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De acordo com a BNCC para o componente de ensino religioso, são considerados espaços sagrados para a prática coletiva de rituais religiosos

I as igrejas, as sinagogas e as mesquitas.
II os santuários e os caminhos.
III as montanhas, os mares, os rios e as florestas.

Assinale a opção correta.

A Apenas o item I está certo.
B Apenas o item II está certo.
C Apenas os itens I e III estão certos.
D Apenas os itens II e III estão certos.
E Todos os itens estão certos.
Órgão: Secretaria da Educação, do Esporte e da Cultura de Sergipe Cargo: Professor - Área: Ensino Religioso Prova: CESPE/CEBRASPE - SEED SE - Professor - Área: Ensino Religioso - 2026

Uma das marcas da formação social brasileira foi a escravidão de pessoas de origem africana, as quais chegavam ao Brasil por meio de viagens arriscadas em embarcações insalubres. Nesse contexto, a extinção do tráfico transatlântico de africanos para o Brasil

A contou com o apoio senhorial tanto dos proprietários de pessoas escravizadas quanto dos próprios traficantes, reunidos em associações de classe, sensibilizados com os apelos humanitários oriundos da Revolução Francesa.
B foi antecedido pela Lei do Ventre Livre, que indicou a pretensão de não apenas eliminá-lo, mas também de abolir a escravidão.
C foi um passo importante para a industrialização do Brasil, ao criar um amplo mercado consumidor a ser abastecido pela indústria nacional.
D foi antecedida pela extinção do mesmo tráfico para vários países latino-americanos, colônias europeias ainda existentes e mesmo para os Estados Unidos da América.
E foi uma decisão soberana brasileira, tomada diante da ausência de pressões estrangeiras, aprovada pelo parlamento a partir da mobilização da opinião pública nacional.
Texto associado
Texto 5A2-I

“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública, gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).

O texto 5A2-1 afirma que a filosofia é útil porque ajuda a abandonar ingenuidades e preconceitos do senso comum. No ensino de filosofia, isso significa que o professor deve

A estimular a repetição das opiniões comuns da sociedade.
B incentivar a aceitação das ideias dominantes sem questionamentos.
C priorizar apenas conteúdos clássicos, desconsiderando a realidade atual.
D desenvolver práticas de análise racional e crítica de discursos e contextos.
E focar unicamente na memorização de conceitos filosóficos.
Texto associado
Texto 5A2-I

“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública, gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).

Com base no texto 5A2-I, assinale a opção que apresenta o recurso didático adequado ao processo de formação crítica dos alunos.

A exposição de conceitos filosóficos desconectados do cotidiano
B exercícios repetitivos de memorização de autores
C discussão de ideias exclusivamente com base em opiniões pessoais
D apenas aulas expositivas sem participação discente
E leituras filosóficas articuladas a análises de questões sociais contemporâneas
Texto associado
Texto 5A2-I

“A filosofia é uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. Essa afirmação, muito conhecida e divulgada, tem um sentido muito preciso: a filosofia não serve para coisa alguma. Essa imagem da filosofia encontra-se presente entre os alunos do ensino médio, marcados pelo modelo instrumental de educação e pela figura dos exames vestibulares como fim último da existência escolar. Curiosamente, porém, eles também costumam considerar a filosofia como um conjunto de opiniões e valores pessoais, que orientam a conduta, o julgamento e o pensamento de alguém, variando de indivíduo para indivíduo — cada um tem “a sua filosofia”. Como quebrar essas imagens? Ou melhor, como fazer com que os alunos percebam que essas imagens não são absurdas, mas que seu sentido não é exatamente aquele com que se acostumaram? Talvez o ponto de partida mais interessante seja fazer uma abordagem filosófica dessas imagens, mas sem avisar aos alunos de que estão entrando no universo da filosofia. Nesse sentido, o primeiro momento de iniciação à filosofia seria perguntar: o que é o útil? Se abandonar a ingenuidade e os preconceitos do senso comum for útil; se não se deixar guiar pela submissão às ideias dominantes e aos poderes estabelecidos for útil; se for útil compreender criticamente nosso presente [...] então podemos dizer que a filosofia é o mais útil de todos os saberes de que os seres humanos são capazes.

Marilena Chauí. A filosofia no ensino médio. In: Marilena Chauí. Em defesa da educação pública, gratuita e democrática. São Paulo: Autêntica Editora, 2018, p. 558-568 (com adaptações).

Segundo a BNCC, o ensino de filosofia deve promover autonomia intelectual e capacidade de argumentação. Essa afirmação se alinha ao exposto no texto 5A2-I porque ambos

A negam o papel ético e político da reflexão filosófica.
B reforçam a necessidade de submissão às ideias dominantes.
C defendem que a filosofia é útil apenas para compreender fatos passados.
D consideram a filosofia incompatível com interpretações sobre a realidade.
E propõem que a filosofia deve desenvolver uma crítica do mundo social e cultural.

Assinale a opção correta em relação à compreensão filosófica de Francis Bacon e René Descartes, expoentes de duas das principais correntes da filosofia moderna europeia.

A Em sua concepção racionalista do conhecimento, Bacon toma como primeira verdade inabalável a certeza de sua existência como ser pensante.
B Segundo o racionalista Descartes, a dúvida corresponde a um empecilho negligenciável no processo de obtenção de conhecimentos seguros.
C Como expoente do empirismo, Descartes considerava que os sentidos desempenhavam um papel inferior na apreensão do conhecimento.
D Segundo o filósofo empirista Francis Bacon, a ciência deve ser protagonizada por uma indução baseada na observação e na experiência.
E Partidário do empirismo filosófico, Bacon acreditava que a dedução desempenhava um papel primordial na obtenção do conhecimento científico.
Texto associado
O projeto de construção de uma ferrovia estadual prevê a utilização de biossólidos oriundos de estações de tratamento de esgoto sanitário para a recuperação de áreas degradadas (taludes) ao longo da faixa de domínio.

Considerando a situação hipotética precedente, julgue os itens a seguir, com base no disposto nas Resoluções CONAMA n.º 237/1997 e n.º 498/2020.

A competência para o licenciamento ambiental caberá ao IBAMA caso os impactos ambientais diretos do empreendimento ultrapassem os limites territoriais de um ou mais estados.

C Certo
E Errado

Assinale a opção que corresponde a uma prática pedagógica correta de acordo com a BNCC para o componente de ensino religioso

A estimular a análise de narrativas e códigos morais de diferentes tradições, tomando como base as perspectivas das ciências humanas e sociais
B utilizar as novas tecnologias de informação e comunicação (NTIC), como vídeos e textos de diferentes tradições religiosas, para subsidiar o debate sobre a hierarquização das crenças
C focar o diálogo em metodologias de evangelização, visando a estimular a adesão dos alunos à religião com maior representatividade na comunidade escolar
D realizar pesquisa para definir as manifestações religiosas mais presentes entre os alunos e, a partir do resultado, organizar atividades abordando as três mais votadas
E analisar, a partir de vídeos, as opiniões de personalidades religiosas diante de temas polêmicos, como a pena de morte e o aborto
Órgão: Secretaria da Educação, do Esporte e da Cultura de Sergipe Cargo: Professor - Área: Ensino Religioso Prova: CESPE/CEBRASPE - SEED SE - Professor - Área: Ensino Religioso - 2026

O ensino escolar de biologia deve promover a compreensão crítica dos processos vitais e subsidiar escolhas responsáveis que impactem a coletividade. Considerando-se essa função social, é esperado que, mediante o conhecimento construído no ensino escolar de biologia, o estudante seja capaz, por exemplo, de

A adotar modelos biológicos para aprimorar técnicas de modificação intensiva de organismos.
B empregar conceitos biológicos para justificar padrões sociais hierarquizados.
C mobilizar explicações biológicas para reforçar distinções entre grupos humanos.
D utilizar saberes biológicos para desenvolver ações de cuidado e promoção da saúde pública.
E aplicar conhecimentos biológicos para disseminar práticas de controle populacional coercitivo.

Conforme definição estabelecida na Resolução CONAMA n.º 237/1997, a licença prévia é

A o procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental competente licencia a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades consideradas potencialmente poluidoras.
B a licença que autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as medidas de controle ambiental e demais condicionantes, da qual constituem motivo determinante.
C concedida na fase preliminar do planejamento do empreendimento ou atividade, aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas fases de sua implementação.
D o ato administrativo que autoriza a operação da atividade ou empreendimento, com as medidas de controle ambiental e condicionantes determinados para a operação.
E o conjunto de estudos relativos aos aspectos ambientais relacionados à localização, instalação, operação e ampliação de uma atividade ou empreendimento, apresentados como subsídio para a análise da licença requerida.
Órgão: Tribunal de Contas de Minas Gerais Cargo: Analista de Controle Externo - Área: Engenharia Prova: CESPE/CEBRASPE - TCE MG - Analista de Controle Externo - Área: Engenharia - 2026