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De acordo com a Lei da Ação Popular e a jurisprudência do STJ, a sentença que concluir pela carência da ação civil pública estará sujeita

A à apelação, sendo obrigatório o reexame necessário sempre que houver interesse público envolvido.
B à apelação, não se submetendo ao reexame necessário por ausência de previsão legal.
C ao duplo grau de jurisdição obrigatório, não produzindo efeito senão depois de confirmada pelo tribunal.
D à interpelação de agravo de instrumento.

De acordo com o entendimento jurisprudencial do STJ, quando se trata de montantes de natureza estimativa, a fixação de indenização por danos morais e materiais em valor superior àquele indicado na petição inicial é

A cabível, podendo o magistrado arbitrar valor justo e adequado.
B incabível, configurando julgamento citra petita.
C incabível, configurando julgamento extra petita.
D incabível, configurando julgamento ultra petita.

De acordo com a jurisprudência do STJ, na fase de liquidação ou cumprimento de sentença, o critério estabelecido, no título exequendo, para fixação dos juros de mora

A pode ser alterado pelo juízo, independentemente de provocação das partes, em razão do caráter acessório dos juros.
B pode ser modificado mediante simples requerimento da parte exequente, desde que não resulte na redução do valor executado.
C pode ser revisto na fase executiva, por se tratar de matéria de ordem pública.
D não pode ser alterado, sob pena de ofensa à coisa julgada.

Consoante a jurisprudência do STJ e a Lei da Ação Civil Pública, o réu vencido em ação civil pública ajuizada por associação civil

A responde pelo pagamento de honorários advocatícios sucumbenciais, não sendo exigido da associação autora o adiantamento de custas, emolumentos, honorários periciais e quaisquer outras despesas, salvo comprovada má-fé.
B responde por honorários advocatícios sucumbenciais quando comprovada má-fé da associação autora.
C não responde por honorários advocatícios sucumbenciais, aplicando-se integralmente o regime de gratuidade previsto na Lei da Ação Civil Pública.
D é isento do pagamento de honorários advocatícios sucumbenciais, em razão da natureza coletiva da demanda.

Conforme entendimento do STJ, o mero executor de um comando cogente figura como parte

A ilegítima para responder a mandado de segurança impetrado contra o ato de cumprimento.
B legítima para responder a mandado de segurança impetrado contra o ato de cumprimento quando atuar com autonomia funcional na execução do ato impugnado.
C facultativamente legítima para responder a mandado de segurança impetrado contra o ato de cumprimento, a depender da indicação feita pelo impetrante.
D legítima para responder a mandado de segurança impetrado contra o ato de cumprimento, por integrar a cadeia administrativa do ato.

Nos termos da jurisprudência do STJ, a falta de nomeação de curador especial ao réu revel citado por edital ou com hora certa acarreta nulidade

A absoluta, sendo o exercício da curatela especial função institucional do Ministério Público.
B relativa, sendo o exercício da curatela especial função institucional da Defensoria Pública.
C absoluta, sendo o exercício da curatela especial função institucional da Defensoria Pública.
D relativa, sendo o exercício da curatela especial função institucional do Ministério Público.

De acordo com o Código de Processo Civil e o entendimento do STJ, o negócio jurídico processual que prevê arresto ou penhora de bens é

A nulo quando estipulado para produzir efeitos antes da citação do executado, ainda que a partir do ajuizamento da execução.
B nulo desde o ajuizamento da execução, sendo admitida sua validade apenas se estipulado para produzir efeitos após a citação do executado.
C válido desde o ajuizamento da execução, sendo nulo se estipulado para produzir efeitos antes da citação do executado.
D ineficaz enquanto não realizada a citação do executado, ainda que estipulado para produzir efeitos desde o ajuizamento da execução.

Segundo entendimento firmado pelo STJ, a sentença que não aprecia todos os pedidos formulados pela parte na petição inicial constitui

A extra petita.
B ultra petita.
C decisão terminativa sem resolução de mérito.
D citra petita.

Com relação aos embargos do devedor, assinale a opção correta, com base no Código de Processo Civil e na jurisprudência do STJ.

A Os embargos do devedor não admitem alegação de matéria de defesa que demandem dilação probatória, limitando-se às questões documentais.
B A ausência de memória de cálculo e de indicação do valor incontroverso torna inviável o conhecimento de alegação de excesso de execução em embargos do devedor.
C Os embargos do devedor têm efeito suspensivo automático, independentemente de requerimento da parte e de garantia do juízo.
D A alegação de excesso de execução pode ser conhecida independentemente da apresentação de memória de cálculo, por se tratar de matéria de ordem pública.

De acordo com o entendimento do STJ, os efeitos da revelia

A impedem a produção de provas pelo réu, ainda que este intervenha posteriormente no processo.
B produzem automaticamente a procedência do pedido, dispensando a análise do conjunto probatório.
C são relativos e não acarretam a procedência automática do pedido, devendo o juiz apreciar as alegações à luz das provas dos autos.
D geram a presunção de veracidade apenas quanto às matérias de direito, dispensando a prova dos fatos constitutivos.