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Assinale a alternativa que apresenta um princípio e diretriz na gestão dos cargos do Plano de Carreira.

A Reconhecimento do saber não instituído resultante da atuação profissional na dinâmica de ensino, de pesquisa e de extensão.
B Avaliação do desempenho funcional dos servidores, como processo punitivo, realizada mediante critérios objetivos decorrentes das metas institucionais, referenciada no caráter coletivo do trabalho enas expectativas dos usuários.
C Oportunidade de acesso às atividades de direção, assessoramento, chefia, coordenação e assistência, independente das normas específicas.
D Desvinculação ao planejamento estratégico e ao desenvolvimento organizacional das instituições.
E Investidura em cada cargo incondicionada à aprovação em concurso público.

O processo administrativo tradicional compreende as funções de planejar, dirigir, coordenar e controlar. Sobre essas funções administrativas, assinale a alternativa correta.

A A função de direção compreende orientar o comportamento das pessoas para o alcance dos objetivos pretendidos, sendo, portanto, uma atividade operacional.
B A função de organizar inclui todos os recursos e conduz necessariamente à criação da estrutura organizacional.
C O planejamento compreende uma função irrelevante, consistindo-se em um processo racional para determinar os objetivos e os meios para alcançá-los.
D A função de controle identifica se o projeto está sendo desenvolvido de acordo com o previsto, porém não propõe ações corretivas para a melhoria.
E A função de direção engloba uma atividade gerencial e é de baixa relevância no processo administrativo.

O Microsoft Word versão 2016 é uma ferramenta de texto que pode ser utilizada por meio de teclas de atalho. Considerando o exposto, relacione as teclas de atalho com sua respectiva finalidade e assinale a alternativa com a sequência correta. Obs.: O caractere + foi utilizado somente para interpretação. 1. CTRL + P 2. CTRL + T 3. CTRL + C 4. CTRL + V 5. CTRL + X 6. CTRL + Z

( ) Selecionar Tudo.

( ) Copiar para Área de Transferência.

( ) Colar da Área de Transferência.

( ) Desfazer uma Ação.

( ) Abrir o Gerenciador de Impressão.

( ) Recortar para Área de Transferência.

A 2 – 4 – 6 – 1 – 3 – 5.
B 2 – 3 – 4 – 6 – 1 – 5.
C 6 – 5 – 3 – 4 – 2 – 1.
D 1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6.
E 6 – 5 – 4 – 3 – 2 – 1.
Texto associado
Mundo de mentira
Paulo Pestana

Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora. A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê!

Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foime contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo. As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: . Acesso em: 18 fev. 2019.

Sobre os sentidos e os aspectos linguísticos do texto, é correto afirmar que:

A há uma crítica explícita do autor em relação à ingenuidade do povo, que acredita em mentiras como se fossem verdades.
B o tom de ironia não pode ser vislumbrado na crônica.
C a utilização da conjunção “E”, no início de diversas frases do texto, exerce função gramatical, sem interferir nos aspectos discursivos e estilísticos do texto.
D no trecho “E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas [...]”, os travessões foram utilizados para demarcar uma oração que contém uma locução verbal predicando um objeto indireto.
E não há referências, sequer implícitas, ao momento político vivido no Brasil na atualidade.

Sobre controle social, assinale a alternativa correta.

A Controle social é entendido como um conjunto de procedimentos e mecanismos de controle da estrutura político-institucional do Estado, exercido pela máquina pública, conquistado por meio de pressões e constrangimentos, produzidos pela sociedade, sobre os agentes públicos, bem como sobre a cooperação entre os envolvidos no processo político, inclusive no que se refere ao processo de avaliação de políticas públicas.
B Além do controle externo, exercido pela sociedade, existe o controle interno sobre as contas públicas, exercido pelo Tribunal de Contas da União e dos Estados (e de alguns municípios, como São Paulo), conforme estabelecido pela Constituição de 1988.
C Em relação ao controle social, caso seja constatado que o poder executivo incorreu em algum procedimento inconstitucional, a sociedade civil deve comunicar o ocorrido ao poder legislativo e ao tribunal de contas, para que estes tomem providências no âmbito do controle e correção.
D Para viabilizar esse controle social, faz-se necessário sigilo das informações da gestão governamental, por parte dos atores sociais.
E O controle social é alcançado por meio da subordinação do cidadão aos interesses políticos de governo.

De acordo com o Plano Diretor de Reforma do Aparelho do Estado, assinale a alternativa INCORRETA.

A O núcleo estratégico do Estado corresponde ao governo, em sentido lato. É o setor que define as políticas públicas e coordena sua implementação e fiscalização, formula leis, acompanha e atua no desenvolvimento da jurisprudência, cobra seu cumprimento e também julga as transgressões que a elas se interpõem. Corresponde aos Poderes Legislativo, Judiciário, ao Ministério Público e, no Poder Executivo, ao Presidente da República, aos ministros e à equipe responsável pelo apoio técnico à formulação e coordenação de políticas públicas.
B Os serviços não exclusivos do Estado correspondem aos diretos fundamentais, como educação, saúde ou cultura e, também, porque tais direitos geram “externalidades” relevantes que se espalham para o restante da sociedade, não podendo ser transformados em atividades meramente lucrativas, como hospitais, centros de pesquisa, teatros e museus.
C Atividades exclusivas do Estado geralmente encontram-se associadas ao poder de polícia, poder de regulamentar, fiscalizar, fomentar, como a cobrança e fiscalização de tributos.
D Atividades exclusivas também se encontram vinculadas ao setor de infraestrutra e se encontram no Estado por envolverem eixos considerados estratégicos, por falta de capital ao setor privado para realizar o investimento ou por serem atividades naturalmente monopolistas, nas quais o controle via mercado não é possível.
E A produção de bens e serviços para o mercado é caracterizada pelas atividades econômicas voltadas para o lucro que ainda permanecem no aparelho do Estado.

Segundo o MCASP

( 2017 ), ingressos de recursos financeiros extraorçamentários são recursos financeiros de caráter temporário, dos quais o Estado é mero agente depositário. Dentre esses ingressos, qual NÃO pertence ao recurso extraorçamentário?

A Depósitos em caução.
B As fianças.
C As operações de crédito por antecipação de receita orçamentária.
D Emissão de moeda.
E Outras saídas compensatórias no ativo e passivo financeiros.

Os fatos contábeis podem alterar o patrimônio em quantidade e/ou em qualidade e alterar ou não o resultado. Assim, quanto às classificações em permutativos, modificativos e mistos, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. Os fatos permutativos são aqueles fatos contábeis que podem ou não alterar o patrimônio em quantidade, mas geralmente o alteram em qualidade, bem como jamais alteram o patrimônio líquido em quantidade.

II. Os fatos modificativos são aqueles fatos contábeis que alteram o patrimônio líquido em qualidade e não em quantidade.

III. Os fatos mistos são aqueles fatos contábeis que são permutativos e modificativos, simultaneamente. E, por isso, também podem ser aumentativos ou diminutivos.

IV. Todos os tipos de fatos contábeis sempre alteram o patrimônio em qualidade.

A Apenas I, II e III.
B Apenas I, II e IV
C Apenas I, III e IV.
D Apenas III e IV.
E I, II, III e IV
Texto associado
Mundo de mentira
Paulo Pestana

Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora. A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê!

Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foime contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo. As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: . Acesso em: 18 fev. 2019.

Assinale a alternativa correta em relação à palavra “que” destacada.

A Na frase “Tem muita gente que implica com mentira [...]”, o “que” tem função de conjunção subordinativa adverbial, retomando a palavra “gente”.
B Em “[...] se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu [...]”, o “que” é uma conjunção coordenativa com função de explicação.
C No trecho “[...] às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter.”, o “que” é pronome relativo.
D Em “[...] quando ela disse que estava com saudades da Atlântida [...]”, o “que” é pronome relativo e completa o sentido do verbo “disse”.
E No excerto “[...] é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.”, o “que” é uma conjunção subordinativa explicativa.

Os procedimentos de classificação, reconhecimento e mensuração dos bens públicos do ativo imobilizado devem ser aplicados, também, para bens do patrimônio público cultural. Os bens públicos do ativo imobilizado são classificados e estão sujeitos à depreciação. Tratando-se do ativo imobilizado e dos bens imóveis públicos, assinale a alternativa que apresenta corretamente uma dessas classificações.

A Bens de uso especial.
B Bens de uso comercial.
C Bens de uso intelectual.
D Bens de uso comum do governo.
E Bens de uso orçamentário.