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Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

No trecho abaixo retirado do Texto: “Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões”. Os termos “preparadas ou conservadas” exercem a função de:

A objeto direto.
B aposto explicativo.
C complemento verbal.
D adjunto adverbial, indicando modo da ação verbal.
E adjunto adnominal.
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

Segundo o Texto, os feijões secos:

A não passam por fiscalização sanitária.
B são pouco consumidos internacionalmente.
C possuem participação irrelevante na pauta exportadora.
D representam a maior parte do valor exportado de pulses.
E foram superados pelas ervilhas em valor exportado.
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

De acordo com o Texto, para que estabeleci mentos possam acessar o mercado internacional com produtos vegetais destinados ao consumo humano, é necessário:

A apenas realizar o transporte adequado dos produtos.
B garantir apenas a padronização estética dos produtos, sem necessidade de inspeção.
C cumprir exclusivamente as exigências dos países importadores, sem necessidade de regulamentação nacional que fiscalize.
D fazer o plantio utilizando as mesmas técnicas de agricultura do país para onde o produto será enviado.
E atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela legislação vigente e obter certificação que comprove o cumprimento das normas sanitárias.
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente, observando o uso do hífen conforme o último Acordo Ortográfico.

A Co-autor • extra-escolar • anti-social
B Papel-moeda • matéria-prima • bem-estar
C Auto-escola • contra-regra • infra-estrutura
D Anti-inflamatório • microondas • semi-deus
E Recém-nascido • geo-política • mal humorado
Texto associado
Exportação de pulses cresce 30% em 2025 Setor faturou US$ 448,1 milhões no período, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, reforçando sua relevância no comércio exterior As exportações brasileiras de pulses registraram crescimento de 30% em 2025 na comparação com 2024 e alcançaram faturamento de US$ 448,1 milhões, conforme dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O desempenho reforça a relevância do segmento no comércio exterior e evidencia a demanda internacional pelos produtos brasileiros. Os feijões secos lideraram a pauta exportadora e res ponderam por mais de 98% do valor total embarcado ao longo do ano. Na sequência, apareceram as ervilhas preparadas ou conservadas, com receita de US$ 3,9 milhões, e os feijões preparados ou conservados, que somaram US$ 859,9 mil. No campo produtivo, a Companhia Nacional de Abas tecimento (Conab) projeta que o feijão seguirá como a principal pulse cultivada no país na safra 2025/26. A estimativa aponta produção superior a 3 milhões de toneladas, avanço de 0,5% frente ao ciclo anterior, indicando estabilidade com leve tendência de cresci mento na oferta nacional. Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, as pulses têm papel relevante na alimentação e na nutrição dos brasileiros, especialmente o feijão, alimento presente de forma recorrente nas refeições do país. Ele destacou que o governo atua para incentivar a produção por meio de políticas públicas e ações voltadas aos produtores rurais. Para acessar o mercado internacional, os estabeleci mentos envolvidos na elaboração, beneficiamento, processamento, industrialização, fracionamento, armazenamento ou transporte de produtos vegetais destinados ao consumo humano precisam atender aos requisitos higiênico-sanitários definidos pela Instrução Normativa nº 23/2020. Em casos específicos, o Mapa também pode fiscalizar o cumprimento das exigências sanitárias impostas pelos países importadores. Outro requisito essencial é a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), documento que atesta o atendimento às exigências sanitárias dos destinos compradores, conforme acordos firmados e comunicações oficiais. A Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA/Mapa) é responsável por acompanhar as atividades de fiscalização e inspeção higiênico-sanitária e tecnológica dos produtos vegetais exportados sempre que houver exigência de certificação. O órgão também realiza ações em estabelecimentos comerciais e unidades de beneficiamento e empacotamento, com coleta de amostras para classificação fiscal e verificação da conformidade com os padrões oficiais. Entre os produtos mais frequentemente inspecionados estão o feijão-de-corda e o feijão-comum. O processo busca assegurar padronização, qualidade e rastreabilidade, além de garantir proteção ao consumidor por meio do fornecimento de alimentos seguros, corretamente rotulados e em conformidade com as normas sanitárias.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/agro/ exportacao-de-pulses-cresce-30-em-2025/

Assinale a alternativa em que a frase “ Todos concordaram com aquela proposta. ” foi reescrita corretamente , mantendo o mesmo sentido.

A Todos anuíram àquela proposta.
B Todos abdicaram àquela proposta.
C Todos retificaram àquela proposta.
D Todos impugnaram aquela proposta.
E Todos tangenciaram àquela proposta.
Texto associado
São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social. A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos. Sustentabilidade como Eixo Central Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território. Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações. Incentivo à Participação Social A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária. […]

Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/

Assinale a alternativa correta com base no texto sobre a ampliação das hortas urbanas em São José.

A O programa passa a funcionar apenas nas escolas da rede municipal, deixando de atuar em bairros e espaços públicos da cidade.
B O Selo Verde será concedido exclusivamente a órgãos públicos que financiarem integralmente o programa com recursos municipais.
C A nova lei transforma o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente, estabelece diretrizes para sua expansão e prevê ações como incentivo à compostagem, apoio técnico institucional e estímulos à participação social.
D A legislação determina a substituição das hortas comunitárias por parcerias exclusivamente privadas, com financiamento restrito a empresas do setor agrícola.
E A lei extingue a possibilidade de gestão das hortas por associações de moradores, centralizando todas as decisões na Fundação Municipal do Meio Ambiente.
Texto associado
São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social. A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos. Sustentabilidade como Eixo Central Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território. Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações. Incentivo à Participação Social A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária. […]

Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/

Segundo o texto, o que é o Selo Verde?

A Um mecanismo criado para fiscalizar empresas, instituições e grupos comunitários quanto ao cumprimento obrigatório de metas ambientais estabelecidas pelo poder público municipal.
B Uma política pública criada para financiar empresas, instituições e grupos comunitários com recursos exclusivos do orçamento municipal destinado à sustentabilidade.
C Um projeto educativo criado para capacitar empresas, instituições e grupos comunitários na gestão técnica das hortas urbanas comunitárias do município.
D Uma taxa ambiental criada para regulamentar empresas, instituições e grupos comunitários no uso de espaços públicos destinados ao cultivo agroecológico.
E Uma certificação criada para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuam com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas.
Texto associado
São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social. A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos. Sustentabilidade como Eixo Central Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território. Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações. Incentivo à Participação Social A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária. […]

Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/

No trecho “ responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social”, a forma “-las ” é classificada, morfologicamente, como:

A artigo indefinido no plural.
B artigo definido feminino plural.
C conjunção subordinativa integrante.
D pronome pessoal oblíquo átono.
E partícula apassivadora.
Texto associado
São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social. A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos. Sustentabilidade como Eixo Central Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território. Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações. Incentivo à Participação Social A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária. […]

Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/

Assinale a alternativa em que os usos do hífen e de acentuação gráfica estão corretos , de acordo com as regras do Acordo Ortográfico:

A agroecológico • socioambiental • infraestrutura • antissocial
B agroecologico • socio-ambiental • infra estrutura • anti social
C agro ecológico • socioambiental • infra-estrutura • anti-social
D agro-ecologico • sócioambiental • infra estrutura • antissocial
E agro-ecológico • sócio-ambiental • infra-estrutura • anti-social
Texto associado
São José amplia hortas urbanas com nova lei voltada à sustentabilidade A sustentabilidade ganhou reforço institucional em São José com a sanção da Lei nº 6.535, de 11 de dezembro de 2025, que transformou o Programa Horta Solidária Urbana em política pública permanente. A medida oficializa e amplia uma iniciativa já em atividade na cidade, responsável por revitalizar áreas públicas ociosas e convertê-las em espaços produtivos de cultivo agroecológico e participação social. A legislação estabelece parâmetros estáveis para a implantação e a expansão das hortas comunitárias, que atualmente funcionam nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias. O texto legal orienta que cada área cultivada tenha foco na promoção do meio ambiente, na segurança alimentar e na economia solidária, estimulando o uso socialmente responsável dos espaços públicos. Sustentabilidade como Eixo Central Entre os avanços previstos, a lei destaca o incentivo à compostagem como instrumento para reduzir o volume de resíduos enviados a aterros sanitários. As unidades da rede municipal de ensino passam a incorporar a compostagem escolar à rotina pedagógica, fortalecendo práticas de educação ambiental e ampliando o protagonismo estudantil em ações de cuidado com o território. Apoio Técnico e Possibilidades de Gestão A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. O texto autoriza que associações de moradores, entidades e grupos organizados possam assumir a gestão das áreas destinadas ao cultivo. O financiamento das ações poderá ser assegurado por múltiplas fontes, incluindo orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações. Incentivo à Participação Social A legislação institui ainda o Selo Verde, criado para reconhecer empresas, instituições e grupos comunitários que contribuírem com o programa por meio de doações, apoio financeiro, insumos ou iniciativas educativas e ambientais. O objetivo é valorizar parceiros que fortaleçam práticas de preservação e colaboração comunitária. […]

Fonte: https://conectasc.com.br/2025/12/12/sao-jose-amplia hortas-urbanas-com-nova-lei-voltada-a-sustentabilidade/

No período “ A execução do programa contará com suporte técnico, logístico e educacional da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável .”, assinale a alternativa correta quanto ao sujeito da oração.

A O sujeito é “ A execução do programa ” e é definido como sujeito determinado composto.
B O sujeito é indeterminado, pois não há elemento explícito que pratique a ação verbal.
C Trata-se de oração sem sujeito, uma vez que o verbo “ contar ” é impessoal nesse contexto.
D O sujeito é oculto, podendo ser identificado apenas pela desinência verbal.
E O sujeito é determinado simples e está expresso pelo sintagma nominal “ A execução do programa ”.