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Texto 2
Disponível em: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acesso em: 10 de Jul. 2023.
As questões de 07 a 09 referem-se ao Texto 2.

O Texto 2 faz parte de um gênero que mistura linguagem verbal e não verbal, sendo ambas essenciais para sua compreensão e interpretação.

A partir disso, é possível afirmar que há predomínio da função emotiva da linguagem, que se constitui

A pela subjetividade da mensagem, centrada no personagem emissor, que deixa claro seus sentimentos e anseios.
B pelo canal de comunicação e marcas de interlocução.
C pelo código linguístico, que esclarece dúvidas sobre a própria linguagem.
D pela linguagem figurada e pelos múltiplos sentidos que se estabelecem.
E pela informação ao receptor de forma objetiva, com ausência de juízos de valor.

Assinale a alternativa que NÃO apresenta
uma ação do setor de Recursos Humanos
com fundamento na teoria da Qualidade
de Vida no Trabalho.

A Criar programas de gerenciamento do
estresse, programas de combate ao abuso
de álcool e drogas e grupos de apoio para
ex-fumantes.
B Estabelecer metas complexas e exigentes
e realizar a cobrança quinzenal das
respectivas metas.
C Realizar campanhas de coleta seletiva
de papel e de reutilização de embalagens
plásticas no local de trabalho.
D Realizar uma avaliação ergonômica do
ambiente de trabalho e criar espaços de
lazer para horários de intervalo.

O art. 5º da Constituição Federal traz
em seu bojo aquilo que se denomina
“Direitos e Garantias Fundamentais”.
Dentre esses direitos, é possível destacar

A a soberania do indivíduo sobre o coletivo.
B a não interferência do Estado na vida
privada.
C o direito a não ser obrigado a nada senão
em virtude da lei.
D a obrigatoriedade de filiação a sindicatos.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos - 2019
Texto associado
Mentalidade Self-service e a ilusão
de liberdade

Simone Ribeiro Cabral Fuzaro

Hoje, gostaria de refletir sobre uma ideia que
foi entrando em nosso cotidiano, foi se enraizando
em nossas vidas e transformando nosso modo
de ver o mundo e as coisas: a mentalidade “selfservice”.
Essa expressão da língua inglesa,
traduzida livremente ao Português, significa
“serviço próprio” ou “autosserviço”. O selfservice
é um sistema de atendimento adotado
principalmente em restaurantes, pelo qual o
cliente tem a possibilidade de servir o seu próprio
prato, de acordo com as opções disponibilizadas
pelo estabelecimento.

Apesar de ter tido seu início em restaurantes,
esse tipo de serviço foi se expandindo a diversos
outros estabelecimentos, em que é possível que o
próprio cliente execute integral ou parcialmente o
atendimento (lavanderias, postos de combustível,
caixas eletrônicos...).

Apesar dos benefícios e facilidades inegáveis
trazidas por esse tipo de serviço, é importante
olharmos para os demais efeitos que causa em
nosso modo de ver as coisas e, consequentemente,
em nossas vidas. Essa possibilidade de
autosserviço, no qual se paga por exatamente
aquilo que se deseja consumir, foi aos poucos
contribuindo na transformação das relações, uma
vez que foi fomentando a possibilidade de que
cada um atenda efetivamente aos seus próprios
desejos e interesses sem restrições relativas ao
grupo que o acompanha ou àquele que presta
o serviço. Já não há mais a necessidade de se
escolher em família (ou em grupo) que prato
pedir no restaurante e, com isso, de se negociar
desejos, gostos, preferências. Mesmo que não
percebamos com muita clareza, está implícito aí
um engrandecimento do eu em detrimento do nós.

Já não se faz mais necessário abrir mão de um
gosto, de comer um pouco do que não aprecio
tanto para satisfazer alguém com quem me
importo. Pouco a pouco, sem percebermos, vamos
vivendo cada vez mais um modo autocentrado de
ver os serviços que utilizamos, as pessoas que
nos rodeiam.... o mundo. Vai ficando forte a ideia
de que pago somente pelo que quero consumir,
consumo somente aquilo que me interessa do serviço oferecido, ganhando o direito de “recortálo”
segundo meus interesses e sem considerar os
interesses daqueles que prestam o serviço e, às
vezes, até mesmo se o serviço prestado será de
qualidade se for adaptado ao meu querer.

Se olharmos a realidade, por exemplo, das
escolas infantis, veremos uma quantidade cada
vez maior de pais que querem escolher livremente
o horário de entrada e saída dos filhos sem
levar em conta os períodos escolares que são
importantíssimos por vários motivos: contemplam
uma rotina necessária para as crianças pequenas,
asseguram um mesmo grupo de colegas e
professores, o que transmite segurança e conforto
afetivo, possibilitam que participem das atividades
planejadas à fase escolar em que se encontram
etc. O que os pais estão buscando, no entanto,
é uma “escola self-service” e não percebem que
acabam por prejudicar o próprio filho, que terá um
serviço que não garantirá o atendimento às suas
necessidades básicas para um desenvolvimento
saudável.

Reina uma ideia de que temos o direito de ser
“livres” para escolher segundo nossos desejos
e nossas necessidades. Questiono, porém:
podemos considerar essa possibilidade de
escolha como liberdade? Parece-me haver um
equívoco claro nessa ideia, afinal, a liberdade nos
leva a escolher o bem. O que há hoje são pessoas
absolutamente escravizadas, em primeiro lugar,
pelos seus próprios desejos de satisfação,
conforto, facilidade. Depois, escravizadas ao
ter – é preciso muito para viver nessa gana de
satisfações, e, então, escravizamo-nos às rotinas
malucas de trabalho que roubam o direito de
atendermos às necessidades reais de nossa
saúde, de nossa família, de uma vida mais
equilibrada.

Vale refletirmos: em que situações estamos
nos deixando levar por essa “mentalidade selfservice”
exagerada? Vamos olhar de modo crítico
as facilidades, afinal, já sabemos: as grandes e
fundamentais aprendizagens acontecem quando
enfrentamos as dificuldades e não quando nos
desviamos delas.

Disponível em: < http: e-a-ilusao-de-liberdade="" mentalidade-selfservice-="" colunas="" www.osaopaulo.org.br="" >. Acesso em: 25 jun. 2019.

No excerto “ Apesar de te r tido seu
início em restaurantes, esse tipo de
serviço foi se expandindo a diversos
outros estabelecimentos...”, o conectivo
destacado indica o sentido de

A concessão.
B adversidade.
C condição.
D explicação.

Diz o ditado que a ética precede a
profissão. No que diz respeito aos
servidores públicos, há alguns requisitos
para que alguém seja investido no cargo.
Assinale a alternativa que apresenta um
desses requisitos.

A O pleno gozo dos direitos políticos.
B Ser minimamente alfabetizado.
C Estar em gozo dos direitos de cidadão.
D Estar em quitação apenas com os deveres
eleitorais.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos - 2019
Texto associado
Mentalidade Self-service e a ilusão
de liberdade

Simone Ribeiro Cabral Fuzaro

Hoje, gostaria de refletir sobre uma ideia que
foi entrando em nosso cotidiano, foi se enraizando
em nossas vidas e transformando nosso modo
de ver o mundo e as coisas: a mentalidade “selfservice”.
Essa expressão da língua inglesa,
traduzida livremente ao Português, significa
“serviço próprio” ou “autosserviço”. O selfservice
é um sistema de atendimento adotado
principalmente em restaurantes, pelo qual o
cliente tem a possibilidade de servir o seu próprio
prato, de acordo com as opções disponibilizadas
pelo estabelecimento.

Apesar de ter tido seu início em restaurantes,
esse tipo de serviço foi se expandindo a diversos
outros estabelecimentos, em que é possível que o
próprio cliente execute integral ou parcialmente o
atendimento (lavanderias, postos de combustível,
caixas eletrônicos...).

Apesar dos benefícios e facilidades inegáveis
trazidas por esse tipo de serviço, é importante
olharmos para os demais efeitos que causa em
nosso modo de ver as coisas e, consequentemente,
em nossas vidas. Essa possibilidade de
autosserviço, no qual se paga por exatamente
aquilo que se deseja consumir, foi aos poucos
contribuindo na transformação das relações, uma
vez que foi fomentando a possibilidade de que
cada um atenda efetivamente aos seus próprios
desejos e interesses sem restrições relativas ao
grupo que o acompanha ou àquele que presta
o serviço. Já não há mais a necessidade de se
escolher em família (ou em grupo) que prato
pedir no restaurante e, com isso, de se negociar
desejos, gostos, preferências. Mesmo que não
percebamos com muita clareza, está implícito aí
um engrandecimento do eu em detrimento do nós.

Já não se faz mais necessário abrir mão de um
gosto, de comer um pouco do que não aprecio
tanto para satisfazer alguém com quem me
importo. Pouco a pouco, sem percebermos, vamos
vivendo cada vez mais um modo autocentrado de
ver os serviços que utilizamos, as pessoas que
nos rodeiam.... o mundo. Vai ficando forte a ideia
de que pago somente pelo que quero consumir,
consumo somente aquilo que me interessa do serviço oferecido, ganhando o direito de “recortálo”
segundo meus interesses e sem considerar os
interesses daqueles que prestam o serviço e, às
vezes, até mesmo se o serviço prestado será de
qualidade se for adaptado ao meu querer.

Se olharmos a realidade, por exemplo, das
escolas infantis, veremos uma quantidade cada
vez maior de pais que querem escolher livremente
o horário de entrada e saída dos filhos sem
levar em conta os períodos escolares que são
importantíssimos por vários motivos: contemplam
uma rotina necessária para as crianças pequenas,
asseguram um mesmo grupo de colegas e
professores, o que transmite segurança e conforto
afetivo, possibilitam que participem das atividades
planejadas à fase escolar em que se encontram
etc. O que os pais estão buscando, no entanto,
é uma “escola self-service” e não percebem que
acabam por prejudicar o próprio filho, que terá um
serviço que não garantirá o atendimento às suas
necessidades básicas para um desenvolvimento
saudável.

Reina uma ideia de que temos o direito de ser
“livres” para escolher segundo nossos desejos
e nossas necessidades. Questiono, porém:
podemos considerar essa possibilidade de
escolha como liberdade? Parece-me haver um
equívoco claro nessa ideia, afinal, a liberdade nos
leva a escolher o bem. O que há hoje são pessoas
absolutamente escravizadas, em primeiro lugar,
pelos seus próprios desejos de satisfação,
conforto, facilidade. Depois, escravizadas ao
ter – é preciso muito para viver nessa gana de
satisfações, e, então, escravizamo-nos às rotinas
malucas de trabalho que roubam o direito de
atendermos às necessidades reais de nossa
saúde, de nossa família, de uma vida mais
equilibrada.

Vale refletirmos: em que situações estamos
nos deixando levar por essa “mentalidade selfservice”
exagerada? Vamos olhar de modo crítico
as facilidades, afinal, já sabemos: as grandes e
fundamentais aprendizagens acontecem quando
enfrentamos as dificuldades e não quando nos
desviamos delas.

Disponível em: < http: e-a-ilusao-de-liberdade="" mentalidade-selfservice-="" colunas="" www.osaopaulo.org.br="" >. Acesso em: 25 jun. 2019.

Assinale a alternativa em que a frase
destacada representa uma condição.

A “ Já não se faz mais necessário abrir mão de
um gosto , de comer um pouco do que não
aprecio tanto para satisfazer alguém com
quem me importo.”
B “ Mesmo que não percebamos com
muita clareza , está implícito aí um
engrandecimento do eu em detrimento do
nós.”
C “ Apesar dos benefícios e facilidades
inegáveis trazidas por esse tipo de serviço ,
é importante olharmos para os demais
efeitos que causa em nosso modo de ver as
coisas...”
D “ Se olharmos a realidade, por exemplo, das
escolas infantis , veremos uma quantidade
cada vez maior de pais que querem escolher
livremente o horário de entrada e saída dos
filhos...”

Considerando os direitos sociais
previstos na Lei Maior, assinale a
alternativa que NÃO reproduz norma
sobre direitos dos trabalhadores urbanos
e rurais, além de outros que visem à
melhoria de sua condição social.

A Constitui direito do trabalhador o
reconhecimento das convenções e acordos
coletivos de trabalho.
B A igualdade de direitos entre o trabalhador
com vínculo empregatício permanente e o
trabalhador avulso é um direito estabelecido
constitucionalmente.
C É assegurado o reajustamento dos
benefícios para preservar-lhes, em caráter
permanente, o valor real, conforme critérios
estabelecidos em lei.
D O décimo terceiro salário com base na
remuneração integral ou no valor da
aposentadoria, assim como a participação
nos lucros ou resultados da empresa
(desvinculada da remuneração) são
direitos trabalhistas dispostos no texto
constitucional, embora regulamentados em
lei própria.

Sabe-se que o Ensaio Imunoenzimático
Sanduíche ou Imunométrico de quarta
geração do tipo ELISA pode ser utilizado
para o diagnóstico da infecção pelo
vírus HIV. A partir do exposto, assinale
a alternativa correta em relação a esse
ensaio.

A Consiste na detecção apenas de IgG, o que
o torna pouco sensível e específico.
B Detecta simultaneamente o antígeno p24 e
anticorpos específicos anti-HIV.
C Permite a detecção simultânea de IgM,
IgG e antígeno p54, o que o torna muito
sensível.
D Detecta simultaneamente os antígenos p24
e p12, além de anticorpos específicos anti-
HIV.

O trabalho em um laboratório envolve
necessariamente um grau de risco.
A adoção rigorosa de normas
estabelecidas contribui na prevenção
(ou minimização dos efeitos) de
acidentes. Em relação às noções básicas
de segurança no laboratório e aos
equipamentos de proteção individual e
coletivo, assinale a alternativa correta.

A Quando vapores tóxicos são desprendidos
de uma reação, deve-se assoprar para
dissipar todo vapor.
B Ao diluir uma solução concentrada de ácido
ou dissolver uma base, deve-se adicionar
água ao ácido ou base, com forte agitação.
C Deve-se sempre usar um bulbo de sucção
de borracha ou outro dispositivo para aspirar
líquidos em uma pipeta.
D Os óculos de segurança só devem ser
utilizados caso estejam ocorrendo reações
com aquecimento.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos - 2019

Direção é liderar, coordenar, comandar
e dirigir pessoas. Assinale a alternativa
que apresenta a área de estudos que
tem sido usada na administração para
analisar o ambiente externo e é utilizada
no processo decisório em vários campos
do conhecimento.

A Teoria dos jogos.
B Método PERT/CPM.
C Benchmarking.
D Plataforma ERP.