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CEBRASPE
51.483 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
11.173 questões
Instituto Quadrix
10.156 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
13.453 questões encontradas
Texto associado
Sobre o processo administrativo para apuração de responsabilidade por infração à legislação no âmbito do regime da previdência complementar (Decreto nº 4.942/2003), julgue os seguintes itens.
Em atenção ao princípio da eficiência, em uma mesma atividade de fiscalização, será lavrado um único auto de infração contendo todas as infrações cometidas.
João, que não é titular de nenhum mandato eletivo e é neto do prefeito de uma pequena cidade do interior do Estado de São Paulo, decidiu candidatar-se, nas próximas eleições, para o cargo ocupado pelo avô, que é reelegível e se afastou do cargo, definitivamente, seis meses antes do pleito. Com base na situação hipotética apresentada, considerando as informações nela fornecidas, assinale a alternativa correta.
Texto associado
De acordo com a Constituição Federal de 1988, julgue os seguintes itens.
Poderão ser estabelecidos por lei ordinária do respectivo ente federativo idade e tempo de contribuição diferenciados para aposentadoria de servidores com deficiência, previamente submetidos à avaliação biopsicossocial realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar.
Analise o seguinte caso hipotético:
Mário, servidor público em estágio probatório ocupante do cargo de Técnico do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul, foi eleito Deputado Federal. À luz da Constituição Federal, Mário
Em relação às fibras, assinale a alternativa INCORRETA.
Texto associado
Texto I
Disponível em: https://super.abril.com.br/superarquivo/417/ . Acesso em: 11 abr. 2021.
(Obs.: os textos dispostos em letras menores, que não se encontram no enunciado central “A corrida pela vacina”, não serão utilizados para se responder às questões).
Texto II
Covid: vacina brasileira pode criar memória
imunológica por 12 anos
Versamune ainda vai passar por testes em
humanos, que serão capazes de mostrar mais
detalhes sobre o nível da imunização
Pesquisadores brasileiros buscam a produção de uma vacina contra a covid-19 que seja 100% nacional. Isso poderia diminuir custos e agilizar a imunização em massa no país. A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, desenvolveu a Versamune, em parceria com a Farmacore Biotecnologia e a norte-americana PDS Biotechnology.
O consórcio entrou com pedido junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para iniciar os testes clínicos em humanos e espera uma resposta da agência.
Enquanto as autorizações não chegam, é possível dizer que os testes em animais foram muito promissores.
De acordo com Helena Faccioli, CEO da Farmacore, os testes pré-clínicos mostram que a vacina não causou danos aos animais.
“Estudos demonstram que a Versamune é segura, não apresentou efeitos tóxicos nos animais e tem grande capacidade de ativação de anticorpos, especialmente de células T (células de defesa que ajudam a combater agentes infecciosos)”, afirmou.
Qual é a expectativa da resposta imunológica da Versamune? [...]
“A Versamune tem a capacidade de ativar todo o sistema imunológico que impede não só a entrada do SARS-CoV-2 para dentro das células como também matam as células já infectadas. Acreditamos que o imunizante gere uma memória imunológica de até 12 anos”, contou o professor.
Como o imunizante foi desenvolvido?
O imunizante foi desenvolvido pela junção de uma réplica da proteína S1, que é um pedacinho da proteína spike, parte do SARS-CoV-2 responsável pela entrada do vírus nas células humanas, com uma nanopartícula.
Essa combinação é injetada no organismo das pessoas, e a expectativa é que o sistema imunológico crie anticorpos contra esse pedaço do coronavírus e bloqueie instalação dele nas células.
Além disso, essa nanopartícula induz a ação dos linfócitos T. Então, mesmo que a proteína S1 não produza a resposta esperada, os linfócitos ativados neutralizariam o novo coronavírus.
"Ao contrário das tecnologias de vírus e adjuvantes, essa vacina gera uma resposta imune muito específica, direcionada e poderosa, com capacidade de gerar memória imunológica no organismo e prevenir futuras reinfecções", diz Faccioli. [...]
Qual foi o pedido feito na Anvisa? [...]
Se aprovado pela Anvisa, o teste será feito com 360 voluntários saudáveis, com idade entre 18 e 55 anos, e em um segundo momento, de 55 a 75 anos.
No período de 3 a 4 meses, serão avaliados os efeitos colaterais e se os voluntários produziram anticorpos contra o vírus da covid.
A partir de bons resultados, será feito o pedido para a fase 3. A última etapa de testes vai durar cerca de seis meses, e 10 mil voluntários serão testados. [...]
Qual a capacidade de produção da Versamune?
A capacidade de produção diária do imunizante ainda não está definida, porque o consórcio ainda negocia com indústrias brasileiras para a fabricação em grande escala das doses. [...]
Quais os custos da vacina?
[...]
“O preço será determinado na fase de escalonamento industrial, mas terá o custo médio das vacinas que estão sendo usadas hoje no Brasil”, garantiu. [...]
“O investimento inicial do governo federal, exclusivo para as pesquisas não clínicas realizadas sob coordenação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, foi de aproximadamente 3 milhões de reais.” [...]
Disponível em: https://noticias.r7.com/saude/covid-vacina-brasileira-pode-criar-memoria-imunologica-por-12-anos-10042021. Acesso em: 11 abr. 2021.
Disponível em: https://super.abril.com.br/superarquivo/417/ . Acesso em: 11 abr. 2021.
(Obs.: os textos dispostos em letras menores, que não se encontram no enunciado central “A corrida pela vacina”, não serão utilizados para se responder às questões).
Texto II
Covid: vacina brasileira pode criar memória
imunológica por 12 anos
Versamune ainda vai passar por testes em
humanos, que serão capazes de mostrar mais
detalhes sobre o nível da imunização
Pesquisadores brasileiros buscam a produção de uma vacina contra a covid-19 que seja 100% nacional. Isso poderia diminuir custos e agilizar a imunização em massa no país. A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), da USP, desenvolveu a Versamune, em parceria com a Farmacore Biotecnologia e a norte-americana PDS Biotechnology.
O consórcio entrou com pedido junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para iniciar os testes clínicos em humanos e espera uma resposta da agência.
Enquanto as autorizações não chegam, é possível dizer que os testes em animais foram muito promissores.
De acordo com Helena Faccioli, CEO da Farmacore, os testes pré-clínicos mostram que a vacina não causou danos aos animais.
“Estudos demonstram que a Versamune é segura, não apresentou efeitos tóxicos nos animais e tem grande capacidade de ativação de anticorpos, especialmente de células T (células de defesa que ajudam a combater agentes infecciosos)”, afirmou.
Qual é a expectativa da resposta imunológica da Versamune? [...]
“A Versamune tem a capacidade de ativar todo o sistema imunológico que impede não só a entrada do SARS-CoV-2 para dentro das células como também matam as células já infectadas. Acreditamos que o imunizante gere uma memória imunológica de até 12 anos”, contou o professor.
Como o imunizante foi desenvolvido?
O imunizante foi desenvolvido pela junção de uma réplica da proteína S1, que é um pedacinho da proteína spike, parte do SARS-CoV-2 responsável pela entrada do vírus nas células humanas, com uma nanopartícula.
Essa combinação é injetada no organismo das pessoas, e a expectativa é que o sistema imunológico crie anticorpos contra esse pedaço do coronavírus e bloqueie instalação dele nas células.
Além disso, essa nanopartícula induz a ação dos linfócitos T. Então, mesmo que a proteína S1 não produza a resposta esperada, os linfócitos ativados neutralizariam o novo coronavírus.
"Ao contrário das tecnologias de vírus e adjuvantes, essa vacina gera uma resposta imune muito específica, direcionada e poderosa, com capacidade de gerar memória imunológica no organismo e prevenir futuras reinfecções", diz Faccioli. [...]
Qual foi o pedido feito na Anvisa? [...]
Se aprovado pela Anvisa, o teste será feito com 360 voluntários saudáveis, com idade entre 18 e 55 anos, e em um segundo momento, de 55 a 75 anos.
No período de 3 a 4 meses, serão avaliados os efeitos colaterais e se os voluntários produziram anticorpos contra o vírus da covid.
A partir de bons resultados, será feito o pedido para a fase 3. A última etapa de testes vai durar cerca de seis meses, e 10 mil voluntários serão testados. [...]
Qual a capacidade de produção da Versamune?
A capacidade de produção diária do imunizante ainda não está definida, porque o consórcio ainda negocia com indústrias brasileiras para a fabricação em grande escala das doses. [...]
Quais os custos da vacina?
[...]
“O preço será determinado na fase de escalonamento industrial, mas terá o custo médio das vacinas que estão sendo usadas hoje no Brasil”, garantiu. [...]
“O investimento inicial do governo federal, exclusivo para as pesquisas não clínicas realizadas sob coordenação da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, foi de aproximadamente 3 milhões de reais.” [...]
Disponível em: https://noticias.r7.com/saude/covid-vacina-brasileira-pode-criar-memoria-imunologica-por-12-anos-10042021. Acesso em: 11 abr. 2021.
As escolhas linguísticas do falante não costumam ser ocasionais. Em geral, conscientemente ou não, há um propósito. Considerando essa informação e sua compreensão dos excertos que seguem, assinale a alternativa em que se optou por destacar o alvo da ação verbal e não o agente.
Texto associado
O texto a seguir refere-se às questões 11 a 20.
NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia. Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)
NÃO SENTA LÁ, CLÁUDIA
A sua cadeira vai matar você. Isso porque muitos problemas estão associados a quem passa a vida sentado, como aumento de chances de diabetes, problemas urinários e lesões na coluna. E não adianta fazer academia. Uma pesquisa da Universidade de Queensland, na Austrália, concluiu que, a cada hora sentada, a pessoa reduz em 21 minutos sua expectativa de vida. Outro estudo comparou dois grupos de meninas. O primeiro, que ficou sentado por três horas consecutivas, apresentou uma redução das funções cardiovasculares, associadas a problemas como infarto.
Os fundadores da startup americana Jaswig questionam a cultura de produzir tudo sentado, e acham que a luta contra esse perigo tem de começar cedo. A empresa criou carteiras para que as crianças possam estudar em pé. A ideia é acostumar os pequenos para que não se tornem adultos dependentes de assentos.
A companhia diz ter analisado a maneira como as crianças levantam objetos para que a carteira pudesse facilmente ser ajustada entre os modos “em pé” e “sentado”. Embora venda os móveis para qualquer um que queira tê-los em casa, a Jaswig imagina que sua criação possa ser ainda mais importante na escola. [...]
Para quem passa muito tempo sentado, o ideal é se levantar por 10 ou 15 minutos a cada hora. A mudança de posição também vale para quem trabalha em pé. “A proposta da Jaswig pode estar relacionada à busca de maior produtividade no trabalho na vida adulta, o que é questionável”, diz Francisco Lacaz, professor do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp.
(Adaptado de: ROMANI, Bruno. Não senta lá, Cláudia. Revista Galileu. Nov. 2015.)