1 A verdadeira revolução, aquela que define o nosso tempo, é o processamento de informações. O que torna esse momento realmente novo e interessante é a possibilidade de os
4 objetos estarem conectados, poderem receber e transmitir informações complexas. A Internet é uma plataforma sobre a qual construímos inúmeras coisas surpreendentes nos últimos
7 vinte anos. Agora, sobre essa plataforma, também podemos construir as coisas do mundo físico às quais a palavra “industrial” remete. Uma das belezas do mundo tecnológico é
10 que ele induz a pensar globalmente. Produtos para a Internet ou para celulares cruzam muito rapidamente as fronteiras do lugar onde foram criados. E, quando você pensa no mundo, a sua
13 perspectiva muda.
Andy Rubin. O mundo é dos fazedores . In: Veja , 2/9/2015 (com adaptações).
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FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
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No que se refere à administração pública e aos servidores públicos, assinale a opção correta.
De acordo com a CF, é direito do trabalhador urbano e rural a participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração. Em relação à aplicabilidade das normas constitucionais, esse dispositivo constitucional classifica-se como norma constitucional
Assinale a opção correta acerca dos direitos e das garantias
fundamentais.
Determinado agente público, valendo-se de sua função e no exercício do poder de polícia, aplicou multa manifestamente descabida a um desafeto pessoal.
Nessa situação, o ato administrativo
Considere que, de acordo com a análise de pontos de função (APF),
ALI = arquivo lógico interno, EE = entrada externa, AIE = arquivos
de interface externa, SE = saída externa e que baixa, média e alta se
referem à complexidade de cada um desses conceitos. Nesse
contexto, é correto afirmar que a quantidade de pontos de função
brutos em um software novo, com 01 ALI baixa, 01 AIE alta, 01 EE
média e 01 SE baixa, é
Considerando o algoritmo mostrado, é correto afirmar que, com
relação à execução e ao valor impresso, esse algoritmo
Texto associado
Texto para as próximas três questões
1 O livro vê-se perante um concorrente que o intimida, porque disputa a mesma clientela: os que podem comprar livros são os mesmos que dispõem de recursos econômicos para
4 adquirir e renovar seus computadores pessoais (PCs). O livro, que já constituiu a materialização mais completa da modernidade, tendo aparecido à época em que se
7 inauguravam as revoluções que marcariam o progresso econômico e cultural da Europa ocidental (revoluções das quais ele fez parte), alcança o começo do novo milênio sem a
10 mesma qualificação. Desde que se expandiu o uso do PC, telas, teclados e mouses passaram a encarnar o novo, já que são fruto de tecnologia mais sofisticada, que exclui a fabricação
13 artesanal, ainda possível (e altamente valorizada em certos círculos) na produção de livros.
Contudo, não se trata de uma opção, livros e
16 computadores não se excluem, nem o PC põe necessariamente em risco o universo do livro: se o PC se apresenta, por um lado, como seu possível antagonista, mostra-se, por outro, seu
19 parceiro. A produção editorial ganhou com os recursos introduzidos pela informática, tendo o processo de formatação, revisão, impressão e distribuição sido facilitado graças a
22 programas de editoração de textos, de digitalização de imagens e de tratamento de figuras.
Porém, a introdução desse novo suporte provoca
25 determinados efeitos, já que ele se vale de códigos específicos e exige formas particulares de manipulação. Transplantada para a tela, a escrita, que sempre procurou acompanhar a fala,
28 oferece novas possibilidades de reproduzir a oralidade, infringindo normas cristalizadas dessa representação. A escrita, no meio digital, produziu seu próprio código, não transferível
31 automaticamente para outros contextos, e seus usuários — como poliglotas usuários de diferentes linguagens — sabem bem distinguir entre os diferentes gêneros de escrita, aplicando
34 cada um deles em conformidade com as situações práticas.
Marisa Lajolo e Regina Zilberman. Das tábuas da lei à tela do computador: a leitura em seus discursos. São Paulo: Editora Ática, 2009 (com adaptações).
1 O livro vê-se perante um concorrente que o intimida, porque disputa a mesma clientela: os que podem comprar livros são os mesmos que dispõem de recursos econômicos para
4 adquirir e renovar seus computadores pessoais (PCs). O livro, que já constituiu a materialização mais completa da modernidade, tendo aparecido à época em que se
7 inauguravam as revoluções que marcariam o progresso econômico e cultural da Europa ocidental (revoluções das quais ele fez parte), alcança o começo do novo milênio sem a
10 mesma qualificação. Desde que se expandiu o uso do PC, telas, teclados e mouses passaram a encarnar o novo, já que são fruto de tecnologia mais sofisticada, que exclui a fabricação
13 artesanal, ainda possível (e altamente valorizada em certos círculos) na produção de livros.
Contudo, não se trata de uma opção, livros e
16 computadores não se excluem, nem o PC põe necessariamente em risco o universo do livro: se o PC se apresenta, por um lado, como seu possível antagonista, mostra-se, por outro, seu
19 parceiro. A produção editorial ganhou com os recursos introduzidos pela informática, tendo o processo de formatação, revisão, impressão e distribuição sido facilitado graças a
22 programas de editoração de textos, de digitalização de imagens e de tratamento de figuras.
Porém, a introdução desse novo suporte provoca
25 determinados efeitos, já que ele se vale de códigos específicos e exige formas particulares de manipulação. Transplantada para a tela, a escrita, que sempre procurou acompanhar a fala,
28 oferece novas possibilidades de reproduzir a oralidade, infringindo normas cristalizadas dessa representação. A escrita, no meio digital, produziu seu próprio código, não transferível
31 automaticamente para outros contextos, e seus usuários — como poliglotas usuários de diferentes linguagens — sabem bem distinguir entre os diferentes gêneros de escrita, aplicando
34 cada um deles em conformidade com as situações práticas.
Marisa Lajolo e Regina Zilberman. Das tábuas da lei à tela do computador: a leitura em seus discursos. São Paulo: Editora Ática, 2009 (com adaptações).