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Patrícia, servidora pública chefe de determinada repartição, ao notar que seu subordinado Bruno, também servidor público, praticou uma infração no exercício do cargo, deixa de responsabilizá-lo por indulgência. Patrícia, com seu comportamento, praticou, em tese, o crime de

A condescendência criminosa.
B prevaricação.
C tergiversação.
D exploração de prestígio.
E concussão.

Acerca dos crimes contra a administração pública, julgue os itens a seguir. Situação hipotética: Com o intuito de prejudicar a candidatura de Flávio, seu concorrente eleitoral, Alberto procurou uma delegacia de polícia e imputou falsamente a Flávio os crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Reduzida a termo essas declarações, a autoridade policial instaurou inquérito policial para apurar os delitos. Assertiva: Nessa situação, Alberto responderá pelo crime de fraude processual.

A Certo
B Errado

Determinado auditor fiscal da SEFAZ exigiu do contribuinte o pagamento de tributo que sabia ser indevido, afirmando que iria recolher o valor aos cofres públicos.



Nessa situação hipotética, o auditor fiscal deverá responder pelo cometimento do crime de

A peculato.
B excesso de exação.
C corrupção passiva.
D peculato mediante erro de outrem.
E crime funcional contra a ordem tributária.

O proprietário de estabelecimento comercial que impeça o acesso de auditor fiscal da SEFAZ, regularmente identificado e com atribuição para dar início à ação fiscal, pratica

A desacato.
B resistência.
C desobediência.
D crime contra a ordem tributária.
E conduta penalmente atípica, considerada mera infração administrativa.

De acordo com o Código Penal no que diz respeito às finanças públicas, caracteriza crime

A autorizar a assunção de obrigação no último ano do mandato ou da legislatura.
B prestar garantia em operação de crédito, ainda que tenha sido constituída contragarantia em valor igual ao prestado.
C executar ato que acarrete aumento de despesa total com pessoal nos dois últimos quadrimestres anteriores ao final do mandato.
D realizar operação de crédito com inobservância de limite estabelecido em lei ou em resolução do Senado Federal.
E ordenar a inscrição de despesa previamente empenhada em restos a pagar para o próximo exercício financeiro.

Claus, servidor público de uma secretaria de fazenda, estava sozinho em seu departamento de trabalho, ao final do expediente, quando um cidadão dirigiu-se até ele, insistindo em efetuar pagamento em dinheiro referente a dívida que Claus verificou ser inexistente junto àquela secretaria. Aproveitando-se do equívoco, Claus recebeu e apropriou-se do valor, sem alertar o devedor de que o pagamento deveria ser efetuado em outro órgão.

A conduta de Claus o sujeita a responder por

A peculato desvio.
B peculato culposo.
C excesso de exação.
D peculato mediante erro de outrem.
E emprego irregular de verbas ou rendas públicas.

Sob o pretexto de que utilizaria sua influência junto a um auditor fiscal de determinada secretaria de fazenda (SEFAZ), Lênio solicitou vantagem pecuniária de Paulo, alegando que cancelaria vultosa autuação fiscal aplicada a Paulo. Paulo pagou a quantia solicitada, mas continuou devedor na SEFAZ, porque Lênio não era funcionário público e sequer conhecia um auditor.

Nessa situação hipotética, Lênio está sujeito a responder pelo crime de

A tráfico de influência.
B falsidade ideológica.
C corrupção passiva.
D corrupção ativa.
E concussão.

Historicamente, a expressão venditio fumi é identificada com o crime de

A tráfico de influência (CP, art. 332).
B contrabando (CP, art. 334).
C usurpação de função pública (CP, art. 328).
D estelionato (CP, art. 171).
E falsificação de moeda (CP, art. 289).

Dar às verbas ou rendas públicas aplicação diversa da estabelecida em lei

A é crime contra a Administração Pública, estabelecido no art. 315 do Código Penal.
B é crime de abuso de autoridade, estabelecido no art. 3o da Lei no 4.898/65.
C é crime contra a ordem tributária, estabelecido no art. 1o da Lei no 8.137/90.
D embora não seja crime, sujeita o agente a perda do mandato, nos termos da Lei no 8.429/92.
E embora não seja crime, sujeita o agente a ação de improbidade administrativa, nos termos da Lei no 8.429/92.