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20.104 questões encontradas

Ao entrar em uma loja de
eletrodomésticos, Carlos observou o
preço de dois refrigeradores de ar de
mesma potência, porém de marcas
diferentes. Também observou que o
preço do refrigerador de ar da marca A é
1/3
maior que o preço do refrigerador de ar
da marca B. Como Carlos já sabia que o
refrigerador da marca A tem um
desempenho melhor que o refrigerador
da marca B, optou por comprar o
refrigerador da marca A. Além disso,
esses preços observados por Carlos são
para compras efetuadas à vista, não
havendo outras opções. Sabendo que a
diferença dos preços desses dois
refrigeradores de ar, nessa loja, é igual a
R$ 400,00, é correto afirmar que

A nas condições citadas, o preço do
refrigerador da marca A é igual a R$
1.700,00.
B nas condições citadas, mesmo que Carlos
tivesse disponível para essa compra
somente a quantia de R$ 1.400,00, ele
poderia comprar tanto o refrigerador de ar da
marca A como o refrigerador de ar da marca
B.
C nas condições citadas, o preço do
refrigerador da marca B é
3/4
do preço do
refrigerador da marca A.
D nas condições citadas, com a quantia de R$
2.500,00, Carlos compraria os dois
refrigeradores de a
E nas condições citadas, o preço do
refrigerador da marca B é igual a R$
1.100,00.

Em relação ao nazismo, assinale a
alternativa INCORRETA.

A O nazismo se desenvolveu a partir das
influências de ideias pangermânicas, do
movimento nacionalista alemão e de grupos
paramilitares anticomunistas.
B O nazismo tinha como objetivo superar as
divisões sociais para criar uma sociedade
homogênea em termos de raça, buscando
unidade nacional e tradicionalismo.
C O nazismo apoiava teorias como o
darwinismo social, sendo que os povos
germânicos eram descritos como os mais
puros da raça ariana e eram, portanto, vistos
como a "raça superior".
D Normalmente é caracterizado como uma
forma de fascismo que incorpora o racismo
científico e o antissemitismo.
E No início dos anos 1920, Adolf Hitler assume
o controle do Partido Nacional-Socialista dos
Trabalhadores Alemães, rebatizando-o para
Partido Nazista, pautando-se em ideais
inspiradas no liberalismo e na democracia.

De acordo com a Lei nº 8.072/1990, são considerados hediondos os seguintes crimes, EXCETO

A tentativa de estupro de vulnerável.
B epidemia com resultado morte.
C furto qualificado pelo emprego de explosivo ou de artefato análogo que cause perigo comum.
D corrupção passiva.
E tentativa de roubo qualificado pelo resultado lesão corporal grave ou morte.
Órgão: Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania de Roraima Cargo: Agente Penitenciário (polícia penal) Prova: Instituto AOCP - SEJUC RR - Agente Penitenciário (polícia penal) - 2020

Em relação à Lei n° 8.080/90, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. É obrigatório aos municípios constituir consórcios para desenvolver, em conjunto, as ações e os serviços de saúde que lhes correspondam.
II. As ações e serviços de saúde, executados pelo Sistema Único de Saúde, seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, serão organizados de forma regionalizada e hierarquizada em níveis de complexidade decrescente.
III. No nível municipal, o Sistema Único de Saúde poderá organizar-se em distritos de forma a integrar e articular recursos, técnicas e práticas voltadas para a cobertura total das ações de saúde.
IV. Serão criadas comissões intersetoriais de âmbito nacional, subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde, integradas pelos ministérios e órgãos competentes e por entidades representativas da sociedade civil.

A I, II, III e IV.
B Apenas I e II.
C Apenas II e III.
D Apenas II e IV.
E Apenas III e IV.
Órgão: Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Cargo: Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva - Área de Concentração: Planejamento e Gestão em Saúde - Área: Saúde Coletiva Prova: Instituto AOCP - SESAB - Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva - Área de Concentração: Planejamento e Gestão em Saúde - Área: Saúde Coletiva - 2020
Texto associado
ENTÃO, ADEUS!

Lygia Fagundes Telles

Isto aconteceu na Bahia, numa tarde em que eu visitava a mais antiga e arruinada igreja que encontrei por lá, perdida na última rua do último bairro. Aproximou-se de mim um padre velhinho, mas tão velhinho, tão velhinho que mais parecia feito de cinza, de teia, de bruma, de sopro do que de carne e osso. Aproximou-se e tocou o meu ombro:
— Vejo que aprecia essas imagens antigas — sussurrou-me com sua voz débil. E descerrando os lábios murchos num sorriso amável: – Tenho na sacristia algumas preciosidades. Quer vê-las?
Solícito e trêmulo foi-me mostrando os pequenos tesouros da sua igreja: um mural de cores remotas e tênues como as de um pobre véu esgarçado na distância; uma Nossa Senhora de mãos carunchadas e grandes olhos cheios de lágrimas; dois anjos tocheiros que teriam sido esculpidos por Aleijadinho, pois dele tinham a inconfundível marca nos traços dos rostos severos e nobres, de narizes já carcomidos… Mostrou-me todas as raridades, tão velhas e tão gastas quanto ele próprio. Em seguida, desvanecido com o interesse que demonstrei por tudo, acompanhou-me cheio de gratidão até a porta.
— Volte sempre — pediu-me.
— Impossível — eu disse. — Não moro aqui, mas, em todo o caso, quem sabe um dia… — acrescentei sem nenhuma esperança.
— E então, até logo! — ele murmurou descerrando os lábios num sorriso que me pareceu melancólico como o destroço de um naufrágio.
Olhei-o. Sob a luz azulada do crepúsculo, aquela face branca e transparente era de tamanha fragilidade, que cheguei a me comover. Até logo?… “Então, adeus!”, ele deveria ter dito. Eu ia embarcar para o Rio no dia seguinte e não tinha nenhuma ideia de voltar tão cedo à Bahia. E mesmo que voltasse, encontraria ainda de pé aquela igrejinha arruinada que achei por acaso em meio das minhas andanças? E mesmo que desse de novo com ela, encontraria vivo aquele ser tão velhinho que mais parecia um antigo morto esquecido de partir?!…
Ouça, leitor: tenho poucas certezas nesta incerta vida, tão poucas que poderia enumerálas nesta breve linha. Porém, uma certeza eu tive naquele instante, a mais absoluta das certezas: “Jamais o verei.” Apertei-lhe a mão, que tinha a mesma frialdade seca da morte.
— Até logo! – eu disse cheia de enternecimento pelo seu ingênuo otimismo.
Afastei-me e de longe ainda o vi, imóvel no topo da escadaria. A brisa agitava-lhe os cabelos ralos e murchos como uma chama prestes a extinguir-se. “Então, adeus!”, pensei comovida ao acenar-lhe pela última vez. “Adeus.”
Nesta mesma noite houve o clássico jantar de despedida em casa de um casal amigo. E, em meio de um grupo, eu já me encaminhava para a mesa, quando de repente alguém tocou o meu ombro, um toque muito leve, mais parecia o roçar de uma folha seca.
Voltei-me. Diante de mim, o padre velhinho sorria.
— Boa noite!
Fiquei muda. Ali estava aquele de quem horas antes eu me despedira para sempre.
— Que coincidência… — balbuciei afinal. Foi a única banalidade que me ocorreu dizer.— Eu não esperava vê-lo… tão cedo.
Ele sorria, sorria sempre. E desta vez achei que aquele sorriso era mais malicioso do que melancólico. Era como se ele tivesse adivinhado meu pensamento quando nos despedimos na igreja e agora então, de um certo modo desafiante, estivesse a divertir-se com a minha surpresa. “Eu não disse até logo?”, os olhinhos enevoados pareciam perguntar com ironia.
Durante o jantar ruidoso e calorento, lembrei-me de Kipling. “Sim, grande e estranho é o mundo. Mas principalmente estranho…”
Meu vizinho da esquerda quis saber entre duas garfadas:
— Então a senhora vai mesmo nos deixar amanhã?
Olhei para a bolsa que tinha no regaço e dentro da qual já estava minha passagem de volta com a data do dia seguinte. E sorri para o velhinho lá na ponta da mesa.
— Ah, não sei… Antes eu sabia, mas agora já não sei.

Disponível em:
Acesso em: 06 jul. 2020.

No trecho “Sim, grande e estranho é o mundo. Mas principalmente estranho…”, a narradora

A realça os acontecimentos inexplicáveis.
B nega a grandeza do mundo.
C admite que o mundo é pequeno, devido às coincidências com que se depara.
D reflete sobre as situações vividas por pessoas diferentes ao redor do mundo.
E defende que é mais fácil conviver em cidades menores.
Órgão: Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania de Roraima Cargo: Agente Penitenciário (polícia penal) Prova: Instituto AOCP - SEJUC RR - Agente Penitenciário (polícia penal) - 2020

Referente aos fundamentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, é correto afirmar que

A a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico, e a gestão dos recursos hídricos deve ser centralizada no Poder Público nas esferas Federal, Estadual e Municipal.
B a água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico e, em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais.
C a bacia hidrográfica é a unidade territorial para implementação da Política Nacional Ambiental, uma gestão por meio do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.
D a água é um bem de domínio público, limitado, dotado de valor econômico e deve ser utilizado para a geração de energia e desenvolvimento urbano
E a gestão dos recursos hídricos deve sempre proporcionar o uso múltiplo das águas, priorizando sua utilização para consumo humano e geração de energia.

Sobre as licenças previstas no Estatuto
dos Funcionários da Prefeitura Municipal
de Betim (MG), assinale a alternativa
correta.

A O funcionário estável poderá obter licença
sem vencimentos, para o trato de interesses
particulares, pelo prazo máximo de 2 (dois)
anos.
B A licença para tratamento de saúde será a
pedido ou de ofício, mas só no primeiro caso
é indispensável a inspeção médica, que
deverá realizar-se, sempre que necessário,
na residência do funcionário.
C A licença por motivo de doença em pessoa
da família será concedida com vencimentos
integrais durante os 6 (seis) primeiros
meses.
D Será concedida licença à servidora gestante
por um período de 180 (cento e oitenta) dias
consecutivos, sem prejuízo da remuneração,
mediante inspeção médica, e poderá ter
início no primeiro dia do sétimo mês da
gestação, independentemente de prescrição
médica.
E Ao funcionário convocado para o serviço
militar e outros encargos de segurança
nacional será concedida licença sem
vencimento.
Texto associado
“O último baobá”, conheça a lenda
africana

sobre o renascimento da
esperança


Ninguém
acreditava mais nas antigas lendas. Os
narradores que se sentavam embaixo do baobá
a
desemaranhar longas histórias, protegidos
pelas estrelas, já tinham partido quando a
areia chegou.


As
palavras
estavam caladas.


Ninguém mais
acreditava em um céu protetor. África era um
enorme lençol amarelo. A areia, grão a grão,
tinha construído um grande deserto.
Interminável. Ninguém percebeu, ou ninguém
quis se dar conta.


A
desolação chegou
em silêncio. Aconteceu quando os glaciais se
esvaneceram em uma queixa interminável,
quando os ursos e as baleias se converteram
em recordação, quando as águias perderam o
rumo.

O céu, cansado da torpeza da
humanidade, se
refugiou em outro céu, mais distante. Fugiu.
Não podia mais proteger a terra.


O velho
tinha visto
as pessoas partirem, os mais jovens em
direção ao norte, os mais fracos em direção
à
escuridão.

Sentiu uma nostalgia distante o
invadir
lentamente. O velho narrador, embaixo do
último baobá, contou uma lenda antiga.
Nela,
falava do nascimento das estrelas, da
luz, do mundo… Mas não havia ninguém mais
disposto a escutar um velho prosador. Olhou
em torno, procurando algum ouvido. África,
rio amarelo, estava rodeada de silêncio.
Buscou uma estrela perdida, no céu só havia
escuridão.
O
velho apoiou as costas cansadas no tronco
dolorido do baobá. Casca com casca. Pele
rachada, alma dolorida.

A árvore da vida estremeceu. O vento
dava
rajadas contra a areia carbonizada. Tinha
que
partir. Sabia que tudo se acabava. O último
baobá e a última voz da África iriam embora
juntos. Abriu o punho. Trêmulo, contemplou a
semente diminuta que havia guardado tanto
tempo. A semente da esperança.


Olhou a
árvore. Era
o momento. Não se pode atrasar a retirada.


Separou a
areia até
chegar à terra. Virou a mão e, pela linha da
vida, girou a semente até encontrar um
sulco.


O baobá
havia
aberto a casca e do oculto coração brotou a
água milagrosa. A árvore era a vida.

O velho
voltou a fazer
crescer baobás grandiosos como gigantes que
beijavam as nuvens. Agora, sobre os
escritórios, nos telhados, sobre as avenidas
e os trens; nos beirais, sobre comércios,
bancos e ministérios crescem trepadeiras
coloridas. Embaixo delas, está escondida a
destruição como uma lembrança dolorosa.

Adaptado de
https://www.revistapazes.com/o-ultimo-baoba-
conheca-a-lenda-africana-sobre-o-
renascimento-da-esperanca/

Os termos destacados, em “Virou a mão e, pela linha da vida, girou a semente até encontrar um sulco .”. poderiam ser substituídos, sem alteração significativa de sentido no contexto apresentado, por

A uma fenda.
B um suco.
C uma água.
D uma raiz.
E um sumo.

O Plano Nacional de Educação (PNE) foi
criado com o intuito de traçar diretrizes e
metas no período de 2014 a 2024 para a
educação em nosso país. Dentre as 20
metas propostas com o intuito de que
estas sejam cumpridas até 2024, na meta
4, é proposto Universalizar, para a
população de 4 a 17 anos com
deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades ou
superdotação, o acesso à educação
básica e ao atendimento educacional
especializado, preferencialmente na rede
regular de ensino, com a garantia de
sistema educacional inclusivo, de salas
de recursos multifuncionais, classes,
escolas ou serviços especializados,
públicos ou conveniados. Em relação à
meta 4, analise as assertivas e assinale a
alternativa que aponta a(s) corretas(s).

I. Promover, no prazo de vigência deste
PNE, a universalização do atendimento
escolar à demanda manifesta pelas
famílias de crianças de 0 (zero) a 3 (três)
anos com deficiência, transtornos
globais do desenvolvimento e altas
habilidades ou superdotação, observado
o que dispõe a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, que estabelece as
diretrizes e bases da educação nacional.

II. Implantar, ao longo deste PNE, salas de
recursos multifuncionais e fomentar a
formação continuada de professores e
professoras para o atendimento
educacional especializado nas escolas
urbanas, do campo, indígenas e de
comunidades quilombolas.

III. Garantir atendimento educacional
especializado em salas de recursos
multifuncionais, classes, escolas ou
serviços especializados, públicos ou
conveniados, nas formas complementar
e suplementar, a todos(as) alunos(as)
com deficiência, transtornos globais do
desenvolvimento e altas habilidades ou
superdotação, matriculados na rede
pública de educação básica, conforme
necessidade identificada por meio de
avaliação, ouvidos a família e o aluno.

IV. Estimular a criação de centros
multidisciplinares de apoio, pesquisa e
assessoria, articulados com instituições
acadêmicas e integrados por
profissionais das áreas de saúde,
assistência social, pedagogia e
psicologia, para apoiar o trabalho dos(as)professores da educação básica com
os(as) alunos(as) com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento
e altas habilidades ou superdotação.

A Apenas I e II.
B Apenas II e IV.
C Apenas III.
D Apenas I, II e IV.
E I, II, III e IV.
Texto associado
“O último baobá”, conheça a lenda
africana

sobre o renascimento da
esperança


Ninguém
acreditava mais nas antigas lendas. Os
narradores que se sentavam embaixo do baobá
a
desemaranhar longas histórias, protegidos
pelas estrelas, já tinham partido quando a
areia chegou.


As
palavras
estavam caladas.


Ninguém mais
acreditava em um céu protetor. África era um
enorme lençol amarelo. A areia, grão a grão,
tinha construído um grande deserto.
Interminável. Ninguém percebeu, ou ninguém
quis se dar conta.


A
desolação chegou
em silêncio. Aconteceu quando os glaciais se
esvaneceram em uma queixa interminável,
quando os ursos e as baleias se converteram
em recordação, quando as águias perderam o
rumo.

O céu, cansado da torpeza da
humanidade, se
refugiou em outro céu, mais distante. Fugiu.
Não podia mais proteger a terra.


O velho
tinha visto
as pessoas partirem, os mais jovens em
direção ao norte, os mais fracos em direção
à
escuridão.

Sentiu uma nostalgia distante o
invadir
lentamente. O velho narrador, embaixo do
último baobá, contou uma lenda antiga.
Nela,
falava do nascimento das estrelas, da
luz, do mundo… Mas não havia ninguém mais
disposto a escutar um velho prosador. Olhou
em torno, procurando algum ouvido. África,
rio amarelo, estava rodeada de silêncio.
Buscou uma estrela perdida, no céu só havia
escuridão.
O
velho apoiou as costas cansadas no tronco
dolorido do baobá. Casca com casca. Pele
rachada, alma dolorida.

A árvore da vida estremeceu. O vento
dava
rajadas contra a areia carbonizada. Tinha
que
partir. Sabia que tudo se acabava. O último
baobá e a última voz da África iriam embora
juntos. Abriu o punho. Trêmulo, contemplou a
semente diminuta que havia guardado tanto
tempo. A semente da esperança.


Olhou a
árvore. Era
o momento. Não se pode atrasar a retirada.


Separou a
areia até
chegar à terra. Virou a mão e, pela linha da
vida, girou a semente até encontrar um
sulco.


O baobá
havia
aberto a casca e do oculto coração brotou a
água milagrosa. A árvore era a vida.

O velho
voltou a fazer
crescer baobás grandiosos como gigantes que
beijavam as nuvens. Agora, sobre os
escritórios, nos telhados, sobre as avenidas
e os trens; nos beirais, sobre comércios,
bancos e ministérios crescem trepadeiras
coloridas. Embaixo delas, está escondida a
destruição como uma lembrança dolorosa.

Adaptado de
https://www.revistapazes.com/o-ultimo-baoba-
conheca-a-lenda-africana-sobre-o-
renascimento-da-esperanca/

Analise o pronome destacado, em “O céu, cansado da torpeza da humanidade, se refugiou em outro céu, mais distante.”, e assinale o que for correto.

A O termo destacado é um pronome que indica posse.
B O pronome destacado, para adequar-se às regras de colocação pronominal, deveria ser utilizado após o verbo “refugiou”, formando “refugiou-se”, visto que não é correto utilizá-lo diretamente após vírgulas.
C “Se” é um pronome pessoal do caso reto, pois se refere ao sujeito da oração, “O céu”.
D “Se”, no contexto apresentado, é um pronome demonstrativo, pois serve para demonstrar a localização do refúgio do céu.
E “Se” é um pronome indefinido, já que não é possível saber a que termo da oração ele se relaciona.
Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo Cargo: Técnico Operador de Sonorização e Iluminação Prova: Instituto AOCP - Prefeitura de Novo Hamburgo - Técnico Operador de Sonorização e Iluminação - 2020