Questões de Tecnologia da Informação da INSTITUTO AOCP
Pratique questões de Tecnologia da Informação da INSTITUTO AOCP e filtre por assunto, tópico, órgão, cargo e ano.
Estude com questões da INSTITUTO AOCP
Consulte o banco público da QuestLab com questões da
INSTITUTO AOCP. Use os filtros abaixo para localizar
questões por disciplina, assunto, órgão, cargo, ano e modalidade.
A
Reiniciar o serviço PostgreSQL para encerrar forçadamente todas as conexões ativas e liberar os locks acumulados, registrar a ocorrência no log de operações e comunicar a indisponibilidade programada aos usuários do sistema, pois o reinício é o meio mais rápido e confiável de recuperar o banco em situações de bloqueio generalizado.
B
Usar pg_stat_activity e pg_locks para identificar as transações bloqueantes, encerrar sessões ociosas com pg_terminate_backend(), otimizar a consulta problemática com EXPLAIN ANALYZE criando índices ou reescrevendo a query, e configurar idle_in_transaction_session_timeout para encerrar automaticamente transações ociosas.
C
Criar um banco de dados vazio, exportar os dados com pg_dump, importar com pg_restore e redirecionar a aplicação para o novo banco, pois a degradação durante alta demanda com Seq Scans e locks prolongados indica que o banco de dados atual acumulou fragmentação e precisa ser reconstruído.
D
Aumentar max_connections no postgresql.conf, reiniciar o serviço para aplicar a configuração e monitorar via pg_stat_activity se o número de sessões idle in transaction se reduz, pois mais conexões disponíveis permitem que as transações em fila obtenham recursos e concluam normalmente.
E
Configurar o parâmetro lock_timeout para um valor reduzido (ex.: 5000ms) no postgresql.conf e reiniciar o serviço, pois isso fará com que transações que aguardem um lock por mais de 5 segundos sejam encerradas automaticamente, liberando os recursos bloqueados para as demais sessões.
A
O Bacula é uma solução monolítica em que os componentes principais (Director, Storage Daemon e File Daemon) são obrigatoriamente executados no mesmo servidor, não sendo possível distribuir suas funções entre diferentes máquinas na rede.
B
O componente Bacula Director coordena todas as operações de backup e restauração, gerencia agendamentos e políticas de retenção, monitora o status dos jobs e controla os demais componentes, sendo o elemento central da arquitetura Bacula.
C
O Bacula File Daemon (cliente) é instalado no servidor de backup principal e é responsável por acessar remotamente os dados dos hosts que serão copiados, dispensando instalação de qualquer agente nos servidores clientes.
D
O Bacula utiliza um banco de dados embutido proprietário para armazenar o catálogo de backups, não sendo compatível com SGBDs externos como MySQL, MariaDB ou PostgreSQL para esse fim.
E
O Storage Daemon do Bacula gerencia as políticas de autenticação dos usuários e define os perfis de acesso aos dados de backup, enquanto o Director é responsável pelo armazenamento físico das mídias de backup nos dispositivos de gravação.
A
O componente etcd é um banco de dados distribuído de chave-valor que armazena o estado completo do cluster Kubernetes - configurações, metadados de objetos e estado desejado -, sendo um componente crítico do plano de controle (control plane) e ponto único de verdade do cluster.
B
O kube-scheduler é o componente responsável por observar Pods recém-criados sem nó atribuído e selecionar o nó mais adequado para sua execução, levando em consideração fatores como recursos disponíveis, afinidade/antiafinidade, tolerâncias de taint e políticas de spread.
C
Um ConfigMap no Kubernetes armazena dados de configuração não sensíveis em pares chave-valor, separando configurações da imagem do contêiner, enquanto um Secret armazena dados sensíveis (como senhas e tokens) com codificação base64 o que não constitui criptografia, sendo recomendado habilitar criptografia em repouso no etcd para dados de Secrets.
D
Um Namespace no Kubernetes fornece isolamento completo de rede entre Pods de Namespaces distintos por padrão, garantindo que Pods em um Namespace não consigam se comunicar com Pods de outro Namespace sem a criação explícita de regras de firewall no cluster.
E
O PersistentVolume (PV) é um recurso de armazenamento do cluster provisionado pelo administrador ou dinamicamente por um StorageClass, enquanto o PersistentVolumeClaim (PVC) é a solicitação de armazenamento feita pelo usuário ou Pod, representando uma abstração entre a carga de trabalho e o armazenamento físico subjacente.
A
Atualizar imediatamente o plugin vulnerável do CMS, reiniciar o serviço httpd e notificar a equipe de gestão sobre o incidente concluído, pois o reinício do serviço sobrescreve o binário malicioso em memória, a atualização elimina a vulnerabilidade explorada e a continuidade do serviço minimiza o impacto nos usuários.
B
Aguardar a conclusão do horário de expediente, registrar o incidente no sistema de chamados com prioridade alta e notificar a gerência de TI para deliberação na manhã seguinte, pois intervenções emergenciais fora do horário comercial exigem autorização formal e podem causar impacto operacional desnecessário.
C
Desligar imediatamente o servidor, registrar o horário do desligamento no ticket de incidente e, em seguida, reinstalar o sistema operacional do zero a partir de imagem homologada, pois o desligamento interrompe a exfiltração e a reinstalação elimina qualquer persistência do atacante na máquina.
D
Alterar as credenciais de acesso ao servidor, reiniciar o serviço httpd para eliminar o processo malicioso da memória e aplicar o patch no plugin vulnerável, pois a troca de senha revoga o acesso do atacante, o reinício encerra o processo comprometido e o patch elimina o vetor de entrada original.
E
Isolar o servidor da rede (desconectar a interface ou bloquear via firewall) para interromper imediatamente a exfiltração de dados, preservar evidências forenses - logs, imagem de memória e disco - antes de desligar o servidor, e notificar formalmente a equipe de segurança da informação acionando o processo de resposta a incidentes.
A
Em bash, a instrução '#!' (shebang) é inserida ao final do script para indicar ao sistema operacional qual interpretador deve ser utilizado para executar o arquivo de script.
B
A estrutura de laço 'for' em bash não pode iterar sobre listas de strings, sendo adequada para iteração sobre sequências numéricas geradas pelo comando 'seq'.
C
Em bash, os operadores de comparação numérica como -eq, -ne, -lt, -gt, -le e -ge são utilizados dentro de estruturas condicionais para comparar valores inteiros, enquanto os operadores = e == são usados para comparar strings.
D
Em bash, aspas simples e duplas são intercambiáveis: ambas expandem variáveis e comandos substituídos com o mesmo comportamento, diferindo em questões de estilo tipográfico sem impacto sobre o comportamento do interpretador.
E
Em bash, o operador de redirecionamento >> sobrescreve o arquivo de destino a cada execução do script, enquanto o operador > acrescenta o conteúdo ao final do arquivo existente sem apagar o que já estava gravado.
A
O OpenVPN é um protocolo proprietário da empresa OpenVPN Technologies Inc., enquanto o WireGuard é o único protocolo de VPN de código aberto disponível no mercado, sendo ambos incompatíveis com distribuições Linux de produção.
B
O OpenVPN não suporta autenticação por certificados digitais X.509, utilizando autenticação por chave pré-compartilhada (PSK), enquanto o WireGuard oferece suporte completo à infraestrutura PKI com CA própria.
C
O WireGuard opera por padrão na porta TCP 443, facilitando a travessia de firewalls corporativos que bloqueiam UDP, enquanto o OpenVPN utiliza UDP por padrão na porta 1194, não suportando operação em TCP.
D
O WireGuard opera nativamente no kernel Linux com um código-base reduzido e criptografia moderna (Curve25519, ChaCha20), oferecendo maior desempenho; já o OpenVPN é mais maduro, suporta tanto TCP quanto UDP e oferece integração completa com infraestrutura de certificados X.509.
E
O WireGuard não possui clientes para sistemas Windows e macOS, estando disponível para distribuições Linux, enquanto o OpenVPN é compatível com múltiplas plataformas incluindo Windows, macOS, Linux, Android e iOS.
A
O conceito de DevOps elimina as funções distintas de desenvolvimento e operações em uma organização, fundindo as duas áreas em uma única equipe que assume integralmente todas as responsabilidades técnicas e gerenciais.
B
O monitoramento em ambientes DevOps concentra-se nos ambientes de produção, sendo desnecessário coletar métricas nos ambientes de desenvolvimento e homologação por não afetarem a experiência do usuário final.
C
O Continuous Deployment (CD) exige que as alterações de código aprovadas nos testes automatizados sejam entregues ao ambiente de homologação para revisão e aprovação manual antes de qualquer implantação em produção.
D
A infraestrutura como código (IaC) refere-se à prática de documentar a infraestrutura em manuais técnicos escritos por administradores de sistemas, sem utilizar ferramentas de automação ou versionamento de configurações.
E
A Integração Contínua (CI - Continuous Integration) consiste em integrar frequentemente as alterações de código ao repositório principal, com execução automática de testes a cada integração para detectar erros com rapidez.
A
Definir três stages sequenciais (test, build, deploy), configurar o job de test sem restrição de branch, o job de build com a regra de execução restrita à branch main e o job de deploy com restrição à branch main e dependência do stage de build.
B
Definir um stage único com três jobs paralelos (test, build, deploy), configurando os três jobs para execução em qualquer branch e utilizando variáveis de ambiente para selecionar o comportamento de cada job conforme o nome da branch detectada.
C
Configurar os três jobs em um único stage sequencial, com os três jobs executando em qualquer branch, e utilizar scripts Shell dentro de cada job para verificar o nome da branch e decidir se a operação deve ser realizada ou não.
D
Utilizar webhooks externos para acionar os testes automatizados fora do GitLab CI, definindo no .gitlab-ci.yml os jobs de build e deploy, pois o GitLab CI não suporta execução condicional por branch em pipelines nativos.
E
Definir três stages, configurando o job de test com dependência do resultado do deploy para garantir que os testes validem o estado real do ambiente de homologação antes de disponibilizar a versão para a equipe.