_social.
tbl_tributos: Campos: id_tributo (PK), id_contribuinte (FK referenciando tbl_contribuintes ),
tipo_tributo, valor, data_vencimento.
Uma Auditora Fiscal da Receita precisa da lista com o total de valores devidos por tipo de tributo, apenas para tributos com vencimento após 01/01/2025 , ordenados pelo valor total em ordem decrescente. O comando SOL coreto, considerando boas práticas de nomeação e integridade referencial, é
Dentre as situações que põem à prova a ética profissional, existem aquelas em que há “conflito de interesse” no exercício do ofício. Nessas situações, cabe ao profissional
Um departamento de fiscalização tributária deseja avaliar a conformidade fiscal de empresas de diferentes portes (pequenas, médias e grandes). Para garantir que cada categoria (identificada pelo porte) esteja adequadamente representada, os auditores dividem a população de declarações conforme o porte da empresa, e depois selecionam aleatoriamente declarações de cada categoria, proporcionalmente ao tamanho dessa categoria. Esse procedimento é um exemplo de amostragem
Relatórios são verificados diariamente. Os erros de digitação ocorrem segundo uma distribuição de Poisson com média 4 e as omissões segundo uma distribuição de Poisson com média 1. Erros e omissões ocorrem de forma independente entre si. A probabilidade de que, em um dia qualquer, haja pelo menos 1 ocorrência de cada lipo de irregularidade é
A secretaria estadual com atribuições de atendimento a demandas decorrentes de emergências climáticas apresentou proposta de contratação de servidores, por prazo determinado, para reforçarem as equipes de socorristas no período mais agudo de estiagem, como medida de enfrentamento a incêndios florestais. A pretensão do órgão público
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.
Sobre a brevidade da vida
A maior parte dos mortais queixa-se da malevolência da Natureza, porque estamos destinados a um breve momento da eternidade, e, segundo eles, o espaço de tempo que nos foi dado corre tão veloz que, por consequência, e à exceção de muito poucos, a vida abandonaria a todos ainda em meio aos preparativos para bem vivê-la.
Vejam: não é somente a multidão e a turba insensata que se lamenta desse mal considerado universal: a mesma impressão provocou queixas inconformadas também de homens ilustres e pessoas de excelente formação. Anote-se, por exemplo, o protesto de Hipócrates, o maior dos médicos, quando diz “A vida é breve, longa, a arte”.
Pela mesma razão nasce o litígio (de nenhuma forma apropriado a um homem sábio) que Aristóteles teve com a Natureza: “Aos animais, ela concedeu tanto tempo de vida que muitos deles sobrevivem por cinco ou dez gerações da nossa espécie; ao homem, nascido para tantos e tão grandes feitos, está estabelecido um tempo exíguo.”
Não, não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos. A vida é suficientemente longa, e com generosidade nos foi dada para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem. Mas quando ela se esvai no culto do supérfluo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de positivo, somos constrangidos pela fatalidade do tempo, e sentimos que ela passou sem que tivéssemos percebido.
O fato é este: não recebemos uma vida breve, mas assim a fazemos, nem somos dela carentes, seus esbanjadores. Tal como se dissipam rapidamente os abundantes recursos que caem nas mãos de um gastador, assim também nossa vida se perde, quando do tempo dela não sabemos dispor.
(Adaptado de: SÊNECA. Sobre a brevidade da vida. Trad. William Li. São Paulo: Nova Alexandria, p. 25-26)
Sobre a brevidade da vida
A maior parte dos mortais queixa-se da malevolência da Natureza, porque estamos destinados a um breve momento da eternidade, e, segundo eles, o espaço de tempo que nos foi dado corre tão veloz que, por consequência, e à exceção de muito poucos, a vida abandonaria a todos ainda em meio aos preparativos para bem vivê-la.
Vejam: não é somente a multidão e a turba insensata que se lamenta desse mal considerado universal: a mesma impressão provocou queixas inconformadas também de homens ilustres e pessoas de excelente formação. Anote-se, por exemplo, o protesto de Hipócrates, o maior dos médicos, quando diz “A vida é breve, longa, a arte”.
Pela mesma razão nasce o litígio (de nenhuma forma apropriado a um homem sábio) que Aristóteles teve com a Natureza: “Aos animais, ela concedeu tanto tempo de vida que muitos deles sobrevivem por cinco ou dez gerações da nossa espécie; ao homem, nascido para tantos e tão grandes feitos, está estabelecido um tempo exíguo.”
Não, não é curto o tempo que temos, mas dele muito perdemos. A vida é suficientemente longa, e com generosidade nos foi dada para a realização das maiores coisas, se a empregamos bem. Mas quando ela se esvai no culto do supérfluo e na indiferença, quando não a empregamos em nada de positivo, somos constrangidos pela fatalidade do tempo, e sentimos que ela passou sem que tivéssemos percebido.
O fato é este: não recebemos uma vida breve, mas assim a fazemos, nem somos dela carentes, seus esbanjadores. Tal como se dissipam rapidamente os abundantes recursos que caem nas mãos de um gastador, assim também nossa vida se perde, quando do tempo dela não sabemos dispor.
(Adaptado de: SÊNECA. Sobre a brevidade da vida. Trad. William Li. São Paulo: Nova Alexandria, p. 25-26)