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Dentre as subfunções específicas da
administração de materiais, assinale a
alternativa que apresenta aquela que
verifica a aplicação das normas e dos
procedimentos estabelecidos para o
funcionamento da administração de
materiais em toda a organização,
analisando os desvios da política de
suprimento traçada pela administração e
proporcionando soluções.

A Transporte de material.
B Inspeção de suprimentos.
C Classificação de material.
D Padronização de material.
E Normalização de material.

Considerando que relacionamento
interpessoal se refere à interação entre
pessoas, qual é o aspecto dessa
interação no atendimento ao público que
recomenda como requisitos importantes,
para identificar o tipo de cliente e atendê-lo
da forma mais conveniente e eficaz
possível, olhar para o interlocutor e
acompanhar suas ponderações e
necessidades?

A Ter empatia.
B Ter percepção.
C Estar atualizado.
D Ser bom ouvinte.
E Ser eficiente na comunicação verbal.
Texto associado
Somos solidários?

Juremir
Machado da Silva

Um
cachorrinho entrou na
ambulância para
acompanhar o dono. Um desempregado
enfrentou
um pitbull para salvar uma criança.
Pessoas
servem refeições sob os viadutos para
moradores
em situações de rua. Uma mulher faz
protesto
solitário contra os bilhões destinados ao
fundo
eleitoral que alimentará campanhas
políticas
cheias de truques publicitários. Como é a
vida
nestes tempos trepidantes e
tecnológicos?

Estávamos
em Santa
Catarina numa linda
pequena praia numa zona de proteção
ambiental.
Ao final da tarde, conseguimos, contra
todas as
expectativas, um Uber para ir a uma praia
vizinha
com uma faixa de areia maior para
caminhar. O
motorista não podia nos esperar para o
retorno.
Tentamos obter um carro de aplicativo até
que os
celulares começaram a sinalizar que
ficariam sem
bateria. Era um bairro fashion de imensas
casas,
carros poderosos e muita gente nas ruas,
mas
nada de bares, salvo uma padaria. A
estrada de
volta para a nossa praia, cheia de curvas,
não
tinha acostamento. Era um convite para um
acidente.

Táxis não
havia. A noite caía no último dia do
ano. Parou uma camionete. Fui conversar
com o
motorista. Ele disse que estávamos na
mesma
pousada, a uns 15 minutos de carro dali,
mas que
não podia nos levar por ter pressa de
chegar a
uma festa, a uns 15 minutos na direção
contrária,
onde passaria a noite. Tratei de mostrar-
lhe que
entendia perfeitamente a situação. A
pousada não
tinha carro disponível que soubéssemos.
Ainda
assim, se nada rolasse, ligaríamos para
pedir
resgate. Tão perto e tão longe. Meu
celular se
apagou. O da Cláudia ainda resistia.
Surgiu, então,
a esposa do homem da camionete. Ela saía
da
padaria com as últimas encomendas para a
festa.
Ficou constrangida com a nossa situação.
Quando
já se preparavam para sair, ela nos acenou
com
um papel: o telefone de um senhor que
fazia
corridas na região.


Ligamos. O homem que atendeu nos
prometeu aparecer em 40 minutos. Será que
viria?
Enquanto esperávamos, sentados na calçada,
víamos gente passar. Ninguém parecia nos
notar.
Comecei a me sentir profundamente
infeliz.

Refletia:
eu teria levado
aquele homem à pousada
se fosse eu a estar de carro e ele a
procurar uma
saída para a bobagem em que se metera? É
fácil
acusar o egoísmo alheio quando se está em
apuros. Faltando dez minutos, usamos o
último
restinho de bateria para conferir com Seu
Antônio
se, de fato, ele viria. Confirmou. No
máximo em 20
minutos. Passaria por nós, acenaria,
seguiria na
direção oposta com passageiros e voltaria
para
nos pegar. Assim aconteceu.
Precisamente.

O nosso
problema era tão
pequeno. Mesmo
assim, desagradável. Como teríamos
resolvido se
o desconhecido Seu Antônio, fazendo
corridas
havia apenas 15 dias, não fosse um homem
de
palavra, que queria, além de tudo, apenas
20 reais
pela viagem? Aprendi algumas pequenas
coisas:
não confiar cegamente na sorte e em
aplicativos,
ter fé nos homens simples, negociar melhor
a volta
quando a ida já é duvidosa. Uma coisa
ainda não
resolvi: eu teria voltado para deixar o
outro na
pousada?

Disponível em:
<
https://www.correiodopovo.com.br/blogs/jur
emirmachado/somossolid%
C3%A1rios-1.392893 >. Acesso em: 25
jan.
2020.

De acordo com o conteúdo, a linguagem
e a estrutura do texto apresentado, é
correto afirmar que se trata de

A um conto, pois contempla todos os
elementos da narrativa, incluindo um enredo
denso e complexo.
B um artigo de opinião, já que há argumentos
referentes à falta de empatia para ajudar o
próximo.
C um relato noticioso, uma vez que o texto
busca contar um fato ocorrido, usando,
prioritariamente, a terceira pessoa do
discurso.
D uma crônica, visto que se parte de um fato
banal – estar na praia e precisar voltar à
pousada – para propor uma reflexão sobre
solidariedade.
E uma narração escolar, devido à presença de
vários personagens e diálogos.

Assinale a alternativa que apresenta os
casos em que é necessário o emprego de
aspas na redação oficial.

A Antes e depois de uma translineação que
apresente uma composição vocabular de até
três linhas, com utilização de itálico e para
uniformizar títulos, termos técnicos,
expressões fixas, definições,
exemplificações e assemelhados.
B Para unificar os elementos de palavras
compostas visando à separação das sílabas
da palavra em duas partes, mantendo o
sentido e para assegurar o entendimento de
um texto de mais de três linhas, com a
utilização de itálico em todo enunciado.
C Antes e depois de uma citação textual direta,
quando esta tem até três linhas, sem utilizar
itálico, e, quando necessário, para
diferenciar títulos, termos técnicos,
expressões fixas, definições,
exemplificações e assemelhados.
D Para diferenciação de citação textual indireta
que tenha a presença de ênclise ou
mesóclise em termos repetitivos e quando
for necessário o seu emprego na
evidenciação de termos técnicos de alta
relevância legislativa.
E Antes e depois de uma citação textual
indireta, quando esta tem mais de três
linhas, em itálico e quando permitir a
ausência de composição vocabular para
atender ao atributo da concisão na redação
transmitindo o máximo de informações com
o mínimo de palavras necessário.

A repartição das competências para a
prestação de serviço público ou de
utilidade pública pelas entidades estatais
opera segundo critérios técnicos e
jurídicos. Assinale a alternativa que
apresenta o elemento de definição que
afere se o serviço público é de
competência municipal.

A Critério da vontade pública soberana.
B Critério da autonomia administrativa.
C Critério da necessidade da população.
D Critério da predominância do interesse.
E Critério da exclusividade da administração.

Sobre a Lei Orgânica de Betim (MG),
assinale a alternativa correta.

A Um dos objetivos prioritários do Município de
Betim é preservar a moralidade
administrativa.
B Betim não se submete à Constituição de
Minas Gerais.
C Os objetivos republicanos não têm relação
com os objetivos de Betim.
D O poder municipal emana do prefeito eleito.
E Não cabe a Betim difundir a cultura.
Texto associado
Somos solidários?

Juremir
Machado da Silva

Um
cachorrinho entrou na
ambulância para
acompanhar o dono. Um desempregado
enfrentou
um pitbull para salvar uma criança.
Pessoas
servem refeições sob os viadutos para
moradores
em situações de rua. Uma mulher faz
protesto
solitário contra os bilhões destinados ao
fundo
eleitoral que alimentará campanhas
políticas
cheias de truques publicitários. Como é a
vida
nestes tempos trepidantes e
tecnológicos?

Estávamos
em Santa
Catarina numa linda
pequena praia numa zona de proteção
ambiental.
Ao final da tarde, conseguimos, contra
todas as
expectativas, um Uber para ir a uma praia
vizinha
com uma faixa de areia maior para
caminhar. O
motorista não podia nos esperar para o
retorno.
Tentamos obter um carro de aplicativo até
que os
celulares começaram a sinalizar que
ficariam sem
bateria. Era um bairro fashion de imensas
casas,
carros poderosos e muita gente nas ruas,
mas
nada de bares, salvo uma padaria. A
estrada de
volta para a nossa praia, cheia de curvas,
não
tinha acostamento. Era um convite para um
acidente.

Táxis não
havia. A noite caía no último dia do
ano. Parou uma camionete. Fui conversar
com o
motorista. Ele disse que estávamos na
mesma
pousada, a uns 15 minutos de carro dali,
mas que
não podia nos levar por ter pressa de
chegar a
uma festa, a uns 15 minutos na direção
contrária,
onde passaria a noite. Tratei de mostrar-
lhe que
entendia perfeitamente a situação. A
pousada não
tinha carro disponível que soubéssemos.
Ainda
assim, se nada rolasse, ligaríamos para
pedir
resgate. Tão perto e tão longe. Meu
celular se
apagou. O da Cláudia ainda resistia.
Surgiu, então,
a esposa do homem da camionete. Ela saía
da
padaria com as últimas encomendas para a
festa.
Ficou constrangida com a nossa situação.
Quando
já se preparavam para sair, ela nos acenou
com
um papel: o telefone de um senhor que
fazia
corridas na região.


Ligamos. O homem que atendeu nos
prometeu aparecer em 40 minutos. Será que
viria?
Enquanto esperávamos, sentados na calçada,
víamos gente passar. Ninguém parecia nos
notar.
Comecei a me sentir profundamente
infeliz.

Refletia:
eu teria levado
aquele homem à pousada
se fosse eu a estar de carro e ele a
procurar uma
saída para a bobagem em que se metera? É
fácil
acusar o egoísmo alheio quando se está em
apuros. Faltando dez minutos, usamos o
último
restinho de bateria para conferir com Seu
Antônio
se, de fato, ele viria. Confirmou. No
máximo em 20
minutos. Passaria por nós, acenaria,
seguiria na
direção oposta com passageiros e voltaria
para
nos pegar. Assim aconteceu.
Precisamente.

O nosso
problema era tão
pequeno. Mesmo
assim, desagradável. Como teríamos
resolvido se
o desconhecido Seu Antônio, fazendo
corridas
havia apenas 15 dias, não fosse um homem
de
palavra, que queria, além de tudo, apenas
20 reais
pela viagem? Aprendi algumas pequenas
coisas:
não confiar cegamente na sorte e em
aplicativos,
ter fé nos homens simples, negociar melhor
a volta
quando a ida já é duvidosa. Uma coisa
ainda não
resolvi: eu teria voltado para deixar o
outro na
pousada?

Disponível em:
<
https://www.correiodopovo.com.br/blogs/jur
emirmachado/somossolid%
C3%A1rios-1.392893 >. Acesso em: 25
jan.
2020.

A palavra destacada em “Era um bairro
fashion de imensas casas, carros
poderosos e muita gente nas ruas, mas
nada de bares, salvo uma padaria.”
indica uma circunstância de

A insatisfação.
B concessão.
C adversidade.
D conclusão.
E explicação.

Independente da ausência de consenso
em relação aos métodos de classificação
funcional, organizacional e por assuntos
de documentos, um plano de
classificação deve possuir três
qualidades. Assinale a alternativa que
apresenta a qualidade que afirma que o
plano de classificação de documentos
deve ser entendido pelo maior número de
pessoas possível.

A Expansibilidade.
B Uniformidade.
C Flexibilidade.
D Universalidade.
E Simplicidade.

Em relação aos tipos de
correspondência oficial, assinale a
alternativa que apresenta a ferramenta
eletrônica utilizada para a elaboração, a
redação, a alteração, o controle, a
tramitação, a administração e a gerência
das exposições de motivos com as
propostas de atos a serem encaminhadas
pelos Ministérios à Presidência da
República.

A Sistema de Ministérios Conectados de
Documentos Oficiais.
B Sistema de Geração e Tramitação de
Documentos Oficiais.
C Sistema de Redação e Alterações de
Documentos Oficiais.
D Sistema de Governo de Troca de
Documentos Oficiais.
E Sistema de Encaminhamento de
Documentos Oficiais.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre
as regras estatutárias dos funcionários
de Betim (MG).

A O funcionário poderá faltar ao serviço até 8
(oito) dias consecutivos por motivo de
casamento.
B O vencimento e o provento não sofrerão
descontos além dos previstos em lei.
C Ao funcionário licenciado para tratamento de
saúde que tiver de afastar-se do município,
por imposição de laudo médico oficial,
poderá ser concedido transporte.
D O funcionário poderá faltar ao serviço até 8
(oito) dias consecutivos por motivo de
falecimento do cônjuge, pais, filhos ou
irmãos.
E Ao cônjuge, ou, na falta dele, à pessoa que
provar ter feito despesas em virtude de
falecimento de funcionário, ainda que em
disponibilidade ou aposentado, será
concedido auxílio-funeral, correspondente a
um ano de vencimento ou provento.