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Texto associado
A mão humana: sofisticação biológica e o desafio da inteligência artificial A mão humana é uma das partes do corpo mais surpreendentemente sofisticadas e fisiologicamente intrincadas.

Ela tem mais de trinta músculos, vinte e sete articulações e uma rede de ligamentos e tendões que proporcionam vinte e sete eixos de movimento.

Há mais de dezessete mil receptores de toque e terminações nervosas somente na palma da mão.

Esses recursos permitem que nossas mãos executem uma variedade impressionante de tarefas altamente complexas por meio de uma ampla gama de movimentos diferentes.

Até mesmo pegar algo tão simples como uma caneta, e movê-la por nossos dedos até adotar uma posição para escrever envolve uma integração perfeita entre o corpo e o cérebro.

As tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação refinada de controle motor e resposta sensorial, desde abrir uma porta até tocar piano.

Os avanços na inteligência artificial dão início a uma geração de máquinas que chegam perto de corresponder à destreza humana.

Próteses inteligentes podem antecipar e refinar os movimentos.

Os robôs de colheita de frutas macias são capazes de colher um morango em um campo e colocá-lo delicadamente em uma caixinha com outras frutas sem amassá-las.

Os robôs guiados por visão conseguem até mesmo extrair cuidadosamente resíduos nucleares de reatores.

Mas será que eles podem realmente competir com as incríveis capacidades da mão humana? https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8y137mz3xo.adaptado.

"Há" mais de dezessete mil receptores de toque e terminações nervosas somente na palma da mão. O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:

A De ligação.
B Transitivo indireto.
C Transitivo direto.
D Bitransitivo.
Texto associado
A mão humana: sofisticação biológica e o desafio da inteligência artificial A mão humana é uma das partes do corpo mais surpreendentemente sofisticadas e fisiologicamente intrincadas.

Ela tem mais de trinta músculos, vinte e sete articulações e uma rede de ligamentos e tendões que proporcionam vinte e sete eixos de movimento.

Há mais de dezessete mil receptores de toque e terminações nervosas somente na palma da mão.

Esses recursos permitem que nossas mãos executem uma variedade impressionante de tarefas altamente complexas por meio de uma ampla gama de movimentos diferentes.

Até mesmo pegar algo tão simples como uma caneta, e movê-la por nossos dedos até adotar uma posição para escrever envolve uma integração perfeita entre o corpo e o cérebro.

As tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação refinada de controle motor e resposta sensorial, desde abrir uma porta até tocar piano.

Os avanços na inteligência artificial dão início a uma geração de máquinas que chegam perto de corresponder à destreza humana.

Próteses inteligentes podem antecipar e refinar os movimentos.

Os robôs de colheita de frutas macias são capazes de colher um morango em um campo e colocá-lo delicadamente em uma caixinha com outras frutas sem amassá-las.

Os robôs guiados por visão conseguem até mesmo extrair cuidadosamente resíduos nucleares de reatores.

Mas será que eles podem realmente competir com as incríveis capacidades da mão humana? https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8y137mz3xo.adaptado.

Nossas mãos realizam milhares de tarefas complexas todos os dias — será que a inteligência artificial pode ajudar os robôs a se equiparar a elas? De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.

A A discussão central do texto aponta para a inferioridade da mão humana diante de avanços em inteligência artificial, evidenciada pelo fato de que máquinas podem realizar atividades mecânicas e sensoriais com maior autonomia e perfeição.
B A mão humana é descrita como um sistema sofisticado e multifuncional, com uma coordenação intrincada entre aspectos motores e sensoriais, cuja destreza, até o momento, não foi completamente igualada pela inteligência artificial, ainda que esta venha a apresentar avanços notáveis.
C O texto argumenta que os robôs, guiados por visão ou próteses inteligentes, não apenas competem com a habilidade da mão humana, mas também a transcendem em tarefas que exigem integração motora e sensorial, especialmente em atividades cotidianas, como escrever ou tocar piano.
D A destreza da mão humana é apresentada como superada por tecnologias modernas que, por meio da inteligência artificial, conseguem realizar tarefas mais complexas com maior eficiência e precisão, demonstrando o pleno domínio tecnológico sobre as capacidades humanas.
Texto associado
A mão humana: sofisticação biológica e o desafio da inteligência artificial A mão humana é uma das partes do corpo mais surpreendentemente sofisticadas e fisiologicamente intrincadas.

Ela tem mais de trinta músculos, vinte e sete articulações e uma rede de ligamentos e tendões que proporcionam vinte e sete eixos de movimento.

Há mais de dezessete mil receptores de toque e terminações nervosas somente na palma da mão.

Esses recursos permitem que nossas mãos executem uma variedade impressionante de tarefas altamente complexas por meio de uma ampla gama de movimentos diferentes.

Até mesmo pegar algo tão simples como uma caneta, e movê-la por nossos dedos até adotar uma posição para escrever envolve uma integração perfeita entre o corpo e o cérebro.

As tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação refinada de controle motor e resposta sensorial, desde abrir uma porta até tocar piano.

Os avanços na inteligência artificial dão início a uma geração de máquinas que chegam perto de corresponder à destreza humana.

Próteses inteligentes podem antecipar e refinar os movimentos.

Os robôs de colheita de frutas macias são capazes de colher um morango em um campo e colocá-lo delicadamente em uma caixinha com outras frutas sem amassá-las.

Os robôs guiados por visão conseguem até mesmo extrair cuidadosamente resíduos nucleares de reatores.

Mas será que eles podem realmente competir com as incríveis capacidades da mão humana? https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8y137mz3xo.adaptado.

Até mesmo pegar algo tão simples como uma caneta, e movê-la por nossos dedos e adotar uma posição para escrever envolve uma integração perfeita entre o corpo e o cérebro. De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

A 'movê' permaneceu com seu acento diferencial após o novo acordo ortográfico da língua portuguesa.
B existem dois vocábulos acentuados por serem oxítonos terminados em 'e'.
C há dois vocábulos acentuados por serem oxítonos terminados em 'o'.
D 'tão' e 'posição' recebem acento pela mesma regra gramatical.
Texto associado
A mão humana: sofisticação biológica e o desafio da inteligência artificial A mão humana é uma das partes do corpo mais surpreendentemente sofisticadas e fisiologicamente intrincadas.

Ela tem mais de trinta músculos, vinte e sete articulações e uma rede de ligamentos e tendões que proporcionam vinte e sete eixos de movimento.

Há mais de dezessete mil receptores de toque e terminações nervosas somente na palma da mão.

Esses recursos permitem que nossas mãos executem uma variedade impressionante de tarefas altamente complexas por meio de uma ampla gama de movimentos diferentes.

Até mesmo pegar algo tão simples como uma caneta, e movê-la por nossos dedos até adotar uma posição para escrever envolve uma integração perfeita entre o corpo e o cérebro.

As tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação refinada de controle motor e resposta sensorial, desde abrir uma porta até tocar piano.

Os avanços na inteligência artificial dão início a uma geração de máquinas que chegam perto de corresponder à destreza humana.

Próteses inteligentes podem antecipar e refinar os movimentos.

Os robôs de colheita de frutas macias são capazes de colher um morango em um campo e colocá-lo delicadamente em uma caixinha com outras frutas sem amassá-las.

Os robôs guiados por visão conseguem até mesmo extrair cuidadosamente resíduos nucleares de reatores.

Mas será que eles podem realmente competir com as incríveis capacidades da mão humana? https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8y137mz3xo.adaptado.

As tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação refinada de controle motor e resposta sensorial, desde abrir uma porta até tocar piano. Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.

A Desde abrir uma porta até tocar piano as tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação refinada ? de controle motor e resposta sensorial.
B Uma combinação refinada de controle motor e resposta sensorial exigem que realizamos sem pensar desde abrir uma porta até tocar piano as tarefas manuais.
C Uma combinação refinada de controle motor, e resposta sensorial, exigem que realizamos sem pensar, desde abrir uma porta até tocar piano, as tarefas manuais.
D Desde abrir uma porta até tocar piano, as tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação ? refinada ? de controle motor e resposta sensorial.
Texto associado
A mão humana: sofisticação biológica e o desafio da inteligência artificial A mão humana é uma das partes do corpo mais surpreendentemente sofisticadas e fisiologicamente intrincadas.

Ela tem mais de trinta músculos, vinte e sete articulações e uma rede de ligamentos e tendões que proporcionam vinte e sete eixos de movimento.

Há mais de dezessete mil receptores de toque e terminações nervosas somente na palma da mão.

Esses recursos permitem que nossas mãos executem uma variedade impressionante de tarefas altamente complexas por meio de uma ampla gama de movimentos diferentes.

Até mesmo pegar algo tão simples como uma caneta, e movê-la por nossos dedos até adotar uma posição para escrever envolve uma integração perfeita entre o corpo e o cérebro.

As tarefas manuais que realizamos sem pensar exigem uma combinação refinada de controle motor e resposta sensorial, desde abrir uma porta até tocar piano.

Os avanços na inteligência artificial dão início a uma geração de máquinas que chegam perto de corresponder à destreza humana.

Próteses inteligentes podem antecipar e refinar os movimentos.

Os robôs de colheita de frutas macias são capazes de colher um morango em um campo e colocá-lo delicadamente em uma caixinha com outras frutas sem amassá-las.

Os robôs guiados por visão conseguem até mesmo extrair cuidadosamente resíduos nucleares de reatores.

Mas será que eles podem realmente competir com as incríveis capacidades da mão humana? https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce8y137mz3xo.adaptado.

A mão humana é uma das partes do corpo mais surpreendentemente sofisticadas e fisiologicamente intrincadas. Sintaticamente, o predicado na frase em questão denomina-se:

A Pronominal.
B Verbal.
C Verbo-nominal.
D Nominal.
Texto associado
Texto 1: Afinal, o que é o fascismo?

Além de movimento, o fascismo tornou-se poder na Itália e na Alemanha no período entre guerras, sendo assim uma forma específica de regime político do Estado capitalista.

Não qualquer regime, não qualquer ditadura, mas uma ditadura contrarrevolucionária com características bastante específicas, diferente, por exemplo, tanto de ditaduras oligárquicas, quanto da de Porfírio Diaz no México anterior à Revolução, quanto das ditaduras militares encontradas na América do Sul nos anos 1960-1980.

Deste modo, chamar qualquer regime político ditatorial de “fascista” pode ser legítimo no plano da retórica política de seus opositores, mas do ponto de vista analítico denota desconhecimento.

Surgido das contradições oriundas da eclosão da Primeira Grande Guerra e do desafio da Revolução Russa de 1917, o fascismo constitui-se como um movimento contrarrevolucionário, formado por uma base social na pequena burguesia, especialmente pela massa de ex-combatentes, que em países da Europa central foram recrutados pelas classes proprietárias que os financiaram para formarem grupos de bate-paus contra o movimento operário e a esquerda em geral.

Enquanto movimento, o fascismo representou historicamente um oponente violento das organizações da esquerda, da classe operária e dos subalternos sociais, bancado pelas classes dominantes para eliminar, inclusive fisicamente, qualquer coisa que pudesse ser associada à ameaça de “contagio vermelho”. E por isso o sucesso dos movimentos fascistas associava-se também à capacidade desses movimentos convencerem amplos setores sociais de que o conjunto das esquerdas poderia ser enquadrado como “comunista” e, por conseguinte, “antipatriótico”.

Assim, dos revolucionários anarquistas até os social-democratas mais reformistas, passando naturalmente pelos próprios comunistas, as esquerdas em geral foram alvo desses movimentos contrarrevolucionários.

Em suma, não é de hoje esse uso generalizado do termo “fascista” para se referir aos opositores políticos da esquerda, e nesse caso deveria ser um truísmo afirmar que, se chamamos tudo de “fascista”, esse termo perde sua força explicativa.

Se é para de fato levarmos o fascismo a sério, esse caminho generalizante não ajuda.

Desde as Jornadas de Junho de 2013, no âmbito da esquerda [brasileira] mais uma vez o uso do termo fascista é abusivamente adotado para se referir, por exemplo, aos governos estaduais, à instituição Polícia Militar e mesmo ao governo federal. E como não lembrar do infeliz comentário da filósofa Marilena Chauí, diante de uma plateia da Academia daPolícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em fins de agosto de 2013, quando caracterizou os “black blocs” como “inspirados no fascismo”? MELO, Demian.

Sobre o fascismo e o fascismo no Brasil de hoje.

Disponível em: http://blogjunho.com.br/sobre-ofascismo-e-o-fascismo-no-brasil-de-hoje/.

Acesso em: 10 de mai. de 2017.

Fragmento adaptado.

Sobre o texto 1, é correto afirmar:

A Entre os primeiros a compreender o caráter internacional do fenômeno do fascismo, os marxistas tiveram também entre suas fileiras posições equivocadas que estão na base desse uso generalizado do termo “fascista” pelas esquerdas.
B O fascismo, como movimento contrarrevolucionário, é um regime político semelhante às ditaduras militares da América do Sul nos anos 1960-1980.
C As organizações da esquerda, da classe operária e dos subalternos sociais, bancadas pelas classes dominantes para eliminar ameaça de “contagio vermelho”, foram a base de inspiração para o surgimento do fascismo italiano e alemão.
D Movimentos contrarrevolucionários que surgiram na Europa Central, nas décadas de 1920 e 1930, entre os quais o fascismo, têm origem nas contradições oriundas da Primeira Grande Guerra e do desafio da Revolução Russa de 1917.
Texto associado
Texto 1: Afinal, o que é o fascismo?

Além de movimento, o fascismo tornou-se poder na Itália e na Alemanha no período entre guerras, sendo assim uma forma específica de regime político do Estado capitalista.

Não qualquer regime, não qualquer ditadura, mas uma ditadura contrarrevolucionária com características bastante específicas, diferente, por exemplo, tanto de ditaduras oligárquicas, quanto da de Porfírio Diaz no México anterior à Revolução, quanto das ditaduras militares encontradas na América do Sul nos anos 1960-1980.

Deste modo, chamar qualquer regime político ditatorial de “fascista” pode ser legítimo no plano da retórica política de seus opositores, mas do ponto de vista analítico denota desconhecimento.

Surgido das contradições oriundas da eclosão da Primeira Grande Guerra e do desafio da Revolução Russa de 1917, o fascismo constitui-se como um movimento contrarrevolucionário, formado por uma base social na pequena burguesia, especialmente pela massa de ex-combatentes, que em países da Europa central foram recrutados pelas classes proprietárias que os financiaram para formarem grupos de bate-paus contra o movimento operário e a esquerda em geral.

Enquanto movimento, o fascismo representou historicamente um oponente violento das organizações da esquerda, da classe operária e dos subalternos sociais, bancado pelas classes dominantes para eliminar, inclusive fisicamente, qualquer coisa que pudesse ser associada à ameaça de “contagio vermelho”. E por isso o sucesso dos movimentos fascistas associava-se também à capacidade desses movimentos convencerem amplos setores sociais de que o conjunto das esquerdas poderia ser enquadrado como “comunista” e, por conseguinte, “antipatriótico”.

Assim, dos revolucionários anarquistas até os social-democratas mais reformistas, passando naturalmente pelos próprios comunistas, as esquerdas em geral foram alvo desses movimentos contrarrevolucionários.

Em suma, não é de hoje esse uso generalizado do termo “fascista” para se referir aos opositores políticos da esquerda, e nesse caso deveria ser um truísmo afirmar que, se chamamos tudo de “fascista”, esse termo perde sua força explicativa.

Se é para de fato levarmos o fascismo a sério, esse caminho generalizante não ajuda.

Desde as Jornadas de Junho de 2013, no âmbito da esquerda [brasileira] mais uma vez o uso do termo fascista é abusivamente adotado para se referir, por exemplo, aos governos estaduais, à instituição Polícia Militar e mesmo ao governo federal. E como não lembrar do infeliz comentário da filósofa Marilena Chauí, diante de uma plateia da Academia daPolícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em fins de agosto de 2013, quando caracterizou os “black blocs” como “inspirados no fascismo”? MELO, Demian.

Sobre o fascismo e o fascismo no Brasil de hoje.

Disponível em: http://blogjunho.com.br/sobre-ofascismo-e-o-fascismo-no-brasil-de-hoje/.

Acesso em: 10 de mai. de 2017.

Fragmento adaptado.

Assinale a definição de “fascismo” que está coerente com a definição dada pelo texto 1.

A O fascismo é uma ditadura terrorista aberta, composta pelos elementos mais reacionários, mais chauvinistas, mais imperialistas do capital financeiro.
B Movimento contrarrevolucionário constituído por pequenos burgueses para se opor à classe operária e aos movimentos sociais mais radicais, entre os quais o comunismo.
C Após a Segunda Guerra Mundial, o fascismo foi paulatinamente passando a ser reduzido a uma ditadura do capital monopolista contra o resto da sociedade.
D O fascismo é definitivamente e absolutamente oposto às doutrinas do liberalismo, tanto na esfera econômica quanto na política.
Texto associado
Texto 2: Quando a carne é fraca! A polêmica e controversa operação no complexo da carne, que rendeu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos, além de muito falatório, de certa forma até desproporcional, revela um problema maior que ainda persiste nas ações de alguns gestores e entes públicos: o uso de estratagemas, amplamente questionáveis, para se alcançar os objetivos empresariais.

Desde os primórdios da administração moderna de Henry Ford, no início do século 20 na indústria automotiva americana, um arcabouço tecnológico, repleto de estratégias, práticas e técnicas de gestão está à disposição de administradores para melhorarem suas performances e, assim, galgarem posicionamentos competitivos para seus produtos e empresas.

Das moderníssimas máquinas robotizadas à psicologia organizacional, o repertório é farto e facilmente acessível!

Respeitando-se as proporções dadas ao episódio, que vem à tona com o aprofundamento da análise da operação como um todo, infelizmente, e, principalmente, ao confrontar o que é fato real, passível de punição ao rigor da Lei, ao que se pode caracterizar como especulação no imaginário popular, a pergunta que vale um milhão de dólares, ou bilhões, no caso em questão é: o que leva um gestor ou empresa a procurar o caminho mais curto e rápido?

Encheria uma centena de páginas se tentasse decifrar os devaneios da mente humana ao buscar respostas para a pergunta acima.

Mas tenho apenas a pretensão de chamar atenção a um aspecto: até que ponto, colocar a reputação e imagem de uma empresa e setor como um todo compensa? É realmente necessário usar estratagemas questionáveis para alcançar resultados superiores?

Na história corporativa recente, os exemplos são mais que suficientes para tomarmos consciência, em definitivo, que perpetuar o negócio de maneira sustentável não é somente uma questão de sobrevivência, mas de inteligência do executivo.

Essa mesma história tem nos mostrado que décadas de construção de uma imagem e reputação vertem rio abaixo, como uma lama, diante de práticas discutíveis, para ser leve com as palavras. É chegado o momento de as práticas corporativas sustentáveis ocuparem um lugar, na agenda dos gestores, de forma tão ou até mais essenciais que o lucro.

Práticas sustentáveis, como o uso racional dos bens de produção, de energias limpas e renováveis, manejo respeitoso e pacífico à fauna e flora, relações institucionais pautadas pela transparência e apreço às leis, dentre tantas outras, hão que fazer parte de uma agenda maior, de Educação para a Sustentabilidade Empresarial.

Mais que uma postura, é um anseio da sociedade, que fica evidente pela tamanha repercussão alcançada deste episódio.

Há que se refletir seriamente: não serão essas práticas que, no futuro, proporcionarão os tão almejados lucros?

Há que se inverter essa ordem! DALTO, Carlos Eduardo.

Disponível em: https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/188928-quando-a-carne-e-fraca-por-carlos-eduardo-dalto.html#.WRnux-srKM8 >.

Acesso em: 15 de mai. 2017.

Adaptado.

Considere o texto 1 e assinale a alternativa correta .

A Usar o termo “fascista” para qualquer regime ditatorial, seja ele de esquerda, seja ele de direita, é incorreto.
B O fascismo é um regime de governo de base marxista, semelhante ao regime adotado na Rússia após a Revolução de 1917.
C As Jornadas de Junho de 2013, lideradas pelos “black blocs”, tinham como principal objetivo combater as instituições fascistas no Brasil.
D O governo do presidente mexicano Porfírio Diaz caracterizou-se, em um certo período, como uma ditadura fascista semelhante ao fascismo italiano.
Texto associado
Texto 2: Quando a carne é fraca! A polêmica e controversa operação no complexo da carne, que rendeu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos, além de muito falatório, de certa forma até desproporcional, revela um problema maior que ainda persiste nas ações de alguns gestores e entes públicos: o uso de estratagemas, amplamente questionáveis, para se alcançar os objetivos empresariais.

Desde os primórdios da administração moderna de Henry Ford, no início do século 20 na indústria automotiva americana, um arcabouço tecnológico, repleto de estratégias, práticas e técnicas de gestão está à disposição de administradores para melhorarem suas performances e, assim, galgarem posicionamentos competitivos para seus produtos e empresas.

Das moderníssimas máquinas robotizadas à psicologia organizacional, o repertório é farto e facilmente acessível!

Respeitando-se as proporções dadas ao episódio, que vem à tona com o aprofundamento da análise da operação como um todo, infelizmente, e, principalmente, ao confrontar o que é fato real, passível de punição ao rigor da Lei, ao que se pode caracterizar como especulação no imaginário popular, a pergunta que vale um milhão de dólares, ou bilhões, no caso em questão é: o que leva um gestor ou empresa a procurar o caminho mais curto e rápido?

Encheria uma centena de páginas se tentasse decifrar os devaneios da mente humana ao buscar respostas para a pergunta acima.

Mas tenho apenas a pretensão de chamar atenção a um aspecto: até que ponto, colocar a reputação e imagem de uma empresa e setor como um todo compensa? É realmente necessário usar estratagemas questionáveis para alcançar resultados superiores?

Na história corporativa recente, os exemplos são mais que suficientes para tomarmos consciência, em definitivo, que perpetuar o negócio de maneira sustentável não é somente uma questão de sobrevivência, mas de inteligência do executivo.

Essa mesma história tem nos mostrado que décadas de construção de uma imagem e reputação vertem rio abaixo, como uma lama, diante de práticas discutíveis, para ser leve com as palavras. É chegado o momento de as práticas corporativas sustentáveis ocuparem um lugar, na agenda dos gestores, de forma tão ou até mais essenciais que o lucro.

Práticas sustentáveis, como o uso racional dos bens de produção, de energias limpas e renováveis, manejo respeitoso e pacífico à fauna e flora, relações institucionais pautadas pela transparência e apreço às leis, dentre tantas outras, hão que fazer parte de uma agenda maior, de Educação para a Sustentabilidade Empresarial.

Mais que uma postura, é um anseio da sociedade, que fica evidente pela tamanha repercussão alcançada deste episódio.

Há que se refletir seriamente: não serão essas práticas que, no futuro, proporcionarão os tão almejados lucros?

Há que se inverter essa ordem! DALTO, Carlos Eduardo.

Disponível em: https://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/188928-quando-a-carne-e-fraca-por-carlos-eduardo-dalto.html#.WRnux-srKM8 >.

Acesso em: 15 de mai. 2017.

Adaptado.

Assinale a alternativa em que a modificação sugerida não altera o sentido original do texto 2.

A Em “ Essa mesma história tem nos mostrado que décadas de construção de uma imagem e reputação vertem rio abaixo, como uma lama, diante de práticas discutíveis, para ser leve com as palavras”, a expressão destacada por ser substituída por “ a história corporativa recente ”.
B Em “A polêmica e controversa operação no complexo da carne, que rendeu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos , além de muito falatório, de certa forma até desproporcional, revela um problema maior que ainda persiste nas ações de alguns gestores e entes públicos [...]”, a oração destacada pode ser substituída por “ cuja renda deu muita dor de cabeça às autoridades e aos envolvidos ”.
C Em “Mas tenho apenas a pretensão de chamar atenção a um aspecto: até que ponto, colocar a reputação e imagem de uma empresa e setor como um todo compensa?”, o termo destacado por ser substituído por “ a priori ”.
D Em “Encheria uma centena de páginas se tentasse decifrar os devaneios da mente humana ao buscar respostas para a pergunta acima”, o termo destacado pode ser substituído por “à medida que tentasse decifrar os devaneios” .

Considerando o que consta no texto 2, infere-se que:

A Carlos Eduardo Dalto considera que os meios utilizados pelos donos das empresas e seus executivos justificam os fins.
B de acordo com o autor, o que foi dito a respeito da operação policial “carne fraca” foi exagerado.
C a especulação feita pelo imaginário popular põe em dúvida a seriedade da agenda da Educação para a Sustentabilidade Empresarial.
D decorridos cerca de 100 anos desde a administração de Henry Ford, o uso das moderníssimas máquinas robotizadas é a única alternativa viável para se obter boa performance empresarial e posicionamentos competitivos.