Considere o excerto a seguir e responda às
questões 23 e 24.
“Articulada à instância de uso da língua oral e
escrita – que incorpora práticas de escuta e de
leitura e práticas de produção de textos orais e
escritos –, é preciso desenvolver a reflexão sobre
a língua e a linguagem – que incorpora práticas de
análise linguística. Considerando essa segunda
instância, é inegável que a escola precisa
trabalhar com gramática (i) contemplando o
funcionamento de recursos linguísticos em
diferentes níveis (fonético-fonológico, morfológico,
sintático, semântico-discursivo) e (ii) e propiciando
condições para que o aluno tenha acesso à norma
culta da língua, que é a variedade de prestígio na
sociedade, e, consequentemente, à possibilidade
de ascensão social. O que se coloca em discussão
é: qual gramática ensinar? e de que maneira
ensiná-la?”
(GORSKI e COELHO, 2009).
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. A opção que se construiu para exame da Política de Assistência Social na realidade brasileira parte então da defesa de um certo modo de olhar e quantificar a realidade a partir de:
Em relação à aplicação das alíquotas do
Imposto Sobre Serviços de Qualquer
Natureza (ISSQN) no Município de Betim
(MG), analise os seguintes serviços e as
alíquotas, nos termos da legislação
tributária municipal vigente, e assinale a
alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Serviço de transporte coletivo municipal
rodoviário, metroviário, ferroviário e
aquaviário de passageiros: alíquota de
2%.
II. Serviço de organização de festas e
recepções; bufê (exceto o fornecimento
de alimentação e bebidas, que fica sujeito
ao ICMS): alíquota de 3,5%.
III. Serviço de agenciamento, corretagem ou
intermediação de contratos de
arrendamento mercantil (leasing), de
franquia (franchising) e de faturização
(factoring): alíquota de 5%.
IV. Serviços de registros públicos,
cartorários, notariais e tabelionato de
protestos de título e todos os atos
relacionados aos mesmos: alíquota de
5%.
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
O __________________, que ____________________visando à inclusão dos alunos surdos,
dispõe sobre a inclusão da Libras como disciplina curricular, a formação e a certificação de
professor, instrutor e tradutor/intérprete de Libras, o ensino da Língua Portuguesa como
segunda língua para alunos surdos e a organização da educação bilíngue no ensino regular.
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. A Saúde Baseada em Evidências (SBE) é caracterizada pela utilização da epidemiologia clínica como ferramenta para apoiar a tomada de decisão individual ou coletiva. No tocante às evidências científicas aliadas ao tratamento, adotam-se quatro conceitos fundamentais: a __________ consiste no tratamento que funciona em condições do mundo real. A ________ trata-se do tratamento barato e acessível para que os pacientes possam dele usufruir. A ___________ associa-se ao tratamento que funciona em condições de mundo ideal. E, por fim, a __________ significa que uma intervenção possui características confiáveis que tornam improvável a ocorrência de algum efeito indesejável para o paciente.
Texto associado
Sobre esse ensino e os conhecimentos
que o professor deve ter para atuar em
sala de aula, assinale a alternativa
considerada adequada concernente ao
ensino de língua, que esteja dentro dos
padrões da Sociolinguística e de acordo com a proposta dos PCNs (Parâmetros
Curriculares Nacionais).
Considerando o sistema signwriting (escrita de sinais), assinale a alternativa correta.
Texto associado
O
cortador de piada
Por Paulo
Pestana
Contar piada é
uma arte. Há o contador
minucioso, que entra em detalhes, sai do
trilho e,
quando menos se espera, volta para o
arremate,
normalmente rindo mais do que quem ouve a
história pela primeira vez; há o conciso,
que usa
poucas frases e normalmente é cortante,
frequentemente maldoso; o histriônico, que
muda
a voz, se levanta, interpreta e exagera, o
pornográfico, que acha palavrão engraçado, o
verborrágico, que emenda uma piada na outra,
entre muitos outros.
Toda boa roda
de botequim tem que ter algum
contador de anedota de repertório amplo,
memória
prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez
em
quando aparecer na conversa um outro
personagem, o cortador de piada. Sim; um
conta,
o outro corta, normalmente se introduzindo
na
história alheia, estragando o final.
Toda boa
piada tem seu clímax no final. Não
é como um conto, uma narrativa, um cordel ou
até
mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas
vezes,
está no desenvolvimento da ação. O fecho da
piada tem que ser surpreendente, definitivo,
deve
conter toda graça em poucas palavras que
muitas
vezes torcem a lógica exposta
anteriormente.
O cortador de
piada é também conhecido
como o chato. Por mais velho que seja o
chiste, é
preciso respeitar o contador, ainda que não
seja
dos mais cativantes, que não tenha o brilho
e a
graça de um Chico Anísio. O cortador muitas
vezes interrompe a narrativa sem a menor
cerimônia, com aquela inocência insuportável
dos
enjoados — o chato de verdade nunca é
proposital; é um traço de caráter inato, o
que só
piora a situação.
Mas há
situações piores, quando o chato se
transforma no ladrão de piada. Também
querendo
dominar o ambiente, o ladino se apodera da
história alheia e conta o final, deixando o
dono da
anedota com a boca aberta e sem ter o que
dizer.
Foi o que aconteceu, não faz muito tempo,
num
famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso
para nós, frequentadores, já que não sai nas
colunas de jornal.
A noite ainda
era juvenil, mas aquela turma
dava impressão de estar por ali desde o café
da
manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de
cerveja já tinham enchido um engradado e já
eram
colocados com a boca para baixo, entre os
outros.
Um dos rapazes começou a contar uma piada
comprida e que era constantemente
interrompida
por comentários diversos por outro
sujeito.
Havia interessados na narrativa, até
porque
é
uma piada sobre advogados, e os causídicos
são
fregueses habituais do estabelecimento. O
chato
não sossegava, queria ser o centro das
atenções
e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio,
disparou:
— Que tatu? Não vi nenhum tatu por
aqui!
E se contorcia como o Orlando Furioso,
da
ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da
piada
numa cena que só pode ser explicada pelo
alto
nível etílico daquela mesa, quando o tempo
fechou
como uma final com Grenal. Até hoje tem
gente
querendo saber como a piada chegaria ao
tatu,
mas tem medo de perguntar.
Adaptado de:
http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/m
aisleitor/ 2019/12/06/noticia-mais-
leitor,162065/cronica-o-cortador-
depiada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
cortador de piada
Por Paulo
Pestana
Contar piada é
uma arte. Há o contador
minucioso, que entra em detalhes, sai do
trilho e,
quando menos se espera, volta para o
arremate,
normalmente rindo mais do que quem ouve a
história pela primeira vez; há o conciso,
que usa
poucas frases e normalmente é cortante,
frequentemente maldoso; o histriônico, que
muda
a voz, se levanta, interpreta e exagera, o
pornográfico, que acha palavrão engraçado, o
verborrágico, que emenda uma piada na outra,
entre muitos outros.
Toda boa roda
de botequim tem que ter algum
contador de anedota de repertório amplo,
memória
prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez
em
quando aparecer na conversa um outro
personagem, o cortador de piada. Sim; um
conta,
o outro corta, normalmente se introduzindo
na
história alheia, estragando o final.
Toda boa
piada tem seu clímax no final. Não
é como um conto, uma narrativa, um cordel ou
até
mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas
vezes,
está no desenvolvimento da ação. O fecho da
piada tem que ser surpreendente, definitivo,
deve
conter toda graça em poucas palavras que
muitas
vezes torcem a lógica exposta
anteriormente.
O cortador de
piada é também conhecido
como o chato. Por mais velho que seja o
chiste, é
preciso respeitar o contador, ainda que não
seja
dos mais cativantes, que não tenha o brilho
e a
graça de um Chico Anísio. O cortador muitas
vezes interrompe a narrativa sem a menor
cerimônia, com aquela inocência insuportável
dos
enjoados — o chato de verdade nunca é
proposital; é um traço de caráter inato, o
que só
piora a situação.
Mas há
situações piores, quando o chato se
transforma no ladrão de piada. Também
querendo
dominar o ambiente, o ladino se apodera da
história alheia e conta o final, deixando o
dono da
anedota com a boca aberta e sem ter o que
dizer.
Foi o que aconteceu, não faz muito tempo,
num
famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso
para nós, frequentadores, já que não sai nas
colunas de jornal.
A noite ainda
era juvenil, mas aquela turma
dava impressão de estar por ali desde o café
da
manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de
cerveja já tinham enchido um engradado e já
eram
colocados com a boca para baixo, entre os
outros.
Um dos rapazes começou a contar uma piada
comprida e que era constantemente
interrompida
por comentários diversos por outro
sujeito.
Havia interessados na narrativa, até
porque
é
uma piada sobre advogados, e os causídicos
são
fregueses habituais do estabelecimento. O
chato
não sossegava, queria ser o centro das
atenções
e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio,
disparou:
— Que tatu? Não vi nenhum tatu por
aqui!
E se contorcia como o Orlando Furioso,
da
ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da
piada
numa cena que só pode ser explicada pelo
alto
nível etílico daquela mesa, quando o tempo
fechou
como uma final com Grenal. Até hoje tem
gente
querendo saber como a piada chegaria ao
tatu,
mas tem medo de perguntar.
Adaptado de:
http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/m
aisleitor/ 2019/12/06/noticia-mais-
leitor,162065/cronica-o-cortador-
depiada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
Na frase “Havia interessados na narrativa”, o sujeito é
Texto associado
Analise a imagem a seguir, proceda a
leitura do texto e, a partir de seus
conhecimentos sobre língua, linguagem
e comunicação, responda às questões 14
a 16.
Abelha – Comunicação e orientação
das
abelhas
As abelhas são dotadas de
processo de
orientação excepcional, que é baseado,
principalmente, tendo o sol como referência.
As
abelhas utilizam esse sistema de orientação –
sempre tendo o sol como referência – para
guiar
suas companheiras em relação às fontes de
alimento recém-descobertas. No caso, quando
querem informar sobre a localização e fontes
de
alimentos, as abelhas campeiras transmitem a
informação por meio de um sistema de dança:
quando a fonte de alimento está situada a
menos
de cem metros da colmeia, a campeira executa
uma dança em círculo, e, quando a fonte de
alimento está localizada a mais de cem
metros, a
campeira dança em requebrado ou em oito. Nas
duas situações, a campeira indica a direção
da
fonte de alimento pelo ângulo da dança, em
relação à posição do sol.
Adaptado de:
.
Acesso em: 03
fev. 2020.
leitura do texto e, a partir de seus
conhecimentos sobre língua, linguagem
e comunicação, responda às questões 14
a 16.
Abelha – Comunicação e orientação
das
abelhas
As abelhas são dotadas de
processo de
orientação excepcional, que é baseado,
principalmente, tendo o sol como referência.
As
abelhas utilizam esse sistema de orientação –
sempre tendo o sol como referência – para
guiar
suas companheiras em relação às fontes de
alimento recém-descobertas. No caso, quando
querem informar sobre a localização e fontes
de
alimentos, as abelhas campeiras transmitem a
informação por meio de um sistema de dança:
quando a fonte de alimento está situada a
menos
de cem metros da colmeia, a campeira executa
uma dança em círculo, e, quando a fonte de
alimento está localizada a mais de cem
metros, a
campeira dança em requebrado ou em oito. Nas
duas situações, a campeira indica a direção
da
fonte de alimento pelo ângulo da dança, em
relação à posição do sol.
Adaptado de:
.
Acesso em: 03
fev. 2020.
Assinale a alternativa correta.
De acordo com a seguinte imagem, é correto afirmar que a Libras é uma língua
Texto associado
TEXT IV - Questions 37 to 39.
Sleep (slēp):
A natural state of rest, occurring at regular
intervals, in which the eyes usually close, the
muscles relax, and
responsiveness to external events decreases.
Growth and repair of the tissues of the body are
thought to occur duringsleep, and energy is
conserved and stored. In humans and some other
animals, scientists have identified one phase of
sleep (called REM sleep) as the phase in which
dreams occur.
Did You Know? Shakespeare had it right. He
said that sleep was the "balm of hurt minds" and
that sleep "knits up the ravel'd sleeve of care." In
other words, sleep helps overcome the stress of
everyday life. So the third of your life you spend
asleep is not a waste of time. All warm-blooded
animals have the need to sleep. Studies have
shown that animals that are not allowed to sleep
for a long enough time can actually die. Babies,
human and animal, sleep even more than adults
do. Researchers think that babies may sleep so
much because it helps the young body continue to
develop quickly. Not only are babies' bodies
growing, but their brains are, too – and sleep is
very important for the brain. During sleep, the brain
sorts through experiences and stores important
new information for later use. This processing of
experiences, in fact, is thought to be a major
source of dreams.
(Source: The American Heritage® Student Science Dictionary,
Second Edition. Copyright © 2014 by Houghton Mifflin Harcourt
Publishing Company. Published by Houghton Mifflin Harcourt
Publishing Company.)
Sleep (slēp):
A natural state of rest, occurring at regular
intervals, in which the eyes usually close, the
muscles relax, and
responsiveness to external events decreases.
Growth and repair of the tissues of the body are
thought to occur duringsleep, and energy is
conserved and stored. In humans and some other
animals, scientists have identified one phase of
sleep (called REM sleep) as the phase in which
dreams occur.
Did You Know? Shakespeare had it right. He
said that sleep was the "balm of hurt minds" and
that sleep "knits up the ravel'd sleeve of care." In
other words, sleep helps overcome the stress of
everyday life. So the third of your life you spend
asleep is not a waste of time. All warm-blooded
animals have the need to sleep. Studies have
shown that animals that are not allowed to sleep
for a long enough time can actually die. Babies,
human and animal, sleep even more than adults
do. Researchers think that babies may sleep so
much because it helps the young body continue to
develop quickly. Not only are babies' bodies
growing, but their brains are, too – and sleep is
very important for the brain. During sleep, the brain
sorts through experiences and stores important
new information for later use. This processing of
experiences, in fact, is thought to be a major
source of dreams.
(Source: The American Heritage® Student Science Dictionary,
Second Edition. Copyright © 2014 by Houghton Mifflin Harcourt
Publishing Company. Published by Houghton Mifflin Harcourt
Publishing Company.)