QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
14 questões encontradas

A Instrução Normativa no 20, de 20 de junho de 2013, institui o Programa Nacional de Prevenção e Controle do Cancro Europeu
das Pomáceas (Neonectria galligena). É a principal medida de controle da doença:

A Realizar a poda dos cancros com uma distância aproximada de 1 metro do dano para que todo o tecido infectado seja
reparado.
B Fazer a remoção ou poda dos cancros, antes da poda de manutenção realizada no inverno e aplicação de fungicidas.
C Efetivar a remoção dos cancros somente com pulverização durante o ano todo, desconsiderando infecção de viveiro.
D Promover a poda dos cancros com aplicação apenas com fungicidas em pasta para proteger as folhas e caules das
árvores.
E Fazer a remoção dos cancros apenas em plantas jovens, pois nas mais velhas, dificilmente, a doença se propaga.
Órgão: Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário - Área Engenheiro Agrônomo Prova: FCC - AGED - Fiscal Estadual Agropecuário - Área Engenheiro Agrônomo - 2018

No campo da agronomia, os procedimentos que visam caracterizar a cultura da banana em correlação à situação da Sigatoka
Negra na Unidade da Federação devem ser realizados pelo Órgão Estadual de Defesa de Sanidade Vegetal, visando manter
uma área livre da Sigatoka Negra − Mycosphaerella fijiensis (Morelet) Deighton. De acordo com a Instrução Normativa no 17, de
31 de maio de 2005, Anexo I, são considerados alguns fatores:

A área livre de praga: área onde uma praga específica não ocorre, sendo esse fato demonstrado por evidência científica e na
qual, de forma apropriada, essa condição está sendo mantida oficialmente. Área infestada: área urbana ou rural, com a
delimitação de seus limites, onde foi detectada a praga.
B descrição da situação da cultura da banana na Unidade da Federação (área plantada, variedades cultivadas, estimativa de
produção, destino da produção, sistemas de cultivo − tecnologias aplicadas e procedimentos de colheita e pós-colheita,
quantidade de mão de obra empregada na cadeia produtiva − direta e indireta).
C sistema de mitigação de risco: integração de diferentes medidas de manejo de risco de pragas das quais pelo menos duas
atuam independentemente com efeito acumulativo, para atingir o nível apropriado de segurança fitossanitária.
D implantação do sistema de mitigação de risco poderá ser implantado nas áreas onde for detectada a presença da Sigatoka
Negra, possibilitando ao produtor a manutenção de sua atividade e comercialização do seu produto nas Unidades da
Federação.
E cadastramento da unidade de produção, cuidados no pós-colheita nas casas de embalagem, vistoria das casas de embalagem,
controles e relatórios.
Órgão: Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário - Área Engenheiro Agrônomo Prova: FCC - AGED - Fiscal Estadual Agropecuário - Área Engenheiro Agrônomo - 2018

De acordo com a Portaria da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão − AGED no 681, de 4 de setembro de
2017, considere:
É correto afirmar que

A as duas assertivas são corretas, sendo a segunda justificativa verdadeira da primeira.
B as duas assertivas são corretas, mas não apresentam relação entre si.
C as duas assertivas são falsas e não estabelecem coerência entre si.
D a primeira assertiva é falsa, e a segunda assertiva é parcialmente verdadeira.
E a primeira assertiva é verdadeira, e a segunda assertiva é falsa.
Órgão: Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário - Área Engenheiro Agrônomo Prova: FCC - AGED - Fiscal Estadual Agropecuário - Área Engenheiro Agrônomo - 2018

A Instrução Normativa MAPA no 6, de 7 de fevereiro de 2013, proíbe o trânsito de vegetais das espécies Citrus spp., Cocos
nucifera, Acacia sp., Azadirachta indica, Melia azedarach e Sorghum bicolor, hospedeiras do Ácaro Hindu dos Citrus
(Schizotetranychus hindustanicus), quando oriundas de Unidades da Federação onde seja constatada, por laudo laborato-rial
oficial, a presença da praga.

EXCETUAM-SE desta proibição os frutos

A Melia azedarach hidratados.
B Citrus spp. desidratados.
C Sorghum bicolor de origem europeia.
D Cocos nucifera secos e descascados.
E Azadirachta indica em gelatina.
Órgão: Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão Cargo: Fiscal Estadual Agropecuário - Área Engenheiro Agrônomo Prova: FCC - AGED - Fiscal Estadual Agropecuário - Área Engenheiro Agrônomo - 2018

A Instrução Normativa SDA no 17, de 7 de abril de 2006, aprova no âmbito do Programa Nacional de Sanidade Avícola - PNSA,
o Plano Nacional de Prevenção da Influenza Aviária e de Controle e Prevenção da Doença de Newcastle, abrangendo a
atividade de definir os parâmetros de equivalência de status sanitário e de níveis de eficiência na execução de atividades dos
serviços de defesa sanitária animal, sob a responsabilidade

A do Núcleo Internacional de Epizootias.
B do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal.
C do Departamento de Saúde Animal.
D da Coordenação do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional.
E da Coordenação-Geral de Apoio Laboratorial.

Conforme o Decreto no 9.013, de 29 de março de 2017, na inspeção post mortem as carcaças e os órgãos dos lagomorfos devem
ser condenados, caso sejam constatados pelos médicos veterinários:

A animais parasitados por Coenurus cerebralis (cenurose) quando acompanhadas de caquexia.
B hemoglobinúria bacilar, varíola, septicemia hemorrágica e febre catarral maligna.
C meningite cerebroespinhal, encefalomielite infecciosa, febre tifoide, durina, mal de cadeiras, azotúria, hemoglobinúria paroxística,
garrotilho e quaisquer outras doenças e alterações com lesões inflamatórias ou neoplasias malignas.
D lesões causadas por doenças hemorrágicas, além da ocorrência de mixomatose, tuberculose, pseudo-tuberculose, piosepticemia,
toxoplasmose, espiroquetose, clostridiose e pasteurelose.
E erisipela que apresente múltiplas lesões de pele, artrite agravada por necrose ou quando houver sinais de efeito sistêmico.

Com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva apícola, mediante estratégias de ações referentes à vigilância e à defesa sanitária
animal, foi instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Programa Nacional de Sanidade Apícola -
PNSAp. Tendo em vista a prevenção, diagnóstico, controle e erradicação de doenças e pragas capazes de causarem danos à
cadeia produtiva apícola, conforme a Instrução Normativa no 16, de 8 de maio de 2008, o PNSAp deve promover as seguintes
atividades:

A educação sanitária; estudos epidemiológicos; controle do trânsito; cadastramento, fiscalização e certificação sanitária; intervenção
imediata quando da suspeita ou ocorrência de doença ou praga de notificação obrigatória.
B autorizar as importações quando as abelhas rainhas e as operárias que as acompanham não tenham apresentado, no momento
de embarque, sinais clínicos de doenças contagiosas e parasitárias.
C aprovação do Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade do Mel e sua classificação.
D expedição de Certificado Veterinário Internacional para a Exportação de Abelhas Rainhas e Produtos Apícolas aos Estados
Partes.
E aprovar os regulamentos técnicos de identidade e qualidade de apitoxina, cera de abelha, geleia real, geleia real liofilizada,
pólen apícola, própolis e extrato de própolis; incorporar ao ordenamento jurídico nacional os Requisitos Zoossanitários
para a importação de abelhas rainhas e produtos apícolas destinados aos Estados Partes.

A Encefalopatia Espongiforme Bovina é uma zoonose fatal, transmissível aos humanos, com a ingestão de tecidos infectados.
Foi criado o Programa Nacional de Prevenção e Vigilância da Encefalopatia Espongiforme Bovina - PNEEB, composto por
subprogramas que atuam na cadeia epidemiológica. Especificamente tais subprogramas referem-se ao controle

I. da importação e seu monitoramento.

II. em estabelecimentos de abate de ruminantes.

III. de processadores de resíduos de origem animal.

IV. de alimentos para ruminantes, com fiscalização para prevenir a contaminação de alimentos destinados a esses animais
com produtos de origem animal proibidos.

Está correto o que se afirma em

A I, II, III e IV.
B III e IV, apenas.
C IV, apenas.
D II, apenas.
E III, apenas.

De acordo com a Instrução Normativa MAPA, no 3, de 17 de janeiro de 2000, os métodos de insensibilização para o abate humanitário
dos animais classificam-se em:

A método elétrico: pneumático atordoador; tanger com choque elétrico; uso da choupa; sangria (veia jugular e carótida), sem
estados de atordoamento ou insensibilização.
B monitoramento da posição dos eletrodos no caso de insensibilização elétrica; intervalos de tempo entre a contenção e o
fim da insensibilização e entre a insensibilização e a sangria; seção das artérias carótidas e/ou do tronco bicarótico.
C método de insensibilização através de pequeno golpe no crânio: efetuado com eficácia, de modo a resultar num estado de
consciência imediata; sangria; do cérebro, para identificar o efeito da ação mecânica.
D método mecânico percussivo penetrativo ou não penetrativo; elétrico ou eletronarcose; exposição à atmosfera controlada
com dióxido de carbono ou com mistura de dióxido de carbono e gases do ar, para levar a estados de atordoamento ou insensibilização.
E operação de sangria: os animais não devem ser tratados com crueldade; os animais não podem ser estressados desnecessariamente;
a sangria deve ser a mais rápida e completa possível; as contusões na carcaça devem ser mínimas; o
método de sangria deve ser higiênico, econômico e seguro para os operadores.