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Conforme posicionamento em recurso repetitivo julgado pelo STJ, relativamente a tributo estadual sujeito a lançamento por homologação, como o imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação (ICMS), a denúncia espontânea

A estará caracterizada nos casos de tributos declarados, porém não pagos a tempo pelo contribuinte.
B não estará caracterizada nos casos de tributos declarados, porém pagos em dia pelo contribuinte, ainda que o pagamento seja integral.
C estará caracterizada nos casos de tributos declarados, porém pagos a destempo pelo contribuinte, desde que o pagamento seja integral.
D não estará caracterizada nos casos de tributos declarados, porém pagos a destempo pelo contribuinte, ainda que o pagamento seja integral.
E estará caracterizada nos casos de tributos declarados, porém pagos em dia pelo contribuinte, ainda que o pagamento seja parcial.

Consoante entendimento do STF em repercussão geral acerca da incidência da contribuição previdenciária patronal sobre os pagamentos de um terço sobre as férias estabelecido pela CF, é correto afirmar que tal contribuição incide

A sobre as férias indenizadas apenas quando o empregador for empresa privada.
B tanto sobre as férias gozadas quanto sobre as indenizadas.
C sobre as férias gozadas apenas quando o empregador for empresa privada.
D sobre as férias gozadas, mas não sobre as indenizadas.
E sobre as férias indenizadas, mas não sobre as gozadas.

De acordo com a Lei Complementar n.º 116/2003, cabe ao município em que esteja sediada a empresa cobrar imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISSQN), quando se tratar de serviços

A de conservação de vias e logradouros públicos.
B de instalação de andaimes.
C de execução de obra.
D de engenharia.
E de execução de limpeza de imóveis e piscinas.

João faleceu e deixou patrimônio no valor de um milhão de reais. Ao tempo do seu óbito, em janeiro de 2024, estavam vivos os seguintes descendentes de João: seus filhos Pedro e Marcos; sua neta, Cleide; e seus bisnetos, Marcelo e Milena. Cleide é filha de Antônio, falecido em 2020, e Marcelo e Milena são filhos de Priscila, morta em 2022, que, por sua vez, era filha de Antônio. Nessa situação hipotética, em conformidade com o Código Civil, serão contemplados na sucessão de João

A Pedro, Marcos, Cleide, Marcelo e Milena, cabendo a cada um dos dois primeiros um terço da herança, à terceira um sexto da herança e às duas últimas um doze avos da herança.
B Pedro, Marcos, Cleide e Priscila, cabendo a cada um dos dois primeiros um terço da herança e a cada uma das duas últimas um sexto da herança.
C apenas Pedro e Marcos, cabendo a cada um deles metade da herança.
D apenas Pedro, Marcos e Antônio, cabendo a cada um deles um terço da herança.
E apenas Pedro, Marcos e Cleide, cabendo a cada um deles um terço da herança.

Determinado testamento particular foi assinado pelo testador e pelas testemunhas em momentos e locais distintos, tendo sido confeccionado segundo a livre manifestação de vontade do testador, que gozava de pleno discernimento. Em face de casos como o descrito nessa situação hipotética, o STJ tem considerado o testamento

A válido, por se limitar a vícios puramente formais, relacionados a aspectos internos, não havendo comprometimento do conteúdo do testamento particular.
B nulo, ante a presença de vícios formais, não sendo possível haver seu aproveitamento.
C anulável, ante a presença de vícios formais, podendo ser aproveitado caso não haja impugnação no prazo decadencial.
D válido, por se limitar a vícios puramente formais, relacionados a aspectos externos, não havendo comprometimento do conteúdo do testamento particular.
E anulável, ante a presença de vícios formais, podendo ser aproveitado caso não haja impugnação no prazo prescricional.

Após o reconhecimento da paternidade, o pai propôs ao filho reconhecido pagar-lhe uma indenização desde que este aceitasse ser excluído da condição de herdeiro, de modo a não participar da futura sucessão do ascendente quando esta for aberta. O negócio deveria ser formalizado por meio de uma renúncia antecipada quanto ao quinhão hereditário que o filho reconhecido teria direito na sucessão futura. Aceita a proposta, houve a homologação judicial da transação formalizada pelas partes. Nessa situação hipotética, de acordo com entendimento do STJ, a referida transação é

A válida, pois, ainda que diga respeito a direito indisponível, a homologação judicial impede o reconhecimento do vício.
B ineficaz, pois herança de pessoa viva não pode ser objeto de contrato.
C válida, pois diz respeito a direito disponível.
D nula, pois herança de pessoa viva não pode ser objeto de contrato.
E anulável, pois herança de pessoa viva não pode ser objeto de contrato.

Assinale a opção correta acerca da revogação do testamento, conforme entendimento do STJ.

A Não se admite revogação tácita.
B Não se admite revogação parcial.
C Dá-se a revogação tácita quando houver evidente inconsistência, decorrente de incompatibilidade de conteúdo, entre um novo testamento e o testamento anterior.
D A revogação exige a presença de cláusula específica e expressa no novo testamento, dispondo acerca de determinado conteúdo igualmente previsto em testamento anterior.
E A revogação parcial é presumida, razão por que não precisa constar do testamento cláusula revogatória expressa.

No que se refere à doação inoficiosa, assinale a opção correta conforme o entendimento do STJ.

A O termo inicial da contagem do prazo decadencial da mencionada doação dá-se a partir da data do negócio jurídico impugnado.
B O termo inicial da contagem do prazo prescricional da doação inoficiosa dá-se a partir da data do negócio jurídico impugnado.
C A referida doação não se submete à contagem de prazo prescricional ou decadencial.
D O termo inicial da contagem do prazo decadencial dessa doação dá-se a partir da data da abertura da sucessão.
E O termo inicial da contagem do prazo prescricional da doação em questão dá-se a partir da data da abertura da sucessão.

Segundo entendimento do STJ, o reconhecimento da renúncia da herança deve-se dar de modo expresso e

A solene, sendo necessária a adoção da forma de escritura pública ou termo judicial, sob pena de nulidade.
B pode ser realizada por meio de instrumento particular, dada a inexistência de prescrição legal quanto à forma a ser adotada.
C solene, sendo necessária a forma de escritura pública, sob pena de anulabilidade.
D solene, havendo necessidade de se adotar a forma do termo judicial, sob pena de nulidade.
E solene, havendo necessidade de se adotar a forma do termo judicial, sob pena de anulabilidade.

De acordo com o STJ, na hipótese de o contrato escrito convivencial de união estável deixar de dispor sobre o regime de bens, aplica-se o regime da

A comunhão parcial de bens.
B separação obrigatória de bens.
C separação convencional de bens.
D participação final dos aquestos.
E comunhão universal de bens.