Texto para as questões de 1 a 6.
A imagem abaixo foi extraída de um celular smartphone aberto em um grupo fictício de uma rede social que utiliza mensagens para dar as boas‐vindas aos novos funcionários admitidos em um processo seletivo do Sesc
Edital n.º 4/2018 – Seleção de Pessoal – Sesc‐DF.
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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
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2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
140 questões encontradas
A falha na comunicação que se refere à dificuldade ou à falta de clareza nas normas e instruções a serem transmitidas é denominada de
Assinale a alternativa que apresenta uma expressão empregada no texto com o sentido conotativo.
Quanto às recomendações de fraseologia no atendimento telefônico de ligações externas, assinale a alternativa incorreta .
A periodicidade eletrônica é a principal causa das periodicidades observadas nas propriedades dos elementos. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a descrição correta de uma propriedade periódica.
Texto associado
Das frases reescritas do texto, assinale a alternativa que apresenta pontuação correta.
Texto associado
Text for the questions from 38 to 50.
Sound Advice for Language Learners
1 A recent issue of a language learning magazine has
consulted a number of experts in the field of second
language acquisition. Their advice may prove invaluable for
4 those considering a language course. Ask yourself some
basic questions, they suggest. Did you enjoy studying
languages at school, for example? Can you really afford the
7 time to learn a language?
First and foremost, you have to be realistic in your
goals. If you fail to set achievable aims you are likely to give
10 up. Besides, it is worth knowing that the most expensive
courses are not necessarily the best. You should also bear in
mind that the quicker you learn a language the more quickly
13 you forget it. Sue Miller, a French teacher, attempted to
teach herself German by enrolling on a crash course.
Already fluent in three languages, her chances of making
16 progress were high. Two years on she hardly remembers
anything. “I should have chosen a regular course in order to
have more time for practice and consolidation.”
19 Sue’s comment is certainly a good piece of advice.
Internet: (adapted).
Sound Advice for Language Learners
1 A recent issue of a language learning magazine has
consulted a number of experts in the field of second
language acquisition. Their advice may prove invaluable for
4 those considering a language course. Ask yourself some
basic questions, they suggest. Did you enjoy studying
languages at school, for example? Can you really afford the
7 time to learn a language?
First and foremost, you have to be realistic in your
goals. If you fail to set achievable aims you are likely to give
10 up. Besides, it is worth knowing that the most expensive
courses are not necessarily the best. You should also bear in
mind that the quicker you learn a language the more quickly
13 you forget it. Sue Miller, a French teacher, attempted to
teach herself German by enrolling on a crash course.
Already fluent in three languages, her chances of making
16 progress were high. Two years on she hardly remembers
anything. “I should have chosen a regular course in order to
have more time for practice and consolidation.”
19 Sue’s comment is certainly a good piece of advice.
Internet: (adapted).
In “a good piece of advice” (line 19), the expression “a piece of” is used to make the noun “advice” countable. With which word from the options below, “a piece of” can also be used?
Para Paulo Freire, a tolerância não é um favor que gente superior faz a gente inferior ou concessão que gente bondosa e caridosa faz a gente carente. Em uma perspectiva crítica da educação, a tolerância é
Texto associado
Texto para as questões de 1 a 7.
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã . São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).
1 Se a ciência está certa e nossa felicidade é
determinada por nosso sistema bioquímico, então a única
maneira de assegurar um contentamento duradouro é
4 equipar esse sistema. Esqueçamos o crescimento
econômico, as reformas sociais e as revoluções políticas:
para elevar os níveis globais de felicidade, precisamos
7 manipular a bioquímica humana. E foi exatamente isso que
começamos a fazer durante as últimas décadas. Cinquenta
anos atrás, as drogas psiquiátricas carregavam em seu bojo
10 um grave estigma. Hoje esse estigma foi quebrado. Para o
bem ou para o mal, uma porcentagem crescente da
população toma remédios psiquiátricos regularmente, não
13 apenas para curar doenças mentais debilitantes, mas
também para enfrentar depressões mais corriqueiras e
melancolias ocasionais.
16 Um número crescente de crianças em idade escolar
toma estimulantes neurológicos. Em 2011, 3,5 milhões de
crianças americanas tomaram medicamentos para o
19 transtorno de deficit de atenção e hiperatividade. No Reino
Unido, o número se elevou de 92 mil crianças em 1997 para
786 mil em 2012. O objetivo original consistia em tratar
22 distúrbios de atenção, mas hoje crianças totalmente
saudáveis ingerem esses remédios para melhorar o
desempenho e atender às crescentes expectativas de pais e
25 professores. Muitos se opõem a isso e alegam que o
problema está no sistema educacional, e não nas crianças.
Se existem alunos que sofrem de transtornos de atenção e
28 de estresse e tiram notas baixas, talvez o problema deva ser
atribuído aos métodos de ensino antiquados, às classes
lotadas e a um ritmo de vida que não é natural. Talvez
31 devamos modificar as escolas, e não as crianças. É
interessante observar como esses argumentos evoluíram.
Os métodos educacionais têm sido motivo de discussão há
34 milhares de anos. Tanto na China como na Grã‐Bretanha
vitoriana, cada um tinha um método de sua preferência e se
opunha veementemente às alternativas existentes. Mas há
37 um ponto com que todos sempre concordaram: para poder
melhorar a educação, era preciso mudar as escolas. Hoje,
pela primeira vez na história, algumas pessoas pensam que
40 seria mais eficaz mudar a bioquímica dos alunos.
Yuval Noah Harari (trad. Paulo Geiger). Homo Deus: uma
breve história do amanhã . São Paulo: Companhia
das Letras, 2016, p. 47‐8 (com adaptações).