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Determinado empregado, que exerce a função de motorista, perdeu a habilitação para dirigir veículo, por determinação da autoridade competente, em decorrência de conduta culposa. Neste caso, considerando o disposto expressamente na Consolidação das Leis do Trabalho, o empregador:

A poderá despedi-lo por justa causa, desde que promova o ajuizamento de inquérito judicial para apuração de falta grave.
B poderá despedi-lo sem justa causa, desde que o empregado não possua alguma garantia de emprego.
C deverá afastar o empregado das atividades, sem prejuízo da remuneração.
D deverá readaptá-lo em nova função.
E poderá promover a rescisão indireta do contrato de trabalho.

Determinado empregado de empresa terceirizada, que presta serviços à prefeitura do Município, propõe reclamação trabalhista em face da empregadora e do Município tomador dos serviços, na qual postula o pagamento de diferenças salariais no importe total de R$ 6.200,00, valor que é atribuído à causa. Nesta hipótese:

A a reclamação deverá tramitar pelo rito sumaríssimo.
B o Município deverá ser excluído da lide, pois não se admite a responsabilidade subsidiária dos órgãos da Administração Pública.
C a reclamação deverá seguir pelo rito ordinário.
D a citação dos reclamados será pelos correios, independentemente do rito processual.
E o rito processual dependerá da iniciativa judicial.

Determinado empregado, com remuneração correspondente a R$ 5.000,00 mensais, objetivando a solução de conflito individual de trabalho com seu empregador, propôs a instituição de cláusula compromissória de arbitragem. Neste caso, considerando disposição expressa da Consolidação das Leis do Trabalho, a cláusula compromissória:

A poderá ser pactuada, desde que os direitos sejam disponíveis.
B não poderá ser pactuada, considerando a restrição legal.
C poderá ser pactuada apenas se o empregado tiver formação de nível superior.
D poderá ser pactuada sem qualquer restrição.
E poderá ser pactuada se houver concordância do sindicato da categoria profissional.

Determinado empregado, que trabalhou para seu empregador no município de Ibaté, após a rescisão contratual, ajuizou reclamação trabalhista no município de São Paulo, cidade em que passou a residir após se desligar da empregadora. Em audiência na Vara do Trabalho de São Paulo, o empregador ofereceu exceção de incompetência territorial como preliminar da contestação. Diante desta situação, e considerando a legislação processual trabalhista, a exceção de incompetência:

A deve ser acolhida, desde que provada a prestação dos serviços em Ibaté.
B deve ser rejeitada, pois a lei faculta ao empregado ajuizar a reclamação trabalhista no local de seu domicílio.
C deve ser rejeitada, vez que preclusa a oportunidade de referida arguição.
D deve ser rejeitada, pois deveria ser ofertada em audiência, mas em peça autônoma, antes de apresentar a contestação.
E poderá ser rejeitada apenas se o advogado não possuir instrumento de mandato escrito.

Contra a decisão que rejeita o incidente de desconsideração da personalidade jurídica, na Justiça do Trabalho,

A cabe agravo de petição, se for na fase de execução, independentemente de garantia do juízo.
B cabe recurso ordinário, se for na fase de conhecimento, independentemente do depósito recursal.
C cabe agravo de petição, se for na fase de execução, desde que haja a prévia garantia do juízo.
D não cabe recurso algum, independentemente da fase processual, pois se trata de decisão interlocutória.
E cabe agravo de instrumento se proferida pelo relator, quando o incidente é instaurado no tribunal.

No processo do trabalho, o depósito recursal será exigível na interposição do recurso ordinário, desde que haja condenação em pecúnia. Contudo, o valor será reduzido à metade quando, entre outros, se tratar de:

A entidades filantrópicas e empresas em recuperação judicial.
B empresas públicas e sociedades de economia mista.
C empresas em recuperação judicial e massa falida.
D autarquias e fundações de direito público.
E entidades sem fins lucrativos e empregadores domésticos.

No processo do trabalho, a inversão do ônus da prova pelo magistrado:

A é admitida mediante fundamentação adequada na sentença.
B só é admitida para favorecer o trabalhador que estiver na condição de reclamante.
C pressupõe decisão fundamentada após a instrução processual.
D pressupõe decisão fundamentada antes da instrução processual.
E é admitida durante a instrução processual, na hipótese de tornar excessivamente difícil à parte se desincumbir do encargo probatório.

As comissões de conciliação prévia se destinam:

A apenas à solução dos conflitos individuais de trabalho.
B à solução dos conflitos individuais e coletivos de trabalho.
C apenas à solução dos conflitos coletivos de trabalho.
D a promover a solução arbitral para os conflitos previamente disciplinados em convenção ou acordo coletivo de trabalho.
E a indicar os integrantes da comissão de representantes dos empregados da empresa.

Numa reclamação trabalhista, em que o reclamante recebia salário mensal no valor de R$ 1.000,00, na parte dispositiva da sentença transitada em julgado constou condenação em aviso prévio indenizado no importe de R$ 100.000,00. Nesta situação,

A o valor de R$ 100.000,00 deverá ser executado, pois emerge de uma decisão transitada em julgado.
B é indispensável o ajuizamento da ação rescisória para evitar o pagamento da importância que foi objeto da condenação.
C a correção do valor só poderá ser feita na decisão dos embargos à execução, após a garantia do juízo.
D a correção do valor poderá ser feita pelo juiz, ex officio ou a requerimento da parte interessada, antes da execução.
E a correção do valor poderá ser feita, desde que haja expressa concordância do exequente.

Consoante legislação vigente e a jurisprudência consolidada do TST, em relação à ação de cumprimento, é correto afirmar que

A é uma ação de conhecimento de cunho declaratório.
B poderá ser proposta pelos Sindicatos, desde que mediante outorga de poderes de seus associados.
C é vedado, nesta ação, questionar sobre a matéria de fato já apreciada na sentença normativa, sendo permitido questionar as de direito já apreciadas.
D é uma ação executiva de cunho constitutivo.
E sua finalidade é o cumprimento das cláusulas constantes dos instrumentos normativos coletivos (acordos coletivos, convenções coletivas e sentenças normativas).