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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
34 questões encontradas
Em relação aos crimes de preconceito de raça, de cor ou origem previstos na Lei Federal no 7.716/89, é correto afirmar:
Texto associado
Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06. O início O ato da criação da Polícia Militar pode ser confirmado pelos registros da reunião do conselho da Província de São Paulo, presidida pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, rea- lizada em 15 de dezembro de 1831. O efetivo inicial era com- posto por 100 homens a pé e 30 a cavalo. A partir de março de 1832, a Instituição, pela falta de aquartelamento próprio, foi instalada na ala térrea do Convento do Carmo, situada no quadrilátero da Sé e, hoje, demolida. A milícia paulista, nos seus 185 anos de existência, foi organizada e reorganizada diversas vezes. Inicialmente, recebeu o nome de Guarda Municipal Permanente. No século 20, foi denominada Força Policial, Força Pública, entre outras denominações. Em 1926, foi cria- da a Guarda-Civil de São Paulo, como instituição auxiliar da Força Pública, mas sem o caráter militar desta. A menor unidade da Guarda Municipal Permanente, em 1831, era a esquadra, formada por um cabo e 24 soldados. (http://www.policiamilitar.sp.gov. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
Ao substituir a expressão destacada em – O ato da criação da Polícia Militar pode ser confirmado pelos registros da reunião do conselho da Província de São Paulo... – por – Os atos da criação –, o trecho deve ser reescrito, estando a concordância conforme a norma-padrão, com as seguintes alterações:
Nos termos da Diretriz PM3-7/02/05/05 (Programa de Força Tática), é correto afirmar que
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de números 15 a 19. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pou- co antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor- rendo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con- tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele úni- co ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinada- mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Qui- seram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegan- do aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecen- do do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continu- ou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9a ed. 1998.Adaptado)
. Ao afirmar que – as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou. –, o narrador sugere que
Nos termos do Regulamento de Uniformes da Polícia Militar (R-5-PM), o direito ao uso de condecorações de qualquer natureza ou grau extingue-se pelas superveniências, entre outros, do seguinte evento:
Na sequência de números: 4, 8, 6, 12, 10, 20, 18, 36, 34, ..., o primeiro termo que é maior do que 100 é o número
Texto associado
Leia o texto para responder às questões de números 08 a 12. Quem vai viajar e passar dias fora de casa, deve ficar atento ao que vai postar nas redes sociais: elas podem vi- rar uma arma para os assaltantes de plantão. O alerta é da Polícia Militar e do Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (Sesvesp). “Se a pessoa posta que está saindo de férias ou pelo me- nos deixa subentendido, dá um prato cheio para o bandido, que saberá que a casa está vazia. Mesmo que se publique apenas para os amigos, a informação vai passando, circu- lando. A pessoa acaba preparando uma armadilha para si mesma”, afirma o capitão Cleodato Moisés, porta-voz da PM. O vice-presidente da Sesvesp, João Palhuca, concorda: “O bandido sempre vai procurar o caminho mais fácil e as re- des sociais estão funcionando como uma ferramenta facili- tadora. Não dá mais para se preocupar apenas com um vizinho mal-intencionado”. Segundo Palhuca, “as pessoas entram nas redes sociais com um espírito de compartilhamento, mas não se dão con- ta de que também há ladrões lá, querendo levantar informa- ções. O ideal é jamais fornecer dados como o número de posses e propriedades. A recomendação é nunca mostrar ostentação”, diz. O uso adequado da internet, no entanto, é apenas um dos cuidados que precisam ser tomados por quem planeja “abandonar” o lar para aproveitar as férias ou a merecida pausa no trabalho. (http://www.g1.globo/sao-paulo. – Acesso em: 08.12.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa que contém palavra ou expressão empregada com sentido figurado.
Considere o seguinte caso hipotético: 20 (vinte) policiais militares inativos e desarmados e 4 (quatro) Sd PM da ativa, armados de pistola, resolvem assumir o Comando da 99a Cia da PM do Município de Ituroró. Ocupam a OPM, retirando o Cmt Cia de sua sala, recebendo, nesse momento, ordem para deixar imediatamente o Quartel. A ordem foi recusada e os policiais, utilizando de equipamentos de telefonia celular, passaram a transmitir via internet, pelas redes sociais, ao vivo, que acabaram de assumir o Comando da Subunidade. Diante dessa situação, é correto afirmar com relação à conduta de todos os militares que ocuparam a OPM:
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de números 15 a 19. A disciplina do amor Foi na França, durante a Segunda Grande Guerra: um jovem tinha um cachorro que todos os dias, pontualmente, ia esperá-lo voltar do trabalho. Ficava na esquina, um pou- co antes das seis da tarde. Assim que via o dono, ia cor- rendo ao seu encontro e na maior alegria acompanhava-o com seu passinho saltitante de volta para casa. A vila inteira já conhecia o cachorro e as pessoas que passavam faziam- -lhe festinhas e ele correspondia, chegava até a correr todo o caminho, animado atrás dos mais íntimos. Mas logo voltava, atento ao seu posto, para ali ficar sentado até o momento em que seu dono apontava lá longe. Mas eu avisei que o tempo era de guerra, o jovem foi convocado. Pensa que o cachorro deixou de esperá-lo? Con- tinuou a ir diariamente até a esquina, fixo o olhar naquele úni- co ponto, a orelha em pé, atenta ao menor ruído que pudesse indicar a presença do dono bem-amado. Então, disciplinada- mente, como se tivesse um relógio preso à pata, voltava ao posto de espera. O jovem morreu num bombardeio, mas no pequeno coração do cachorro não morreu a esperança. Qui- seram prendê-lo, distraí-lo. Tudo em vão. Quando ia chegan- do aquela hora, ele disparava para o compromisso assumido, todos os dias. Com o passar dos anos, as pessoas foram se esquecen- do do jovem soldado que não voltou. Casou-se a noiva do soldado com um primo, os familiares voltaram-se para outros familiares. Os amigos para outros amigos. Só o cachorro já velhíssimo (era jovem quando o jovem soldado partiu) continu- ou a esperá-lo na sua esquina. As pessoas estranhavam, mas quem esse cachorro está esperando? Uma tarde (era inverno) ele lá ficou, o focinho voltado para aquela direção. (Lygia Fagundes Telles. A disciplina do amor. Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 9a ed. 1998.Adaptado)