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Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita La necesidad de mejorar la enseñanza de la lectura y la escritura ha llevado a maestros e investigadores a proponer una profunda renovación en este campo, a través de la reflexión, el análisis de problemas y la elaboración de proyectos encaminados a lograr su buen desarrollo. Es ya un lugar común afirmar que leer y escribir son una puerta para acceder al conocimiento, a la comprensión de las relaciones existentes en el mundo natural y social y a la posibilidad de construir y recrear una identidad del sujeto y de la sociedad. Pero también existe consenso sobre la poca efectividad que hasta ahora la escuela ha tenido en la enseñanza de estas competencias. En este sentido, uno de los mayores obstáculos que hay que vencer para lograr esta transformación reside en las concepciones que los maestros han venido manejando sobre lo que significa leer y escribir. Entendemos las concepciones como conocimientos adquiridos a lo largo de la historia del individuo, por la experiencia personal, la observación del comportamiento de los otros, la recontextualización de la información de origen científico que ha recopilado a través de la formación académica y de la lectura de la realidad social en general, entre otras. Este proceso implica una construcción activa de sentido que le permite al individuo evolucionar a través de etapas de desarrollo mental, hacia una conceptualización mayor, más adecuada para enfrentar situaciones nuevas que se le presenten. Pero las concepciones son persistentes, difícilmente se olvidan y por ello pueden provocar desviaciones en el proceso de adquisición de nuevos conocimientos. Además, permanecen ocultas, por eso se requiere identificar estas ideas previas las cuales hay que confrontar, la mayoría de las veces empecinadamente, para transformarlas mediante un proceso de contraste con las nuevas teorías que circulan en la comunidad académica sobre la naturaleza del lenguaje y de la lengua escrita. Las "viejas ideas" sobre lo que significa leer y escribir y las prácticas de enseñanza que resultan de ellas existen aún en nuestros centros de educación y son todavía las más frecuentes -aunque, claro, existen notorias excepciones; por eso estas formas de conocimiento han de develarse para, a través de ellas, descubrir qué tipo de orientación siguen los docentes en sus prácticas pedagógicas. Las concepciones son una red semántica de conocimientos construida por el individuo, la cual está edificada, sobre la práctica social y cultural que genera la sociedad. No son simplemente una producción mental sino que más bien corresponden a un proceso que resulta de la elaboración de sentido que se construye en las interacciones lingüísticas. A lo largo de la historia del hombre se ha reflexionado mucho sobre el lenguaje provocando un sin número de investigaciones en el ámbito de la filosofía, la antropología, la sociología, entre otras, donde se ven reflejadas concepciones e imágenes del lenguaje. BASTAMENTE, B. B.; BOJACÁ, B.; MORALES, R. Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita. Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Bogotá. Enunciación, 2000-08-00 nro:4-5 pág:109.

La principal necesidad identificada en el texto con respecto a la enseñanza de la lectura y la escritura es:

A reducir el tiempo dedicado a la lectura y aumentar el tiempo dedicado a la enseñanza de la escritura.
B aumentar la cantidad de libros en las escuelas, incluso de las obras internacionales.
C mejorar la eficacia de la enseñanza de lectura y escritura
D eliminar la escritura de las clases, principalmente a los alumnos que ya saben escribir.
E enfocarse solo en la gramática, pues su enseñanza es más importante que los otros contenidos.
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Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita La necesidad de mejorar la enseñanza de la lectura y la escritura ha llevado a maestros e investigadores a proponer una profunda renovación en este campo, a través de la reflexión, el análisis de problemas y la elaboración de proyectos encaminados a lograr su buen desarrollo. Es ya un lugar común afirmar que leer y escribir son una puerta para acceder al conocimiento, a la comprensión de las relaciones existentes en el mundo natural y social y a la posibilidad de construir y recrear una identidad del sujeto y de la sociedad. Pero también existe consenso sobre la poca efectividad que hasta ahora la escuela ha tenido en la enseñanza de estas competencias. En este sentido, uno de los mayores obstáculos que hay que vencer para lograr esta transformación reside en las concepciones que los maestros han venido manejando sobre lo que significa leer y escribir. Entendemos las concepciones como conocimientos adquiridos a lo largo de la historia del individuo, por la experiencia personal, la observación del comportamiento de los otros, la recontextualización de la información de origen científico que ha recopilado a través de la formación académica y de la lectura de la realidad social en general, entre otras. Este proceso implica una construcción activa de sentido que le permite al individuo evolucionar a través de etapas de desarrollo mental, hacia una conceptualización mayor, más adecuada para enfrentar situaciones nuevas que se le presenten. Pero las concepciones son persistentes, difícilmente se olvidan y por ello pueden provocar desviaciones en el proceso de adquisición de nuevos conocimientos. Además, permanecen ocultas, por eso se requiere identificar estas ideas previas las cuales hay que confrontar, la mayoría de las veces empecinadamente, para transformarlas mediante un proceso de contraste con las nuevas teorías que circulan en la comunidad académica sobre la naturaleza del lenguaje y de la lengua escrita. Las "viejas ideas" sobre lo que significa leer y escribir y las prácticas de enseñanza que resultan de ellas existen aún en nuestros centros de educación y son todavía las más frecuentes -aunque, claro, existen notorias excepciones; por eso estas formas de conocimiento han de develarse para, a través de ellas, descubrir qué tipo de orientación siguen los docentes en sus prácticas pedagógicas. Las concepciones son una red semántica de conocimientos construida por el individuo, la cual está edificada, sobre la práctica social y cultural que genera la sociedad. No son simplemente una producción mental sino que más bien corresponden a un proceso que resulta de la elaboración de sentido que se construye en las interacciones lingüísticas. A lo largo de la historia del hombre se ha reflexionado mucho sobre el lenguaje provocando un sin número de investigaciones en el ámbito de la filosofía, la antropología, la sociología, entre otras, donde se ven reflejadas concepciones e imágenes del lenguaje. BASTAMENTE, B. B.; BOJACÁ, B.; MORALES, R. Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita. Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Bogotá. Enunciación, 2000-08-00 nro:4-5 pág:109.

De acuerdo con los autores, las “viejas ideas” sobre la lectura y la escritura pueden causar:

A la reducción del tiempo de clase para los alumnos con discapacidad intelectual.
B el aumento de la motivación de los alumnos y la reducción del tiempo de clase.
C las desviaciones en el proceso de adquisición de nuevos conocimientos.
D la mejora en la comprensión de textos y en la escritura.
E la facilidad para aprender nuevos idiomas, incluso los alumnos con discapacidad intelectual.
Texto associado
Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita La necesidad de mejorar la enseñanza de la lectura y la escritura ha llevado a maestros e investigadores a proponer una profunda renovación en este campo, a través de la reflexión, el análisis de problemas y la elaboración de proyectos encaminados a lograr su buen desarrollo. Es ya un lugar común afirmar que leer y escribir son una puerta para acceder al conocimiento, a la comprensión de las relaciones existentes en el mundo natural y social y a la posibilidad de construir y recrear una identidad del sujeto y de la sociedad. Pero también existe consenso sobre la poca efectividad que hasta ahora la escuela ha tenido en la enseñanza de estas competencias. En este sentido, uno de los mayores obstáculos que hay que vencer para lograr esta transformación reside en las concepciones que los maestros han venido manejando sobre lo que significa leer y escribir. Entendemos las concepciones como conocimientos adquiridos a lo largo de la historia del individuo, por la experiencia personal, la observación del comportamiento de los otros, la recontextualización de la información de origen científico que ha recopilado a través de la formación académica y de la lectura de la realidad social en general, entre otras. Este proceso implica una construcción activa de sentido que le permite al individuo evolucionar a través de etapas de desarrollo mental, hacia una conceptualización mayor, más adecuada para enfrentar situaciones nuevas que se le presenten. Pero las concepciones son persistentes, difícilmente se olvidan y por ello pueden provocar desviaciones en el proceso de adquisición de nuevos conocimientos. Además, permanecen ocultas, por eso se requiere identificar estas ideas previas las cuales hay que confrontar, la mayoría de las veces empecinadamente, para transformarlas mediante un proceso de contraste con las nuevas teorías que circulan en la comunidad académica sobre la naturaleza del lenguaje y de la lengua escrita. Las "viejas ideas" sobre lo que significa leer y escribir y las prácticas de enseñanza que resultan de ellas existen aún en nuestros centros de educación y son todavía las más frecuentes -aunque, claro, existen notorias excepciones; por eso estas formas de conocimiento han de develarse para, a través de ellas, descubrir qué tipo de orientación siguen los docentes en sus prácticas pedagógicas. Las concepciones son una red semántica de conocimientos construida por el individuo, la cual está edificada, sobre la práctica social y cultural que genera la sociedad. No son simplemente una producción mental sino que más bien corresponden a un proceso que resulta de la elaboración de sentido que se construye en las interacciones lingüísticas. A lo largo de la historia del hombre se ha reflexionado mucho sobre el lenguaje provocando un sin número de investigaciones en el ámbito de la filosofía, la antropología, la sociología, entre otras, donde se ven reflejadas concepciones e imágenes del lenguaje. BASTAMENTE, B. B.; BOJACÁ, B.; MORALES, R. Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita. Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Bogotá. Enunciación, 2000-08-00 nro:4-5 pág:109.

El texto define las concepciones que los profesores tienen sobre la lectura y la escritura como:

A conocimientos adquiridos a lo largo de la historia del individuo.
B prácticas culturales sin relevancia, pues les parece tener alguna importancia en algún momento de la enseñanza.
C habilidades innatas, porque el alumno siempre trae novedades en las clases de LE.
D reglas estrictas de enseñanza para que existan metodologías eficaces.
E información transmitida de generación en generación, principalmente de los padres para sus hijos.
Texto associado
Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita La necesidad de mejorar la enseñanza de la lectura y la escritura ha llevado a maestros e investigadores a proponer una profunda renovación en este campo, a través de la reflexión, el análisis de problemas y la elaboración de proyectos encaminados a lograr su buen desarrollo. Es ya un lugar común afirmar que leer y escribir son una puerta para acceder al conocimiento, a la comprensión de las relaciones existentes en el mundo natural y social y a la posibilidad de construir y recrear una identidad del sujeto y de la sociedad. Pero también existe consenso sobre la poca efectividad que hasta ahora la escuela ha tenido en la enseñanza de estas competencias. En este sentido, uno de los mayores obstáculos que hay que vencer para lograr esta transformación reside en las concepciones que los maestros han venido manejando sobre lo que significa leer y escribir. Entendemos las concepciones como conocimientos adquiridos a lo largo de la historia del individuo, por la experiencia personal, la observación del comportamiento de los otros, la recontextualización de la información de origen científico que ha recopilado a través de la formación académica y de la lectura de la realidad social en general, entre otras. Este proceso implica una construcción activa de sentido que le permite al individuo evolucionar a través de etapas de desarrollo mental, hacia una conceptualización mayor, más adecuada para enfrentar situaciones nuevas que se le presenten. Pero las concepciones son persistentes, difícilmente se olvidan y por ello pueden provocar desviaciones en el proceso de adquisición de nuevos conocimientos. Además, permanecen ocultas, por eso se requiere identificar estas ideas previas las cuales hay que confrontar, la mayoría de las veces empecinadamente, para transformarlas mediante un proceso de contraste con las nuevas teorías que circulan en la comunidad académica sobre la naturaleza del lenguaje y de la lengua escrita. Las "viejas ideas" sobre lo que significa leer y escribir y las prácticas de enseñanza que resultan de ellas existen aún en nuestros centros de educación y son todavía las más frecuentes -aunque, claro, existen notorias excepciones; por eso estas formas de conocimiento han de develarse para, a través de ellas, descubrir qué tipo de orientación siguen los docentes en sus prácticas pedagógicas. Las concepciones son una red semántica de conocimientos construida por el individuo, la cual está edificada, sobre la práctica social y cultural que genera la sociedad. No son simplemente una producción mental sino que más bien corresponden a un proceso que resulta de la elaboración de sentido que se construye en las interacciones lingüísticas. A lo largo de la historia del hombre se ha reflexionado mucho sobre el lenguaje provocando un sin número de investigaciones en el ámbito de la filosofía, la antropología, la sociología, entre otras, donde se ven reflejadas concepciones e imágenes del lenguaje. BASTAMENTE, B. B.; BOJACÁ, B.; MORALES, R. Relación entre concepciones sobre el lenguaje y la lengua escrita. Universidad Distrital Francisco José de Caldas, Bogotá. Enunciación, 2000-08-00 nro:4-5 pág:109.

Es posible afirmar que, uno de los mayores obstáculos para la transformación de la enseñanza de lectura y escritura mencionado en el texto es:

A la ausencia de tecnología en las aulas, ocasionando poco interés por parte de los alumnos en las clases de LE.
B la resistencia de los alumnos a aprender a causa de las clases poco atractivas.
C la falta de recursos didácticos en las escuelas públicas del país.
D la falta de tiempo para enseñar, pues el profesor solo dispone de 50 minutos para trabajar sus contenidos.
E las antiguas concepciones de los profesores sobre la lectura y la escritura.

De la expresión oral a la producción escrita en la enseñanza de segundas lenguas Hace ya casi un siglo, F. de Saussure

( 1915 ) se refería a la escritura como el disfraz y la fotografía de lo real, es decir, de lo oral, idea que lo llevaba a pensar que la función del lenguaje escrito no sería sino la de representar el lenguaje oral. En otras palabras, el lenguaje oral sería el natural, mientras que el escrito sería el artificial, idea coincidente con el criterio de destrezas primarias y secundarias del que hablaremos más adelante. La actualidad o antigüedad de la idea saussureana, sin embargo, se relativiza al contrastarla con la teoría clásica aristotélica, expuesta en su Perí Hermenéias (o De Interpretatione). Afirmaba el Estagirita (h. -384 – -322) que las “palabras habladas” son “signos de las impresiones o afectos del alma”, mientras que las “palabras escritas” serían signos de las habladas. Conforme a esta teoría, por tanto, la escritura sería un conjunto de “signos de signos”. Volviendo a Saussure, parece innegable cierta la herencia pedagógica de la Lingüística occidental, decantada claramente por el llamado phonocentrismo: el objeto lingüístico no queda definido por la combinación de la palabra escrita y la palabra hablada; ésta última es la que constituye por sí misma el objeto de la lingüística. La actitud phonocentrista influyó sobremanera en la enseñanza de la lectura y de la escritura, de modo que pedagogos y psicólogos estaban convencidos de que era necesario llegar a un alto grado de dominio de lo oral para poder abordar lo escrito. Los niños tenían problemas con la ortografía porque sufrían problemas de dicción, y aún hoy, en ciertos tipos de enseñanza, se sostiene que la conciencia fonológica –practicada en el silabeo o en lo que podemos llamar segmentación fonémica– es casi un requisito para aprender a leer. Incluso muchos expertos en literatura infantil defienden que es necesario traducir los textos al uso oral para hacerlos más accesibles a los niños. Como hipótesis diametralmente opuesta, se sitúa un graphocentrismo, que concede la máxima importancia al hecho de poder leer y escribir en otra lengua, independientemente de la capacidad oral de comunicarse. En épocas no demasiado remotas, todavía se consideraba posible aprender francés (o inglés) si se disponía de las siguientes herramientas: la lectura de una buena edición de las obras completas de Victor Hugo (o de William Shakespeare), un diccionario bilingüe y un cuaderno, pese a que el estudiante fuera incapaz de comunicarse oralmente, ejemplificado siempre en la imposibilidad de “pedir un café en un bar” de París (o de Londres). Esta teoría parecía verse confirmada por los testimonios de personas de renombrada fama que se consideraban modelo de brillantez intelectual. Así, por ejemplo, es famoso el caso del escritor y pensador español Miguel de Unamuno, quien, según sus propios testimonios, aprendió noruego (o “[…] dano-noruego, no norso-danés”, como precisaría el autor de Niebla) con las obras teatrales de H. Ibsen que le prestaba el también escritor Ángel Ganivet, o con los ensayos del danés Søren Kierkegaard. También constituía un referente el caso del neurólogo y psiquiatra austriaco S. Freud, quien aseguraba haber aprendido español leyendo directamente El Quijote, por lo cual se atribuía la capacidad de revisar y autorizar la traducción de sus obras a nuestro idioma. Sin la necesidad de estos casos extremos, es verdad que una inmensa mayoría de aprendices de una L2 apenas pueden superar una frase de diálogo en conversación, pero son capaces de leer e incluso de escribir en un segundo idioma. Este graphocentrismo parece mantenerse en la recurrencia a lo escrito de todos los aprendices de segundas lenguas, que entienden mejor lo que se les dice si (además) lo ven por escrito, o, en su defecto, deletreado para recomponer la forma mentalmente, quizá para poder buscarlo en un diccionario, también escrito, quizá porque ése fue el medio por que aprendieron la forma a la que se enfrentan. TORIJIANO, J. Agustín. Universidad de Salamanca, 2016. Ferdinand de Saussure (1857-1913), lingüista y filósofo suizo, tuvo una visión acerca de la escritura y, a través de esto, se pude afirmar que:

A desde hace muchos siglos, la escritura siempre fue más importante que el habla.
B la escritura y el habla tienen la misma importancia en la comunidad lingüística.
C la escritura es un disfraz de la realidad, representando lo oral.
D el habla es un disfraz de la escritura y casi no es percibido por los estudiantes.
E la escritura es la única forma de comunicación en todo el proceso de alfabetización.

Además de haber sido uno de los pensadores más influentes de la historia universal, el filósofo y polímata Aristóteles (384 a.C -322 a.C.) decía que:

A las palabras pronunciadas no tienen significado correcto.
B las palabras pronunciadas son signos de la impresión o afecto del alma.
C as palabras habladas y escritas son iguales y esto dificultaba su aprendizaje.
D las palabras escritas son la base del lenguaje desde a.C.
E las palabras escritas son más importantes que las habladas.

Después de la lectura hecha sobre el texto, se puede concluir que el significado de graphocentrismo es:

A la teoría que prioriza la oralidad y el enfoque pedagógico.
B un viejo enfoque pedagógico se hace necesario en las clases de LE.
C teoría sin relevancia a la enseñanza de nuevos idiomas;
D la teoría que ignora la escritura y la lectura en las clases de LE.
E la teoría que valora la lectura y escritura en un segundo idioma.

Se puede afirmar que, los aspectos interrelacionados que reflejan los cambios en la metodología de enseñanza de idiomas extranjeros son:

A teorías sobre la naturaleza del lenguaje y cómo se aprenden idiomas.
B aumento de la carga horaria y del número de alumnos.
C cambios en la legislación educativa y uso de tecnología.
D sin cambios en la legislación educativa y uso de tecnología.
E adopción de métodos tradicionales y eliminación de nuevos.

Al enfrentarse a innumerables barreras en el ámbito educativo, el profesor tiene como principal dificultad en determinar la durabilidad de cada método de enseñanza, porque:

A los métodos son todos iguales.
B existe un método específico para cada profesor.
C no hay métodos eficaces.
D los estudiantes no se adaptan a ningún método.
E los métodos se superponen en el tiempo.

Mediante la enseñanza de idiomas, se puede decir que lo que caracteriza la situación sociohistórica es:

A las necesidades inmediatas de los estudiantes de LE.
B la falta de profesores capacitados.
C el aumento del número de profesores.
D los cambios en la infraestructura escolar.
E la adopción de tecnología en el aula.