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Literatura e escola Na escola, a leitura de textos literários pode se tornar apenas uma tarefa de Português, uma obrigação – e lá se vai, se assim for, o prazer da leitura. O ser humano gosta de pensar que decide o seu destino, e só acredita que poderá ser feliz quando apenas sua vontade estiver no comando. Mas sou obrigado a confessar: algumas vezes fui ler por obrigação, a mando de professor, e acabei encontrando grande prazer na leitura. Toda a questão está em que haja uma boa combinação de fatores: ler certo texto, em certa idade, com a motivação pessoal de certos interesses. Todos esses “certos” são muito variáveis, mudam de pessoa para pessoa - mas a gente sabe quando a combinação resulta positiva: saímos satisfeitos com a descoberta de um mundo que não conhecíamos, que nem sabíamos ser possível, e que somos capazes de incorporar ao nosso próprio mundo, agora maior que antes. A experiência da literatura é insubstituível: nenhuma arte nos dá tanto o que pensar e sentir quanto essa que, contando com não mais que palavras, nos leva para todas as histórias, todas as geografias, nos embarca em todas as viagens e sensações. Não importa o avanço da tecnologia e de suas ofertas miraculosas: uma escola não pode deixar de proporcionar ao jovem a oportunidade de encontrar dentro de si a revelação de um mundo que certo livro, em certa idade, por conta de certos motivos, lhe oferece com tal intensidade que lhe deixará o vivo desejo de ler mais, de ler muitos outros mais. (Ariovaldo Passos da Cunha, inédito

Na forma sublinhada o verbo encontra-se na voz passiva e atende plenamente às normas de concordância em:

A Não se julgue maus leitores aqueles que têm dificuldades naturais na leitura de um texto.
B Encontram-se nessa biblioteca bons textos, para todos os gostos.
C Eles têm confiado no meu gosto, quando me pedem indicação de livros.
D Foi lido muito às pressas, e com má vontade, a maioria dos livros indicados.
E Não se sabem ao certo quantos alunos se disporão a ler esse livro.

Está vedada na vigência de intervenção federal a

A convocação do Conselho de Defesa Nacional.
B decretação do estado de sítio.
C convocação do Conselho da República.
D permissão para que forças estrangeiras transitem pelo território nacional.
E emenda à Constituição Federal.
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Literatura e escola Na escola, a leitura de textos literários pode se tornar apenas uma tarefa de Português, uma obrigação – e lá se vai, se assim for, o prazer da leitura. O ser humano gosta de pensar que decide o seu destino, e só acredita que poderá ser feliz quando apenas sua vontade estiver no comando. Mas sou obrigado a confessar: algumas vezes fui ler por obrigação, a mando de professor, e acabei encontrando grande prazer na leitura. Toda a questão está em que haja uma boa combinação de fatores: ler certo texto, em certa idade, com a motivação pessoal de certos interesses. Todos esses “certos” são muito variáveis, mudam de pessoa para pessoa - mas a gente sabe quando a combinação resulta positiva: saímos satisfeitos com a descoberta de um mundo que não conhecíamos, que nem sabíamos ser possível, e que somos capazes de incorporar ao nosso próprio mundo, agora maior que antes. A experiência da literatura é insubstituível: nenhuma arte nos dá tanto o que pensar e sentir quanto essa que, contando com não mais que palavras, nos leva para todas as histórias, todas as geografias, nos embarca em todas as viagens e sensações. Não importa o avanço da tecnologia e de suas ofertas miraculosas: uma escola não pode deixar de proporcionar ao jovem a oportunidade de encontrar dentro de si a revelação de um mundo que certo livro, em certa idade, por conta de certos motivos, lhe oferece com tal intensidade que lhe deixará o vivo desejo de ler mais, de ler muitos outros mais. (Ariovaldo Passos da Cunha, inédito

Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase:

A Quem não se dispuser a ler, não leia, embora depois, possa se arrepender.
B Nem sempre, as tarefas obrigatórias deixam de ser, ainda assim prazerosas.
C Quando ela não nos dá prazer, por obrigatória, ficará da leitura, provavelmente, algum rancor.
D Ainda que você não goste, do início de um livro, insista, pois quem sabe assim, algo se revele.
E Embora ele relute, em ler romances, tem imaginação suficiente, para vir a gostar deles.

Imparcialidade é sinônimo de alheabilidade, ou seja, a Agência Judicial não pode ter interesse pessoal em relação às partes, nem retirar proveito do processo. Juiz imparcial é aquele que não tem interesse, próprio ou de pessoa que lhe seja próxima, no julgamento. (CASARA, Rubens; MELCHIOR, Antonio Pedro. Teoria do processo penal brasileiro : dogmática e crítica. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2013. p 142) Buscando evitar a parcialidade do juiz, o Código de Processo Penal enumerou situações de suspeição do juiz, entre as quais:

A se tiver funcionado seu cônjuge ou parente, consanguíneo ou afim, em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, como defensor ou advogado, órgão do Ministério Público, autoridade policial, auxiliar da justiça ou perito.
B se tiver funcionado como juiz de outra instância, pronunciando-se, de fato ou de direito, sobre a questão.
C se ele, seu cônjuge, ou parente, consanguíneo, ou afim, até o segundo grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes.
D se ele próprio ou seu cônjuge ou parente, consanguíneo ou afim em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, for parte ou diretamente interessado no feito
E se tiver aconselhado qualquer das partes ou for amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer deles.

Considere:

I. Sentença de parcial procedência do pedido do autor.

II. Homologação de transação entre as partes.

III. Homologação da renúncia à pretensão formulada na ação.

IV. Decisão que reconhece a ilegitimidade ativa do autor.

V. Homologação de reconhecimento da procedência do pedido formulado na ação. São atos judiciais que importam em resolução do mérito e sujeitos à formação da coisa julgada material aqueles descritos nos itens:

A I, II, III e IV, apenas.
B I, II, III, IV e V.
C I, III e V, apenas.
D II, IV e V, apenas.
E I, II, III e V, apenas.

No que diz respeito ao tema “nacionalidade”,

A jus sanguinis é o critério para fixar-se a nacionalidade primária.
B heimatlos é o mesmo que apátrida.
C jus solis é o critério para atribuir-se nacionalidade ao apátrida.
D jus loci é a polinacionalidade.
E nacionalidade secundária é o mesmo que nacionalidade involuntária.

A Lei nº 8.666/1993 define que a licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a Administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável, e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. Segundo o princípio da legalidade,

A impede-se que o agente público estabeleça condições de caráter não exclusivista em relação aos concorrentes, seu estado ou situação.
B o processo de licitação está vinculado às prescrições legais regulamentares específicas e às estabelecidas no respectivo ato convocatório.
C o procedimento licitatório deve estar ajustado aos bons costumes e às regras de ética que devem nortear todas as atividades dos agentes administrativos.
D todos os atos praticados pelos agentes administrativos devem ser do pleno conhecimento da coletividade.
E deve ser estabelecido tratamento diferenciado injustificável entre os interessados na contratação.

Segundo a doutrina, a noção da privacidade pode ser dividida, para estudo, em três espécies: privada, íntima e secreta. Na primeira estão contidas as duas seguintes, entendendo-se que quanto mais interno o comportamento, mais intensa será a proteção jurídica. Essa teoria que estuda o direito à privacidade é conhecida como teoria

A intermediária, de origem inglesa.
B concêntrica, de origem inglesa.
C da tripartição da privacidade, de origem americana.
D das esferas, de origem alemã.
E da intensidade, de origem alemã.

Sobre o instituto da reincidência, é correto afirmar que

A foi declarado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, por violar o direito penal do autor.
B constitui causa de aumento da pena que pode variar de 1/6 a 2/3.
C sua ocorrência em crime culposo impede a suspensão condicional da pena.
D somente pode ser reconhecido se houver transcurso superior a cinco anos desde a prática do crime anterior.
E impede a aplicação de pena restritiva de direitos, se tiver operado em virtude da prática do mesmo crime.

Os materiais de uma organização podem ser armazenados por diversas metodologias, dentre elas: por frequência, por características, por agrupamento, por separação entre lote de reserva e diário e por setores de montagem. A armazenagem com separação entre lote de reserva e lote diário

A necessita de um espaço destinado a cobrir as necessidades do dia a dia e outro para materiais que são de uso esporádico.
B facilita a arrumação e localização dos materiais, mas, em contrapartida, o espaço físico pode não ser otimizado.
C é adotada geralmente em linhas de produção de pequeno e médio porte, e os materiais que serão utilizados são organizados de forma sequencial, seguindo a sequência da linha de produção.
D desconsidera a frequência com que o material é movimentado, o que em geral dificulta a localização e o manuseio.
E engloba as peças de série num grupo de forma a constituir uma base de produção por família de peças.