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Uma das opções para manipular arquivos no Windows 8 é usar o mouse para arrastar e copiar ou mover pastas. Quando o mouse está na sua configuração normal (click com o botão esquerdo), para copiar um arquivo entre duas pastas no mesmo disco, sem apagá-lo na pasta original, é possível:

A arrastar o arquivo com o botão direito, soltá-lo na pasta destino e escolher a opção “Copiar aqui”.
B arrastar o arquivo com o botão esquerdo, soltá-lo na pasta destino e escolher a opção “Copiar aqui”.
C arrastar o arquivo com o botão esquerdo, apertando também a tecla Shift.
D arrastar o arquivo com o botão esquerdo, apertando também a tecla Alt.
E selecionar o arquivo, apertar Ctrl-X, clicar na pasta destino e teclar Ctrl-V.

Uma rede local foi configurada com um hub simples (que opera como um repetidor) com as interfaces 100BaseT operando em modo half-duplex. As informações apresentadas acima permitem afirmar que a topologia física, a topologia lógica, a taxa de transmissão utilizada e o meio de transmissão usado para ligar as estações ao hub são, respectivamente,

A barra, estrela, 10 Mbps, par trançado
B barra, estrela, 10 Gbps, fibra óptica
C estrela, barra, 10 Mbps, par trançado
D estrela, barra, 100 Mbps, cabo coaxial
E estrela, barra, 100 Mbps, par trançado

O funcionário de uma Universidade afirmou: “A cultura dominante desta Universidade é paternalista”. Com essa afirmação, ele se referiu

A ao ajuste entre indivíduo e organização e à compatibilidade entre suas atitudes, crenças, valores e comportamentos.
B aos valores compartilhados por alguns grupos da organização.
C aos valores essenciais compartilhados pela maioria dos membros da organização.
D aos comportamentos e hábitos que não devem ser questionados para sustentar a compatibilidade cultural.
E às percepções comuns que os membros da organização têm em relação à empresa e ao ambiente de trabalho.
Texto associado
Texto III Beira-mar

Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva, frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-sistir ao chamado da noite.

Nas pedras do quebra-mar caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e toscas sandálias de dedo.

Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso. Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.

A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar. Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.

A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios. Entre vários rolos de linha, selecionou os de espes-sura entre quinze e dezoito centésimos de milímetro, ainda fiel à boa técnica.

— Na nossa profissão vivemos sempre preocu-pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce das cotações, situação financeira de cada país mun-do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda dos colegas da financeira onde trabalha.

LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p. 101. Adaptado.

Assim como ocorre com a palavra quebra-mar (?. 5 do Texto III), emprega-se obrigatoriamente o hífen, de acordo com o sistema ortográfico vigente, em

A casa-comercial
B linha-de-passe
C peixe-espada
D pedra-fundamental
E sala-de-jantar

Um vereador tem sua base eleitoral em um certo distrito. Interessado na criação de novos municípios, ele verifica as exigências para tal e formula consulta à assessoria jurídica da Câmara, que assenta, nos termos da Constituição Federal, a exigência de

A lei municipal
B lei estadual
C Medida Provisória
D Decreto Legislativo
E Resolução
Texto associado
Texto II
Serviu suas famosas bebidas para Vinicius, Carybé e Pelé

Os pedaços de coco in natura são colocados no liquidificador e triturados. O líquido resultante é coado com uma peneira de palha e recolocado no aparelho, onde é batido com açúcar e leite condensado. Ao fim, adiciona-se aguardente.

A receita de Diolino Gomes Damasceno, ditada à Folha por seu filho Otaviano, parece trivial, mas a conhecida batida de coco resultante não é. Afinal, não é possível que uma bebida qualquer tenha encantado um time formado por Jorge Amado (diabético, tomava sem açúcar), Pierre Verger, Carybé, Mussum, João Ubaldo Ribeiro, Angela Rô Rô, Wando, Vinicius de Moraes e Pelé (tomava dentro do carro).

Baiano nascido em 1931 na cidade de Ipecaetá, interior do estado, Diolino abriu seu primeiro estabelecimento em 1968, no bairro do Rio Vermelho, reduto boêmio de Salvador. Localizado em uma garagem, ganhou o nome de MiniBar.

A batida de limão — feita com cachaça, suco de limão galego, mel de abelha de primeiríssima qualidade e açúcar refinado, segundo o escritor Ubaldo Marques Porto Filho — chamava a atenção dos homens, mas Diolino deu por falta das mulheres da época. É que elas não queriam ser vistas bebendo em público, e então arranjavam alguém para comprar as batidas e bebiam dentro do automóvel. Diolino bolou então o sistema de atendimento direto aos veículos, em que os garçons iam até os carros que apenas encostavam e saíam em disparada. A novidade alavancou a fama do bar. No auge, chegou a produzir 6.000 litros de batida por mês.

SETO, G. Folha de S.Paulo. Caderno “Cotidiano”. 17 maio 2019, p. B2. Adaptado.

O Texto II diz que o principal motivo do sucesso da vendagem no estabelecimento de Diolino Damasceno foi

A a receita secreta de sua batida de limão.
B seu jeito peculiar de combinar os ingredientes.
C a clientela de grandes nomes da cultura e do esporte.
D fazer uma bebida que podia ser ingerida por diabéticos.
E o sistema original de atendimento direto aos veículos.
Texto associado
Texto II Estojo escolar

Noite dessas, ciscando num desses canais a cabo, vi uns caras oferecendo maravilhas eletrôni- cas, bastava telefonar e eu receberia um notebook capaz de me ajudar a fabricar um navio, uma estação espacial. Minhas necessidades são mais modestas: tenho um PC mastodôntico, contemporâneo das cavernas da informática. E um laptop da mesma época que co- meça a me deixar na mão. Como pretendo viajar es- ses dias, habilitei-me a comprar aquilo que os caras anunciavam como o top do top em matéria de com- putador portátil.

No sábado, recebi um embrulho complicado que necessitava de um manual de instruções para ser aberto. Depois de mil operações sofisticadas para minhas limitações, retirei das entranhas de isopor o novo notebook e coloquei-o em cima da mesa.

De repente, como vem acontecendo nos últimos tempos, houve um corte na memória e vi diante de mim o meu primeiro estojo escolar. Tinha 5 anos e ia para o jar- dim de infância.

Era uma caixinha comprida, envernizada, com uma tampa que corria nas bordas do corpo principal. Dentro, arrumados em divisões, havia lápis coloridos, um apontador, uma lapiseira cromada, uma régua de 20 cm e uma borracha para apagar meus erros.

Da caixinha vinha um cheiro gostoso, cheiro que nunca esqueci e que me tonteava de prazer. Fechei o estojo para proteger aquele cheiro, que ele ficasse ali para sempre, prometi-me economizá-lo. Com avare- za, só o cheirava em momentos especiais.

Na tampa que protegia estojo e cheiro havia gravado um ramo de rosas muito vermelhas que se destacavam do fundo creme. Amei aquele ramalhete – olhava aquelas rosas e achava que nada podia ser mais bonito.

O notebook que agora abro é negro, não tem ro- sas na tampa e, em matéria de cheiro, é abominável. Cheira vilmente a telefone celular, a cabine de avião, ao aparelho de ultrassonografia onde outro dia uma moça veio ver como sou por dentro. Acho que piorei de estojo e de vida.

CONY, C. H. Crônicas para ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2009. Disponível em: /fz12039806.htm>. Acesso em: 23 jul. 2019.

No Texto II, o sentido denotativo e o sentido conotativo convivem. O trecho do texto em que há somente denotação é:

A “Noite dessas, ciscando num desses canais a cabo, vi uns caras oferecendo maravilhas eletrônicas” (?. 1-3)
B “Minhas necessidades são mais modestas” (?. 6)
C “contemporâneo das cavernas da informática”. (?. 7-8)
D “retirei das entranhas de isopor o novo notebook e coloquei-o em cima da mesa.” (?. 16-17)
E “houve um corte na memória e vi diante de mim o meu primeiro estojo escolar.” (?. 19-20)
Texto associado
Texto III Beira-mar

Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva, frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-sistir ao chamado da noite.

Nas pedras do quebra-mar caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e toscas sandálias de dedo.

Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso. Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.

A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar. Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.

A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios. Entre vários rolos de linha, selecionou os de espes-sura entre quinze e dezoito centésimos de milímetro, ainda fiel à boa técnica.

— Na nossa profissão vivemos sempre preocu-pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce das cotações, situação financeira de cada país mun-do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda dos colegas da financeira onde trabalha.

LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p. 101. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do Texto III: “Com preguiça, o sol começava a esconder-se atrás dos edifícios” (?. 3-4) A reescritura que obedece à norma-padrão quanto à colocação pronominal é a seguinte:

A Atrás dos edifícios, com preguiça, o sol tinha escondido-se.
B O sol se a esconder começou com preguiça atrás dos edifícios.
C Começaria o sol se a esconder atrás dos edifícios com preguiça.
D Se começava o sol, com preguiça, a esconder atrás dos edifícios.
E Com preguiça, começava o sol a se esconder atrás dos edifícios
Texto associado
Texto I Projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos

O Porto do Rio – Plano de Recuperação e Re- vitalização da Região Portuária do Rio de Janeiro foi divulgado pela Prefeitura em 2001 e concentrou diferentes projetos, visando a incentivar o desenvol- vimento habitacional, econômico e turístico dos bair- ros portuários da Saúde, Gamboa e Santo Cristo.

Em meados de 2007, quando se iniciou esse estudo so- bre o Plano e seus efeitos sociais, a Zona Portuária já passava por um rápido processo de ressignificação perante a cidade: nos imaginários construídos pelas diferentes mídias, não era mais associada apenas à prostituição, ao tráfico de drogas e às habitações “fa- velizadas”, despontando narrativas que positivavam alguns de seus espaços, habitantes e “patrimônios culturais”.

Dentro do amplo território portuário, os plane- jadores urbanos que idealizaram o Plano Porto do Rio haviam concentrado investimentos simbólicos e materiais nos arredores da praça Mauá, situada na convergência do bairro da Saúde com a avenida Rio Branco, via do Centro da cidade ocupada por estabe- lecimentos financeiros e comerciais.

GUIMARÃES, R. A Utopia da Pequena África. Rio de Janeiro: FGV, 2014, p. 16-7. Adaptado.

Segundo o Texto I, a Zona Portuária, até o início do século XXI, era vista como

A uma área desvalorizada social e urbanisticamente.
B uma mancha no cenário carioca de belezas naturais.
C uma região cercada de arranha-céus.
D um reduto dominado pelo crime organizado.
E um bairro histórico com poucas áreas habitáveis.

É necessário medir com precisão o desempenho dos funcionários. Dessa forma, é possível apontar ao funcionário os quesitos em que ele pode melhorar. Em uma empresa, ao final do ano, o gerente apresentou à direção a avaliação do desempenho dos seus subordinados. Esses funcionários foram avaliados com base na taxa de abstenção, no número de reclamações de clientes e na quantidade de vendas. Nesse caso, foram utilizadas medidas de desempenho

A frontais
B objetivas
C orgânicas
D subjetivas
E disciplinares