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De acordo com a Lei no 8.212/91, é segurado obrigatório da Previdência Social, como contribuinte individual,

A o exercente de mandato eletivo federal, estadual ou municipal, desde que não vinculado a regime próprio de previdência social.
B o servidor público ocupante de cargo em comissão, sem vínculo efetivo com a União, Autarquias, inclusive em regime especial, e Fundações Públicas Federais.
C aquele que presta serviço de natureza contínua a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividades sem fins lucrativos.
D o brasileiro ou estrangeiro domiciliado e contratado no Brasil para trabalhar como empregado em sucursal ou agência de empresa nacional no exterior.
E quem presta serviço de natureza urbana ou rural, em caráter eventual, a uma ou mais empresas, sem relação de emprego.

Maria, empregada pública há 15 (quinze) anos, morreu vítima de câncer. Maria não deixou descendentes; como sucessores há apenas seus avós maternos, que desempenharam o papel de pais desde que Maria nasceu. Considerando a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e o disposto na legislação aplicável ao caso, assinale a alternativa correta.

A A lei aplicável à concessão de pensão previdenciária por morte é aquela vigente na data do protocolo do requerimento administrativo na repartição competente.
B Os avós estão incluídos juntamente com os pais no rol de dependentes do segurado da Lei no 8.213/91, e a eles caberia o benefício da pensão por morte, ainda que não tivessem desempenhado o papel de pais de Maria.
C Ainda que Maria tivesse um filho de dez anos de idade, seus avós teriam direito a uma parcela da pensão por morte.
D A dependência econômica dos avós de Maria, assim como a dos pais, do cônjuge e do filho não emancipado menor de 21 (vinte e um) anos, é presumida pela legislação.
E Embora os avós não estejam no rol de dependentes, eles desempenharam o papel de pais de Maria, de forma que, se preenchidos os demais requisitos legais, os avós da segurada falecida podem ter direito à pensão por morte de Maria.

A prestação de serviços em regime de teletrabalho

A pressupõe a execução das atividades exclusivamente fora das dependências do empregador.
B não desobriga o empregador de orientar o empregado quanto às precauções para evitar doenças e acidentes do trabalho.
C impõe ao empregado o ônus de suportar as despesas para manutenção do local de trabalho.
D não pode ser alterada para o regime presencial sem a concordância do empregado.
E depende de expressa previsão em convenção ou acordo coletivo de trabalho, com indicação das responsabilidades do empregador.

Nos termos da Consolidação das Leis do Trabalho, integram o salário do empregado

A as diárias para viagem e os prêmios pagos habitualmente pelo empregador.
B os prêmios e abonos pagos habitualmente pelo empregador.
C as diárias que excedem a 50% da remuneração e os abonos pagos habitualmente pelo empregador.
D os abonos e as gratificações legais pagas com habitualidade pelo empregador.
E as gratificações legais e as comissões pagas pelo empregador.

O período de afastamento do empregado, por motivo de acidente do trabalho,

A enseja a estabilidade no emprego por, no mínimo, doze meses, após a alta médica, mesmo quando inferior a quinze dias.
B computa-se na contagem do tempo de serviço apenas para efeito de indenização.
C computa-se na contagem do tempo de serviço, para efeito de indenização e estabilidade.
D enseja a estabilidade no emprego, tão-somente, na hipótese de culpa do empregador.
E não se computa na contagem de tempo de serviço para efeito de indenização e estabilidade, na hipótese de culpa exclusiva do empregado.

Determinado empregado, admitido, em dezembro de 2017, para o exercício da função de engenheiro químico, com o salário de R$ 14.000,00 mensais, pactuou com seu empregador o banco de horas anual, a redução do intervalo para 30 minutos e o enquadramento do grau de insalubridade. Considerando a situação proposta e a legislação trabalhista atual, é possível afirmar que a pactuação é

A nula apenas em relação ao banco de horas anual, que depende de negociação coletiva.
B nula em relação ao banco de horas anual e o enquadramento do grau de insalubridade, que dependem de negociação coletiva.
C nula apenas em relação ao enquadramento do grau de insalubridade, pois se trata de questão afeta a normas de ordem pública.
D válida, pois a situação relatada não depende de negociação coletiva.
E válida apenas se houver convenção ou acordo coletivo de trabalho disciplinando a possibilidade mencionada.

Considerando as expressas disposições da Consolidação das Leis do Trabalho, a perda da carteira nacional de habilitação, por conduta culposa do motorista empregado,

A faculta ao empregador a despedida por justa causa.
B poderá autorizar a despedida por justa causa, se houver previsão contratual.
C impõe a extinção automática do contrato de trabalho.
D impõe ao empregador o dever de transferir o empregado para outra função.
E não é motivo para a despedida por justa causa.

A convenção ou acordo coletivo de trabalho

A não pode ter prazo superior a dois anos, sendo vedada a ultratividade.
B não pode ter prazo superior a um ano, sendo vedada a ultratividade.
C não pode ter prazo superior a três anos, sendo permitida a ultratividade.
D pode disciplinar a redução do prazo de licença-maternidade, desde que haja uma vantagem adicional à empregada.
E pode disciplinar a redução do prazo de licença-paternidade, desde que haja a expressa concordância do empregado e concessão de vantagem.

No processo do trabalho, a revelia não produz os efeitos da confissão quanto à matéria de fato se

A a reclamada for a Fazenda Pública e os direitos forem disponíveis.
B as alegações não forem confirmadas nem complementadas pelos documentos juntados.
C havendo pluralidade de reclamados, algum deles contestar a ação.
D a petição inicial não estiver acompanhada de documentos hábeis à prova das alegações.
E as alegações de fato forem inverossímeis e não estiverem em contradição com a prova constante dos autos.

A inversão do ônus da prova

A pode tornar excessivamente difícil o encargo probatório do reclamado ou do reclamante.
B deve ser feita pelo juiz do trabalho em decisão fundamentada, antes da abertura da instrução processual.
C não pode acarretar o adiamento da audiência.
D não se aplica ao fato impeditivo, cuja prova é ônus do reclamado.
E pode favorecer o reclamante, mas não o reclamado, pois este último assume os riscos da atividade.