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O Paraná é o primeiro estado do Brasil a receber autonomia para administrar contratos de exploração de áreas dos portos organizados. Com a medida, a gestão dos arrendamentos de instalações portuárias, que antes era decidida pela Secretaria Nacional de Portos, passa a ser controlada pela empresa pública Portos do Paraná. O arrendamento consiste de um contrato de cessão de área para exploração privada da atividade portuária. O processo prevê a realização de editais de concorrência, leilão na Bolsa de Valores de São Paulo, gestão dos contratos e a fiscalização da execução desses contratos.
Internet: (com adaptações).
A receita gerada nos processos licitatórios referidos nesse texto será de propriedade

A da União.
B do estado do Paraná.
C da Secretaria Nacional de Portos.
D dos municípios portuários.
E da empresa pública Portos do Paraná.

As normas definidoras dos direitos e das garantias fundamentais

A são programáticas.
B têm aplicação imediata.
C estabelecem hierarquia entre os direitos previstos.
D vedam a ampliação de seu conteúdo por tratados internacionais.
E são listadas em rol taxativo na Constituição Federal de 1988 (CF).

Determinado ato de natureza geral praticado pela Corregedoria Geral da Justiça e pela Corregedoria da Justiça destina-se a aplicar, em casos concretos, os dispositivos legais atinentes à atividade funcional de magistrados, serventuários e funcionários da justiça. De acordo com o Código de Normas da Corregedoria Geral da Justiça, o referido ato é denominado

A provimento.
B instrução.
C portaria.
D ordem de serviço.

Segundo o Regimento Interno do TJ/PR, o órgão desse tribunal que é composto exatamente por vinte e cinco desembargadores é o

A Conselho da Magistratura, que exerce função regulamentadora e disciplinar.
B Conselho da Magistratura, que é subordinado ao Tribunal Pleno.
C Órgão Especial, que exerce, entre outras, as atribuições delegadas pelo Conselho da Magistratura.
D Órgão Especial, que exerce, entre outras, as competências privativas delegadas pelo Tribunal Pleno.
E Tribunal Pleno, órgão máximo do TJ/PR.

De acordo com a Lei Estadual n.º 14.277/2003 — Código de Organização e Divisão Judiciárias do Estado do Paraná —, a indicação de juiz diretor dos juizados especiais da capital do estado do Paraná para compor o Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais compete ao

A Conselho da Magistratura.
B corregedor geral da justiça.
C presidente do tribunal de justiça.
D órgão especial do tribunal de justiça.

De acordo com a Lei n.º 12.594/2012, que instituiu o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE), compete à União

A desenvolver e oferecer programas próprios de atendimento a adolescentes infratores.
B criar, desenvolver e manter programas para a execução de medida socioeducativa de internação.
C garantir a defesa técnica do adolescente a quem se atribua a prática de ato infracional.
D instituir e manter processo de avaliação dos sistemas de atendimento socioeducativo.

De acordo com o ECA, o conselho tutelar, ao tomar conhecimento de ameaça ou violação aos direitos de crianças e adolescentes, é competente, em regra, para determinar a

A inclusão da criança e(ou) do adolescente em programa oficial de proteção, apoio e promoção da família, da criança e do adolescente.
B destituição da tutela da criança e(ou) do adolescente.
C inclusão da criança e(ou) do adolescente em programa de acolhimento familiar.
D perda da guarda da criança e(ou) do adolescente.

Gabriel, brasileiro, com onze anos de idade e residente no Brasil, foi autorizado por seus pais a viajar desacompanhado para a Argentina, a fim de visitar familiares. Tal autorização foi formulada por escrito na presença de autoridade consular brasileira, que também assinou o documento.


Conforme a Resolução n.º 131/2011 do Conselho Nacional de Justiça, que dispõe sobre a concessão de autorização de viagem para o exterior de crianças e adolescentes brasileiros, Gabriel

A não poderá realizar a viagem, porque, nessas condições, é obrigatória autorização judicial, em razão de sua idade.
B não poderá realizar a viagem, porque a autorização assinada por seus pais não teve firma reconhecida.
C poderá realizar a viagem, desde que a autorização dos seus pais seja homologada por juiz competente.
D poderá realizar a viagem, pois a assinatura da autoridade consular valida a autorização de seus pais.