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O chefe reuniu a equipe para a fixação de metas para a venda de cursos de especialização 2020, e disse: “Quero que todos se esforcem ao máximo para aumentar significativamente o nosso faturamento no próximo ano.” Alguns funcionários acharam que não foi fornecida uma referência útil para administrar a motivação da equipe porque, segundo a teoria de fixação de objetivos,

A o aumento da instrumentalidade e da valência, ao se oferecerem recompensas que sejam fortemente valorizadas, não acarreta níveis mais elevados de desempenho.
B a remuneração desigual dos funcionários pode acarretar distorções de percepções sobre as metas e diminuição de esforços para se obterem as melhores recompensas.
C a determinação do nível de necessidades de cada funcionário, bem como das recompensas exatas que ajudariam a diminuir sua frustração, caso não recebessem suas recompensas, é muito difícil.
D a declaração explícita de objetivos específicos e claros em seu significado, em termos de quantidade ou da qualidade, acarreta melhor desempenho do que a declaração de objetivos vagos.
E as organizações não devem esperar um alto nível de motivação quando se fala de objetivos, já que as condições de trabalho nem sempre resultam em um desempenho consistentemente elevado.

A burocracia na gestão pode apresentar um conjunto de disfunções na Administração Pública que justificaram a reforma do estado em diferentes países. O excesso de burocracia gera nas organizações a

A ampliação da liberdade de ação
B internalização de normas e formalismo
C personalização de tarefas e cargos
D redução de autoridade hierárquica
E restrição de documentação formal

Quando se analisa o que distingue a área de RH de outras áreas de uma organização, identifica-se que ela é, ao mesmo tempo, uma responsabilidade de linha e uma função de staff, o que significa que essa área

A atua em ambientes e em condições que ela mesma determinou, sobre os quais possui um alto grau de poder e controle.
B lida diretamente com os resultados organizacionais, evitando decisões contingenciais ou situacionais.
C lida diretamente com fontes de receita e, por isso, é alocada nos orçamentos da organização, ao mesmo tempo, como centros de custos e de lucros.
D é um fim em si mesma, controlando os eventos e as condições que produzem a eficácia e a eficiência organizacionais.
E não concentra todos os recursos humanos dentro de sua área, já que estes são alocados nos diversos órgãos da organização, sob a autoridade de diversas chefias

F é servidor da UNIRIO e tem ciência de que ocorrerá vacância simultânea dos cargos de Reitor e de Vice-Reitor. Para emitir nota com informações para seus colegas, consulta o Estatuto da UNIRIO e verifica que o referido instrumento normativo determina que a indicação para responder pela reitoria cabe ao

A Conselho Acadêmico
B Conselho Docente
C Conselho Universitário
D Conselho de Extensão
E Conselho de Pesquisa

Q é servidor público e postulou readaptação por ter sofrido limitações que impediriam o exercício no cargo público originário que ocupava. Ao submeter-se à inspeção de saúde, foi diagnosticado como totalmente incapaz para o serviço público. Nesse caso, nos termos da Lei n° 8.112/1990, o servidor Q será

A exonerado
B demitido
C disponibilizado
D aposentado
E retornado

Segundo a Microsoft, o Windows 8 disponibiliza a possibilidade de armazenar em cache os arquivos ou fazer backups de diferentes versões dos mesmos. Esse recurso se chama Histórico de Arquivos e vem desabilitado por default. Esse recurso exige um(a)

A disco em rede, não permitindo discos externos.
B disco externo ou em rede, não sendo necessária uma conta OneDrive.
C disco externo, não permitindo discos em rede.
D disco externo, ou em rede, sendo necessária também uma conta OneDrive.
E conta OneDrive, não permitindo discos externos ou em rede.
Texto associado
Texto II Estojo escolar

Noite dessas, ciscando num desses canais a cabo, vi uns caras oferecendo maravilhas eletrônicas, bastava telefonar e eu receberia um notebook capaz de me ajudar a fabricar um navio, uma estação espacial. Minhas necessidades são mais modestas: tenho um PC mastodôntico, contemporâneo das cavernas da informática. E um laptop da mesma época que começa a me deixar na mão. Como pretendo viajar esses dias, habilitei-me a comprar aquilo que os caras anunciavam como o top do top em matéria de computador portátil.

No sábado, recebi um embrulho complicado que necessitava de um manual de instruções para ser aberto. Depois de mil operações sofisticadas para minhas limitações, retirei das entranhas de isopor o novo notebook e coloquei-o em cima da mesa.

De repente, como vem acontecendo nos últimos tempos, houve um corte na memória e vi diante de mim o meu primeiro estojo escolar. Tinha 5 anos e ia para o jardim de infância.

Era uma caixinha comprida, envernizada, com uma tampa que corria nas bordas do corpo principal. Dentro, arrumados em divisões, havia lápis coloridos, um apontador, uma lapiseira cromada, uma régua de 20 cm e uma borracha para apagar meus erros.

Da caixinha vinha um cheiro gostoso, cheiro que nunca esqueci e que me tonteava de prazer. Fechei o estojo para proteger aquele cheiro, que ele ficasse ali para sempre, prometi-me economizá-lo. Com avareza, só o cheirava em momentos especiais.

Na tampa que protegia estojo e cheiro havia gravado um ramo de rosas muito vermelhas que se destacavam do fundo creme. Amei aquele ramalhete – olhava aquelas rosas e achava que nada podia ser mais bonito.

O notebook que agora abro é negro, não tem rosas na tampa e, em matéria de cheiro, é abominável. Cheira vilmente a telefone celular, a cabine de avião, ao aparelho de ultrassonografia onde outro dia uma moça veio ver como sou por dentro. Acho que piorei de estojo e de vida.

CONY, C. H. Crônicas para ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2009. Disponível em: /fz12039806.htm>. Acesso em: 23 jul. 2019.

Com base na leitura de todo o Texto II, entende-se que ele tem como foco a contraposição entre

A cheiro de notebook e cheiro de estojo
B requinte e simplicidade
C sociedade e indivíduo
D presente e passado
E trabalho e lazer
Texto associado
Texto I Obsolescência programada: inimiga ou parceira do consumidor?

Obsolescência programada é exercida quando um produto tem vida útil menor do que a tecnologia permitiria, motivando a compra de um novo modelo — eletrônicos, eletrodomésticos e automóveis são exemplos evidentes dessa prática. Uma câmera com uma resolução melhor pode motivar a compra de um novo celular, ainda que o modelo anterior funcione perfeitamente bem. Essa estratégia da indústria pode ser vista como inimiga do consumidor, uma vez que o incentiva a adquirir mais produtos sem realmente necessitar deles. No entanto, traz benefícios, como o acesso às novidades. Planejar inovação é extremamente importante para melhoria e aumento da capacidade técnica de um produto num mercado altamente competitivo. Já imaginou se um carro de hoje fosse igual a um carro dos anos 1970? O desafio é buscar um equilíbrio entre a inovação e a durabilidade.

Do ponto de vista técnico, quando as empresas planejam um produto, já tem equipes trabalhando na sucessão dele, pois se trata de uma necessidade de sobrevivência no mercado. Sintomas de obsolescência são facilmente percebidos quando um novo produto oferece características que os anteriores não tinham, como o uso de reconhecimento facial; ou a queda de desempenho do produto com relação ao atual padrão de mercado, como um smartphone que não roda bem os aplicativos atualizados. Outro sinal é detectado quando não é possível repor acessórios, como carregadores compatíveis, ou mesmo novos padrões, como tipo de bateria, conector de carregamento ou tipos de cartão de um celular, por exemplo.

Isso não significa que o consumidor está refém de trocas constantes de equipamento: é possível adiar a substituição de um produto, por meio de upgrades de hardware, como inclusão de mais memória, baterias e acessórios de expansão, pelo menos até o momento em que essa troca não compense financeiramente.

Quanto à legalidade, o que se deve garantir é que os produtos mais modernos mantenham a compatibilidade com os anteriores, a fim de que o antigo usuário não seja forçado constantemente à compra de um produto mais novo se não quiser. É importante diferenciá-la da obsolescência perceptiva, que ocorre quando atualizações cosméticas, como um novo design, fazem o produto parecer sem condições de uso, quando não está.

É preciso lembrar também que a obsolescência programada se dá de forma diferente em cada tipo de equipamento. Um controle eletrônico de portão tem uma única função e pode ser usado por anos e anos sem alterações ou troca. Já um celular tem maior taxa de obsolescência e pode ter de ser substituído em um ano ou dois, dependendo das necessidades do usuário, que pode desejar fotos de maior resolução ou tela mais brilhante.

Essa estratégia traz desafios, como geração do lixo eletrônico. Ao mesmo tempo, a obsolescência deve ser combatida na restrição que possa causar ao usuário, como, por exemplo, uma empresa não mais disponibilizar determinada função que era disponível pelo simples upgrade do sistema operacional, forçando a compra de um aparelho novo. O saldo geral é que as atualizações trazidas pela obsolescência programada trazem benefícios à sociedade, como itens de segurança mais eficientes em carros e conectabilidade imediata e de alta qualidade entre pessoas. É por conta disso que membros de uma mesma família que moram em países diferentes podem conversar diariamente, com um custo relativamente baixo, por voz ou vídeo. Além disso, funcionários podem trabalhar remotamente, com mais qualidade de vida, com ajuda de dispositivos móveis.

RAMALHO, N. Obsolescência programada: inimiga ou parceira do consumidor? Disponível em: gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/obsolescencia-programada- -inimiga-ou-parceira-do-consumidor-5z4zm6km1pndkokxsb- t4v6o96/>. Acesso em: 23 jul. 2019. Adaptado.

No Texto I, em “Isso não significa que o consumidor está refém de trocas constantes de equipamento: é possível adiar a substituição de um produto” (?. 34-36), a oração depois dos dois pontos acrescenta, ao trecho anterior, uma ideia de

A modo
B concessão
C explicação
D comparação
E consequência

K, cidadão no pleno exercício dos seus direitos políticos, requereu a um certo órgão público o reconhecimento de determinado benefício a que, no seu entender, faria jus. Ao procurar informações no órgão competente, recebeu a noticia de que seu requerimento tinha grande probabilidade de ser deferido, embora o agente público que havia fornecido tal informação já tivesse ciência de que houvera o seu indeferimento. Nesse caso, consoante as normas do Decreto n° 1.171/1994, o tal agente público que prestou essa informação a K violou o direito à

A capacidade
B existência
C verdade
D fraternidade
E ambiência

Ao estabelecer o Supremo Tribunal Federal que não deve ser admitida a prerrogativa de foro para ex-ocupantes de cargos públicos, está sendo aplicado o fundamento constitucional da

A valoração
B República
C independência
D erradicação
E promoção