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A concessão de serviço público precedida da execução de obra pública pode ocorrer na modalidade licitatória

A leilão ou concorrência.
B concorrência ou concurso.
C concurso ou diálogo competitivo.
D concorrência ou diálogo competitivo.
E leilão ou concurso.

Em relação ao tema do Sistema Tributário Nacional na Constituição Federal, assinale a opção correta.

A Não é permitida a edição de medidas provisórias em matéria tributária.
B O conteúdo acerca da matéria de tributação se exaure em capítulo constitucional específico.
C Na CF, o capítulo referente ao Sistema Tributário Nacional trata não apenas de matéria tributária, mas também de direito financeiro.
D As matérias tributárias são textualmente incluídas no conceito de cláusulas pétreas.
E As leis de natureza tributária federal são de iniciativa privativa do presidente da República.

No que concerne à anistia tributária, assinale a opção correta à luz do disposto no CTN.

A A anistia tributária pode ser concedida limitadamente a contribuintes com idade avançada.
B A concessão da anistia tributária exige aprovação por meio de lei.
C A concessão da anistia tributária alcança os atos que sejam praticados com simulação pelo sujeito passivo, desde que não configurem crime.
D A anistia tributária pode abranger infrações cometidas antes ou após a vigência da norma que a concede.
E A concessão da anistia tributária alcança os atos qualificados em lei como crimes ou contravenções, desde que de natureza tributária.

Assinale a opção correta a respeito da ação de execução fiscal, conforme entendimento do STF.

A O ente público exequente somente pode requerer a desistência de execução fiscal se essa extinção atender a um tributo específico.
B O juiz pode determinar a extinção de execução fiscal de baixo valor pela ausência de interesse de agir, tendo em vista o princípio constitucional da eficiência administrativa.
C O juiz pode determinar a extinção de execução fiscal de qualquer valor pela ausência de interesse de agir, em face do princípio constitucional da eficiência administrativa.
D O ente público exequente não pode requerer a desistência de execução fiscal de baixo valor, em razão do princípio da moralidade administrativa.
E O ente público exequente não pode requerer a extinção de execução fiscal de baixo valor, em razão do princípio da indisponibilidade do interesse público.

Para efeitos da previdência social, em conformidade com a Lei de Custeio da Previdência Social n.º 8.212/1991, são considerados contribuintes individuais

A os brasileiros que prestam serviço no Brasil a missão diplomática não amparados pela legislação previdenciária do país da respectiva missão diplomática.
B os estrangeiros domiciliados e contratados no Brasil para trabalharem como empregados em empresa domiciliada no exterior, cuja maioria do capital votante pertença a empresa brasileira de capital nacional.
C aqueles que, contratados por empresa de trabalho temporário prestam serviço para atender a necessidade transitória de substituição de pessoal regular e permanente.
D os estrangeiros domiciliados e contratados no Brasil para trabalharem como empregados em sucursal ou agência de empresa nacional no exterior.
E os ministros de confissão religiosa e os membros de instituto de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa.

Caso um cartório de notas seja demandado a lavrar uma escritura que contenha, além do pacto principal, pactos adjetos, suscetíveis de desdobramento em mais de um instrumento e envolvendo as mesmas partes, os custos dessa escritura corresponderão ao valor

A do pacto principal acrescido do menor valor para escritura multiplicado pelo número de pactos adjetos.
B do pacto principal multiplicado pelo número de pactos adjetos.
C do pacto principal acrescido de um valor mínimo de escritura, para cada um dos demais pactos.
D do pacto principal, apenas.
E do pacto principal acrescido de um quarto do valor correspondente a cada um dos demais.

Com vistas a estimular o emprego no Brasil, a União criou, por meio de lei, a contribuição social previdenciária sobre a receita bruta (CPRB) em substituição à contribuição patronal ordinária. Questionou-se, então se seria ou não constitucional a inclusão do imposto sobre serviços de qualquer natureza (ISS) na base de cálculo da nova contribuição previdenciária para empresas que prestem serviços. Quanto a tal matéria, o STF decidiu que

A a inclusão do ISS na base de cálculo é constitucional.
B a inclusão do ISS na base de cálculo dependeria da natureza do respectivo serviço prestado pela empresa contribuinte.
C a inclusão do ISS na base de cálculo depende da natureza jurídica do respectivo contribuinte.
D caberia ao STJ deliberar a questão.
E a inclusão do ISS na base de cálculo somente seria constitucional se o objeto da empresa não fosse prestação de serviços.

De acordo com o entendimento do STF acerca da imunidade tributária recíproca prevista no artigo 150, VI, a, da CF, as empresas públicas e as sociedades de economia mista delegatárias de serviços públicos essenciais

A são beneficiárias da imunidade tributária recíproca, independentemente de oferecerem risco ao equilíbrio concorrencial.
B são beneficiárias da imunidade tributária recíproca desde que não distribuam lucros a acionistas privados nem ofereçam risco ao equilíbrio concorrencial, independentemente de cobrança de tarifa como contraprestação do serviço.
C não são beneficiárias da imunidade tributária recíproca.
D são beneficiárias da imunidade tributária recíproca desde que não cobrem tarifa como contraprestação do serviço.
E são beneficiárias da imunidade tributária recíproca desde somente distribuam lucros a acionistas privados.

Para efeitos da Lei Estadual n.º 13.974/2009, que disciplina o imposto sobre heranças, legados e doações, considera-se doação

A a renúncia feita pelo legatário em favor do monte mor.
B a transmissão a título de antecipação de herança.
C a renúncia feita pelo herdeiro em favor do monte mor.
D a transmissão onerosa a título de antecipação de herança.
E a cessão onerosa feita pelo herdeiro em favor de pessoa determinada.

Antes de 1988, o CTN (Lei n.º 5.172/1966) e a Lei de Execuções Fiscais (Lei n.º 6.830/1980) estabeleciam a preferência da União em relação a estados, municípios e Distrito Federal na cobrança judicial de créditos da dívida ativa. Ao examinar a matéria em 1976, o STF confirmou essa preferência, tendo, inclusive editado a Súmula 563. Em 2015, a suprema corte firmou o entendimento de que

A a preferência é recepcionada pela CF e deve obedecer às cobranças de dívida ativa na ordem crescente de valores de execução.
B a preferência é recepcionada pela CF e se mantém vigente.
C a preferência não é recepcionada pela CF.
D a preferência é dos municípios.
E a preferência é dos estados e do Distrito Federal.