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El Texto I que se ofrece a continuación servirá para contestar a la cuestión Un lazarillo robot para ciegos Una startup del estado brasileño de Espírito Santo realizó una prueba piloto de una máquina autónoma para ayudar a los discapacitados visuales a movilizarse en espacios cerrados Un robot de unos 4 kilogramos de peso, 40 centímetros de altura y con la forma de una maleta pequeña, con asa retráctil y rueditas, podrá verse en los próximos meses acompañando a personas con discapacidad visual en centros comerciales, tiendas y aeropuertos de Espírito Santo, Río de Janeiro y São Paulo, en Brasil. Se trata de Lysa, un lazarillo robótico que la startup Vixsystem viene desarrollando desde 2014 y que a finales de 2021 salió al mercado para su uso en ambientes interiores. El robot Lysa, que está equipado con un software específico, una aplicación para teléfonos móviles, recursos de inteligencia artificial, una red de sensores, cámara y el sistema láser Lidar (detección de luz y medición de distancias), realiza un mapeo del lugar, traza una ruta hasta el destino y guía al usuario hasta el sitio deseado. Durante el desplazamiento, emite indicaciones acústicas y de locomoción. “Detecta los posibles objetos ubicados delante y encima del usuario, eludiéndolos e indicando si hay una persona o un grupo de ellas en el camino. En concreto, proporciona orientaciones precisas y es mucho más inteligente que un bastón”, dice Neide Sellin, licenciada en ciencias de la computación y directora ejecutiva de la startup . Sellin se refiere a los bastones inteligentes que ya existen en el mercado e identifican obstáculos no solo en el suelo, sino también a la altura de la cabeza, tales como las ramas de los árboles y macetas colgantes, culpables de muchos accidentes que sufren las personas ciegas. “Para este mes [marzo] tenemos pedidos de entrega de 20 unidades”, comenta Sellin. “De esas 20 unidades, algunas han sido efectivamente vendidas y otras se las estamos dejando al cliente para que las pruebe. Como es un proyecto nuevo, las empresas primero quieren probarlo y analizar su necesidad para luego formalizar su compra”. Cada robot cuesta 15.000 reales. Para el año que viene, la startup espera tener a punto una nueva versión equipada con GPS para su uso en ambientes exteriores, en la vía pública. “Para desplazarse por la calle aún debemos resolver algunos problemas. El mayor reto se presenta cuando no hay aceras”. La emprendedora cuenta con el apoyo de la FAPESP desde 2021, en el marco del Programa de Investigación Innovadora en Pequeñas Empresas (Pipe), para trabajar en la versión del robot para espacios exteriores. La empresa fue seleccionada en un llamado a la presentación de propuestas de investigación estratégica en internet lanzado por la Fundación, el Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación (MCTI), el Ministerio de Comunicación (MCom) y el Comité Gestor de Internet en Brasil (CGI.br). Vixsystem fue la primera empresa emergente fuera de São Paulo con un proyecto aprobado en el marco del programa Pipe. En la propuesta conjunta del MCTI, el MCom y el CGI.br, la FAPESP puede contemplar ayudas a proyectos fuera de São Paulo. Un prototipo artesanal La empresaria relata que la idea de desarrollar un robot lazarillo nació en 2011, cuando impartía clases de robótica en la enseñanza media en una escuela pública de Serra, un municipio del Área Metropolitana de Vitória, la capital del estado de Espírito Santo. “Luego de investigar y comprobar que se trataba de una demanda importante, con mis alumnos construimos un prototipo, utilizando algunas piezas de otros robots. Hicimos pruebas y convoqué a 20 personas con discapacidad visual para que nos dieran su opinión”, recuerda. “Y ahí mismo querían comprarlo aunque fuera un aparato muy artesanal. Aquello llamó mucho mi atención sobre la necesidad y la importancia de desarrollar un producto como ese. No he podido obtenerlo tan rápido como hubiera querido, pero lo hice”. El impulso inicial para el diseño del prototipo surgió de un proyecto aprobado por el Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico (CNPq) de Brasil en 2014. La ayuda de esa institución permitió la contratación de dos investigadores con maestría –un ingeniero electrónico y otro de la computación– para dar continuidad al proyecto. “Se fabricaron varios prototipos y se efectuaron diversas validaciones. Todo el concepto del Lysa lo elaboré con la ayuda de más de 200 personas con discapacidad visual que nos dieron sus opiniones. En 2017, tras participar en la versión brasileña del programa de televisión Shark Tank, un reality show de emprendimientos, la empresaria ganó 200.000 reales y visibilidad para buscar otras fuentes de financiación. La empresa también contó con la ayuda de la Financiadora de Estudios y Proyectos (Finep) de Brasil y de la Fundación de Apoyo a la Investigación Científica y la Innovación de Espírito Santo (Fapes). Para el abogado Marcelo Panico, del área de relaciones institucionales de la Fundación Dorina Nowill para Ciegos, en São Paulo, la idea de un guía robot es prometedora, pero al tratarse de una tecnología novedosa se la debe evaluar minuciosamente. Y reflexiona que, más allá del tema del costo del robot, también deben evaluarse las ventajas y desventajas de la nueva tecnología desde un punto de vista social. “Hoy en día, los perros guía tienen el respeto de la sociedad y su presencia en distintos ambientes está garantizada por la ley. Además, el perro se convierte en un compañero de la persona con deficiencia visual e incluso le es de ayuda para su autoestima”. Sin embargo, Panico advierte que en Brasil hay pocos lazarillos en actividad. Se estima que en el país hay solamente 200 de estos animales para un universo de aproximadamente 6,5 millones de personas con discapacidad visual. Los perros guías, según el abogado, suelen ser entrenados en el exterior a un costo de 10.000 dólares, y el tiempo de espera para obtener uno puede demorar hasta dos años. Los costos de entrenamiento suelen correr a cargo de instituciones y proyectos asociados. https://revistapesquisa.fapesp.br/ Edição abril de 2022.

A continuación, leerá algunas afirmaciones respecto al texto leído.

I. En el texto, se menciona la creación de una startup brasileña.

II. En el momento en el que se publica el texto la máquina anunciada aún se estaba experimentando.

III. El coste de la máquina es el mismo del coste de entrenamiento de un perro guía. Señale:

A Si sólo la afirmación I es correcta.
B Si sólo las afirmaciones I y III son correctas.
C Si todas las afirmaciones son correctas.
D Si sólo las afirmaciones II y III son correctas.
E Si sólo la afirmación III es correcta.
Texto associado
El Texto I que se ofrece a continuación servirá para contestar a la cuestión Un lazarillo robot para ciegos Una startup del estado brasileño de Espírito Santo realizó una prueba piloto de una máquina autónoma para ayudar a los discapacitados visuales a movilizarse en espacios cerrados Un robot de unos 4 kilogramos de peso, 40 centímetros de altura y con la forma de una maleta pequeña, con asa retráctil y rueditas, podrá verse en los próximos meses acompañando a personas con discapacidad visual en centros comerciales, tiendas y aeropuertos de Espírito Santo, Río de Janeiro y São Paulo, en Brasil. Se trata de Lysa, un lazarillo robótico que la startup Vixsystem viene desarrollando desde 2014 y que a finales de 2021 salió al mercado para su uso en ambientes interiores. El robot Lysa, que está equipado con un software específico, una aplicación para teléfonos móviles, recursos de inteligencia artificial, una red de sensores, cámara y el sistema láser Lidar (detección de luz y medición de distancias), realiza un mapeo del lugar, traza una ruta hasta el destino y guía al usuario hasta el sitio deseado. Durante el desplazamiento, emite indicaciones acústicas y de locomoción. “Detecta los posibles objetos ubicados delante y encima del usuario, eludiéndolos e indicando si hay una persona o un grupo de ellas en el camino. En concreto, proporciona orientaciones precisas y es mucho más inteligente que un bastón”, dice Neide Sellin, licenciada en ciencias de la computación y directora ejecutiva de la startup . Sellin se refiere a los bastones inteligentes que ya existen en el mercado e identifican obstáculos no solo en el suelo, sino también a la altura de la cabeza, tales como las ramas de los árboles y macetas colgantes, culpables de muchos accidentes que sufren las personas ciegas. “Para este mes [marzo] tenemos pedidos de entrega de 20 unidades”, comenta Sellin. “De esas 20 unidades, algunas han sido efectivamente vendidas y otras se las estamos dejando al cliente para que las pruebe. Como es un proyecto nuevo, las empresas primero quieren probarlo y analizar su necesidad para luego formalizar su compra”. Cada robot cuesta 15.000 reales. Para el año que viene, la startup espera tener a punto una nueva versión equipada con GPS para su uso en ambientes exteriores, en la vía pública. “Para desplazarse por la calle aún debemos resolver algunos problemas. El mayor reto se presenta cuando no hay aceras”. La emprendedora cuenta con el apoyo de la FAPESP desde 2021, en el marco del Programa de Investigación Innovadora en Pequeñas Empresas (Pipe), para trabajar en la versión del robot para espacios exteriores. La empresa fue seleccionada en un llamado a la presentación de propuestas de investigación estratégica en internet lanzado por la Fundación, el Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación (MCTI), el Ministerio de Comunicación (MCom) y el Comité Gestor de Internet en Brasil (CGI.br). Vixsystem fue la primera empresa emergente fuera de São Paulo con un proyecto aprobado en el marco del programa Pipe. En la propuesta conjunta del MCTI, el MCom y el CGI.br, la FAPESP puede contemplar ayudas a proyectos fuera de São Paulo. Un prototipo artesanal La empresaria relata que la idea de desarrollar un robot lazarillo nació en 2011, cuando impartía clases de robótica en la enseñanza media en una escuela pública de Serra, un municipio del Área Metropolitana de Vitória, la capital del estado de Espírito Santo. “Luego de investigar y comprobar que se trataba de una demanda importante, con mis alumnos construimos un prototipo, utilizando algunas piezas de otros robots. Hicimos pruebas y convoqué a 20 personas con discapacidad visual para que nos dieran su opinión”, recuerda. “Y ahí mismo querían comprarlo aunque fuera un aparato muy artesanal. Aquello llamó mucho mi atención sobre la necesidad y la importancia de desarrollar un producto como ese. No he podido obtenerlo tan rápido como hubiera querido, pero lo hice”. El impulso inicial para el diseño del prototipo surgió de un proyecto aprobado por el Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico (CNPq) de Brasil en 2014. La ayuda de esa institución permitió la contratación de dos investigadores con maestría –un ingeniero electrónico y otro de la computación– para dar continuidad al proyecto. “Se fabricaron varios prototipos y se efectuaron diversas validaciones. Todo el concepto del Lysa lo elaboré con la ayuda de más de 200 personas con discapacidad visual que nos dieron sus opiniones. En 2017, tras participar en la versión brasileña del programa de televisión Shark Tank, un reality show de emprendimientos, la empresaria ganó 200.000 reales y visibilidad para buscar otras fuentes de financiación. La empresa también contó con la ayuda de la Financiadora de Estudios y Proyectos (Finep) de Brasil y de la Fundación de Apoyo a la Investigación Científica y la Innovación de Espírito Santo (Fapes). Para el abogado Marcelo Panico, del área de relaciones institucionales de la Fundación Dorina Nowill para Ciegos, en São Paulo, la idea de un guía robot es prometedora, pero al tratarse de una tecnología novedosa se la debe evaluar minuciosamente. Y reflexiona que, más allá del tema del costo del robot, también deben evaluarse las ventajas y desventajas de la nueva tecnología desde un punto de vista social. “Hoy en día, los perros guía tienen el respeto de la sociedad y su presencia en distintos ambientes está garantizada por la ley. Además, el perro se convierte en un compañero de la persona con deficiencia visual e incluso le es de ayuda para su autoestima”. Sin embargo, Panico advierte que en Brasil hay pocos lazarillos en actividad. Se estima que en el país hay solamente 200 de estos animales para un universo de aproximadamente 6,5 millones de personas con discapacidad visual. Los perros guías, según el abogado, suelen ser entrenados en el exterior a un costo de 10.000 dólares, y el tiempo de espera para obtener uno puede demorar hasta dos años. Los costos de entrenamiento suelen correr a cargo de instituciones y proyectos asociados. https://revistapesquisa.fapesp.br/ Edição abril de 2022.

En el fragmento que se encuentra en el cuarto párrafo: “Como es un proyecto nuevo, las empresas primero quieren probar lo ” el pronombre de objeto directo destacado hace referencia a:

A Robot.
B Apoyo.
C Marco.
D Protótipo.
E Proyecto.
Texto associado
El Texto I que se ofrece a continuación servirá para contestar a la cuestión Un lazarillo robot para ciegos Una startup del estado brasileño de Espírito Santo realizó una prueba piloto de una máquina autónoma para ayudar a los discapacitados visuales a movilizarse en espacios cerrados Un robot de unos 4 kilogramos de peso, 40 centímetros de altura y con la forma de una maleta pequeña, con asa retráctil y rueditas, podrá verse en los próximos meses acompañando a personas con discapacidad visual en centros comerciales, tiendas y aeropuertos de Espírito Santo, Río de Janeiro y São Paulo, en Brasil. Se trata de Lysa, un lazarillo robótico que la startup Vixsystem viene desarrollando desde 2014 y que a finales de 2021 salió al mercado para su uso en ambientes interiores. El robot Lysa, que está equipado con un software específico, una aplicación para teléfonos móviles, recursos de inteligencia artificial, una red de sensores, cámara y el sistema láser Lidar (detección de luz y medición de distancias), realiza un mapeo del lugar, traza una ruta hasta el destino y guía al usuario hasta el sitio deseado. Durante el desplazamiento, emite indicaciones acústicas y de locomoción. “Detecta los posibles objetos ubicados delante y encima del usuario, eludiéndolos e indicando si hay una persona o un grupo de ellas en el camino. En concreto, proporciona orientaciones precisas y es mucho más inteligente que un bastón”, dice Neide Sellin, licenciada en ciencias de la computación y directora ejecutiva de la startup . Sellin se refiere a los bastones inteligentes que ya existen en el mercado e identifican obstáculos no solo en el suelo, sino también a la altura de la cabeza, tales como las ramas de los árboles y macetas colgantes, culpables de muchos accidentes que sufren las personas ciegas. “Para este mes [marzo] tenemos pedidos de entrega de 20 unidades”, comenta Sellin. “De esas 20 unidades, algunas han sido efectivamente vendidas y otras se las estamos dejando al cliente para que las pruebe. Como es un proyecto nuevo, las empresas primero quieren probarlo y analizar su necesidad para luego formalizar su compra”. Cada robot cuesta 15.000 reales. Para el año que viene, la startup espera tener a punto una nueva versión equipada con GPS para su uso en ambientes exteriores, en la vía pública. “Para desplazarse por la calle aún debemos resolver algunos problemas. El mayor reto se presenta cuando no hay aceras”. La emprendedora cuenta con el apoyo de la FAPESP desde 2021, en el marco del Programa de Investigación Innovadora en Pequeñas Empresas (Pipe), para trabajar en la versión del robot para espacios exteriores. La empresa fue seleccionada en un llamado a la presentación de propuestas de investigación estratégica en internet lanzado por la Fundación, el Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación (MCTI), el Ministerio de Comunicación (MCom) y el Comité Gestor de Internet en Brasil (CGI.br). Vixsystem fue la primera empresa emergente fuera de São Paulo con un proyecto aprobado en el marco del programa Pipe. En la propuesta conjunta del MCTI, el MCom y el CGI.br, la FAPESP puede contemplar ayudas a proyectos fuera de São Paulo. Un prototipo artesanal La empresaria relata que la idea de desarrollar un robot lazarillo nació en 2011, cuando impartía clases de robótica en la enseñanza media en una escuela pública de Serra, un municipio del Área Metropolitana de Vitória, la capital del estado de Espírito Santo. “Luego de investigar y comprobar que se trataba de una demanda importante, con mis alumnos construimos un prototipo, utilizando algunas piezas de otros robots. Hicimos pruebas y convoqué a 20 personas con discapacidad visual para que nos dieran su opinión”, recuerda. “Y ahí mismo querían comprarlo aunque fuera un aparato muy artesanal. Aquello llamó mucho mi atención sobre la necesidad y la importancia de desarrollar un producto como ese. No he podido obtenerlo tan rápido como hubiera querido, pero lo hice”. El impulso inicial para el diseño del prototipo surgió de un proyecto aprobado por el Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico (CNPq) de Brasil en 2014. La ayuda de esa institución permitió la contratación de dos investigadores con maestría –un ingeniero electrónico y otro de la computación– para dar continuidad al proyecto. “Se fabricaron varios prototipos y se efectuaron diversas validaciones. Todo el concepto del Lysa lo elaboré con la ayuda de más de 200 personas con discapacidad visual que nos dieron sus opiniones. En 2017, tras participar en la versión brasileña del programa de televisión Shark Tank, un reality show de emprendimientos, la empresaria ganó 200.000 reales y visibilidad para buscar otras fuentes de financiación. La empresa también contó con la ayuda de la Financiadora de Estudios y Proyectos (Finep) de Brasil y de la Fundación de Apoyo a la Investigación Científica y la Innovación de Espírito Santo (Fapes). Para el abogado Marcelo Panico, del área de relaciones institucionales de la Fundación Dorina Nowill para Ciegos, en São Paulo, la idea de un guía robot es prometedora, pero al tratarse de una tecnología novedosa se la debe evaluar minuciosamente. Y reflexiona que, más allá del tema del costo del robot, también deben evaluarse las ventajas y desventajas de la nueva tecnología desde un punto de vista social. “Hoy en día, los perros guía tienen el respeto de la sociedad y su presencia en distintos ambientes está garantizada por la ley. Además, el perro se convierte en un compañero de la persona con deficiencia visual e incluso le es de ayuda para su autoestima”. Sin embargo, Panico advierte que en Brasil hay pocos lazarillos en actividad. Se estima que en el país hay solamente 200 de estos animales para un universo de aproximadamente 6,5 millones de personas con discapacidad visual. Los perros guías, según el abogado, suelen ser entrenados en el exterior a un costo de 10.000 dólares, y el tiempo de espera para obtener uno puede demorar hasta dos años. Los costos de entrenamiento suelen correr a cargo de instituciones y proyectos asociados. https://revistapesquisa.fapesp.br/ Edição abril de 2022.

A continuación, leerá algunas afirmaciones respecto al desarrollo del producto mencionado en el texto.

I. El prototipo inicial se hizo en un escuela pública.

II. La ayuda de CNPq de Brasil permitió la contratación de expertos.

III. La participación en un reality show brasileño dio visibilidad al proyecto. Señale:

A Si todas las afirmaciones son correctas.
B Si sólo las afirmaciones I y II son correctas
C Si sólo la afirmación I es correcta.
D Si sólo las afirmaciones II y III son correctas.
E Si sólo la afirmación III es correcta.
Texto associado
El Texto I que se ofrece a continuación servirá para contestar a la cuestión Un lazarillo robot para ciegos Una startup del estado brasileño de Espírito Santo realizó una prueba piloto de una máquina autónoma para ayudar a los discapacitados visuales a movilizarse en espacios cerrados Un robot de unos 4 kilogramos de peso, 40 centímetros de altura y con la forma de una maleta pequeña, con asa retráctil y rueditas, podrá verse en los próximos meses acompañando a personas con discapacidad visual en centros comerciales, tiendas y aeropuertos de Espírito Santo, Río de Janeiro y São Paulo, en Brasil. Se trata de Lysa, un lazarillo robótico que la startup Vixsystem viene desarrollando desde 2014 y que a finales de 2021 salió al mercado para su uso en ambientes interiores. El robot Lysa, que está equipado con un software específico, una aplicación para teléfonos móviles, recursos de inteligencia artificial, una red de sensores, cámara y el sistema láser Lidar (detección de luz y medición de distancias), realiza un mapeo del lugar, traza una ruta hasta el destino y guía al usuario hasta el sitio deseado. Durante el desplazamiento, emite indicaciones acústicas y de locomoción. “Detecta los posibles objetos ubicados delante y encima del usuario, eludiéndolos e indicando si hay una persona o un grupo de ellas en el camino. En concreto, proporciona orientaciones precisas y es mucho más inteligente que un bastón”, dice Neide Sellin, licenciada en ciencias de la computación y directora ejecutiva de la startup . Sellin se refiere a los bastones inteligentes que ya existen en el mercado e identifican obstáculos no solo en el suelo, sino también a la altura de la cabeza, tales como las ramas de los árboles y macetas colgantes, culpables de muchos accidentes que sufren las personas ciegas. “Para este mes [marzo] tenemos pedidos de entrega de 20 unidades”, comenta Sellin. “De esas 20 unidades, algunas han sido efectivamente vendidas y otras se las estamos dejando al cliente para que las pruebe. Como es un proyecto nuevo, las empresas primero quieren probarlo y analizar su necesidad para luego formalizar su compra”. Cada robot cuesta 15.000 reales. Para el año que viene, la startup espera tener a punto una nueva versión equipada con GPS para su uso en ambientes exteriores, en la vía pública. “Para desplazarse por la calle aún debemos resolver algunos problemas. El mayor reto se presenta cuando no hay aceras”. La emprendedora cuenta con el apoyo de la FAPESP desde 2021, en el marco del Programa de Investigación Innovadora en Pequeñas Empresas (Pipe), para trabajar en la versión del robot para espacios exteriores. La empresa fue seleccionada en un llamado a la presentación de propuestas de investigación estratégica en internet lanzado por la Fundación, el Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación (MCTI), el Ministerio de Comunicación (MCom) y el Comité Gestor de Internet en Brasil (CGI.br). Vixsystem fue la primera empresa emergente fuera de São Paulo con un proyecto aprobado en el marco del programa Pipe. En la propuesta conjunta del MCTI, el MCom y el CGI.br, la FAPESP puede contemplar ayudas a proyectos fuera de São Paulo. Un prototipo artesanal La empresaria relata que la idea de desarrollar un robot lazarillo nació en 2011, cuando impartía clases de robótica en la enseñanza media en una escuela pública de Serra, un municipio del Área Metropolitana de Vitória, la capital del estado de Espírito Santo. “Luego de investigar y comprobar que se trataba de una demanda importante, con mis alumnos construimos un prototipo, utilizando algunas piezas de otros robots. Hicimos pruebas y convoqué a 20 personas con discapacidad visual para que nos dieran su opinión”, recuerda. “Y ahí mismo querían comprarlo aunque fuera un aparato muy artesanal. Aquello llamó mucho mi atención sobre la necesidad y la importancia de desarrollar un producto como ese. No he podido obtenerlo tan rápido como hubiera querido, pero lo hice”. El impulso inicial para el diseño del prototipo surgió de un proyecto aprobado por el Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico (CNPq) de Brasil en 2014. La ayuda de esa institución permitió la contratación de dos investigadores con maestría –un ingeniero electrónico y otro de la computación– para dar continuidad al proyecto. “Se fabricaron varios prototipos y se efectuaron diversas validaciones. Todo el concepto del Lysa lo elaboré con la ayuda de más de 200 personas con discapacidad visual que nos dieron sus opiniones. En 2017, tras participar en la versión brasileña del programa de televisión Shark Tank, un reality show de emprendimientos, la empresaria ganó 200.000 reales y visibilidad para buscar otras fuentes de financiación. La empresa también contó con la ayuda de la Financiadora de Estudios y Proyectos (Finep) de Brasil y de la Fundación de Apoyo a la Investigación Científica y la Innovación de Espírito Santo (Fapes). Para el abogado Marcelo Panico, del área de relaciones institucionales de la Fundación Dorina Nowill para Ciegos, en São Paulo, la idea de un guía robot es prometedora, pero al tratarse de una tecnología novedosa se la debe evaluar minuciosamente. Y reflexiona que, más allá del tema del costo del robot, también deben evaluarse las ventajas y desventajas de la nueva tecnología desde un punto de vista social. “Hoy en día, los perros guía tienen el respeto de la sociedad y su presencia en distintos ambientes está garantizada por la ley. Además, el perro se convierte en un compañero de la persona con deficiencia visual e incluso le es de ayuda para su autoestima”. Sin embargo, Panico advierte que en Brasil hay pocos lazarillos en actividad. Se estima que en el país hay solamente 200 de estos animales para un universo de aproximadamente 6,5 millones de personas con discapacidad visual. Los perros guías, según el abogado, suelen ser entrenados en el exterior a un costo de 10.000 dólares, y el tiempo de espera para obtener uno puede demorar hasta dos años. Los costos de entrenamiento suelen correr a cargo de instituciones y proyectos asociados. https://revistapesquisa.fapesp.br/ Edição abril de 2022.

A continuación, leerá algunas afirmaciones respecto a la posición de Panico que se menciona en el texto.

I. Defiende la idea del robot sin restricciones.

II. La presencia de los perros guía está garantizada por la ley.

III. La relación con el perro guía tiene más ventajas. Señale:

A Si sólo la afirmación III es correcta.
B Si sólo las afirmaciones I y II son correctas.
C Si sólo la afirmación II es correcta.
D Si sólo las afirmaciones II y III son correctas.
E Si todas las afirmaciones son correctas.
Texto associado
El texto que se ofrece a continuación le servirá para contestar a la cuestión. El secreto del éxito del colegio en una zona humilde de Argentina que ha sido elegido entre los 5 mejores del mundo Está ubicado en un barrio humilde en una de las zonas de menos recursos de la provincia de Buenos Aires, pero el modesto colegio María de Guadalupe acaba de ser elegido como uno de los cinco mejores del mundo. El instituto de gestión privada, que educa a unos 700 niños y adolescentes -la mayoría provenientes de familias de muy bajos recursos- en el barrio Las Tunas, perteneciente al municipio de Tigre, ganó el premio World’s Best School Prize s, en la categoría de "Colaboración con la comunidad". Se trata de un galardón que entrega la plataforma educativa británica T4 Education desde 2022, y otorga premios de US$10.000 para cada una de las instituciones educativas a nivel mundial distinguidas en cinco categorías (acción ambiental, innovación, superación de la adversidad y promoción de vidas saludables son las otras). (…) María de Guadalupe es la única escuela de América Latina que fue premiada en esta edición, y es, además, la primera de Argentina que fue nominada. Luis Arocha, el director del colegio, le contó a BBC Mundo que se creó hace apenas 12 años como parte de una acción solidaria, cuando unas personas que ofrecían apoyo escolar en el barrio Las Tunas, con una organización de la Iglesia católica, decidieron crear una fundación para formar allí un colegio. (…) Cuando abrió, el María de Guadalupe tenía apenas 150 alumnos y solo ofrecía los primeros tres grados de primaria. Para 2016 ya estaba inaugurando el secundario y en la actualidad educa a chicos desde sala de 4 años. La escuela se fundó en 2012. T4 Education destacó que la escuela fue premiada porque "empodera a estudiantes provenientes de contextos de vulnerabilidad social con un modelo integral que combina el aprendizaje académico con el desarrollo profesional". Aquí te contamos más en detalle cuáles son las claves del éxito de este colegio y por qué descolla en momentos en que la educación argentina -en el pasado una de las más admiradas de la regiónatraviesa una grave crisis. Abandono escolar En un país en el que, según un estudio del observatorio Argentinos por la Educación solo 13 de cada 100 estudiantes se gradúa del secundario en el plazo correspondiente, el María de Guadalupe tiene un desempeño sorprendente. Allí el 99% de los alumnos termina el colegio, y más del 95% lo hace en tiempo y forma. "Para esto es clave el acompañamiento personalizado. Trabajamos mucho con cada familia y con cada chico. Conocer cada historia, la mochila que cada uno trae y sin juzgar", cuenta Arocha. En secundaria, cuando se agrava el problema de la deserción escolar (según el observatorio, cerca del 15% de los chicos abandona), los alumnos del María de Guadalupe tienen un tutor por año, que los ayudan con los desafíos propios de la adolescencia. El colegio logra realizar esta difícil tarea de contención a pesar de que la inversión por alumno es similar a la de escuelas de gestión estatal. ¿Cómo lo logran?, le consultamos al directivo. "En estos colegios que trabajan con poblaciones de mucha vulnerabilidad siempre hay problemas, pero vos podés ser unbombero y nunca terminar de apagar los incendios. Por eso, nuestro trabajo es sistemático y con enfoque preventivo”, señala. “A partir de la entrevista socioambiental que realizamos podemos saber qué temas vamos a trabajar con cada familia” Futuro Otro de los éxitos del María de Guadalupe que destacó el jurado del World’s Best School Prizes es la enorme cantidad de graduados que siguen carreras universitarias o consiguen empleo después de graduarse. Según los datos recopilados por el colegio, casi 5 de cada 10 de sus exalumnos continúan con estudios superiores o universitarios, lo que duplica la media nacional para esta franja social, de acuerdo a “ Argentinos por la Educación”. En tanto el 87% trabaja o estudia, un porcentaje que también supera la media nacional (75%). Esto se debe, en parte, a que la mayoría de los estudiantes del María de Guadalupe salen del colegio habiendo aprendido los conocimientos básicos, algo que -tristemente- no ocurre en muchas escuelas argentinas. Según las últimas pruebas Aprender -una evaluación de alumnos de sexto grado de todo el país- la mitad de los niños no entienden Matemática y un tercio no logra comprender lo que lee. En contraste, el 70% de los chicos de sexto del María de Guadalupe pasaron la prueba de Matemática y el 69% el de Lengua, en 2021 (los últimos datos disponibles). Pero el colegio les da otras herramientas que les facilitan la inserción ya sea universitaria o laboral tras graduarse. “Es lo que más nos enorgullece”, dice Arocha, quien conoce bien las pocas oportunidades que suelen tener los chicos de orígenes humildes para tener una profesión. “Tiene que ver con un trabajo muy fuerte a lo largo de toda la trayectoria escolar en lo que llamamos los saberes troncales: Matemática, Lengua, currículum digital y habilidades socioemocionales”. En secundaria la escuela ofrece programas de orientación vocacional, de mentoría y de inclusión laboral. Además, permiten a los chicos especializarse en cuatro áreas: programación, realización audiovisual, administración o ambiente. “La mayoría de nuestros egresados se insertan en el área de estudio de carreras vinculadas a la tecnología y muchos terminan estudiando en la Universidad Tecnológica Nacional (UTN) que nos queda cerca”, cuenta, complacido. Consultado en: La Nación. 24/10/24

A continuación, leerá algunas afirmaciones respecto a las herramientas ofrecidas por María de Guadalupe.

I. Los estudiantes aprenden los conocimientos básicos.

II. Tienen un trabajo fuerte con los saberes troncales.

III. Ofrecen programas de mentoría e inclusión laboral. Señale:

A Si todas las afirmaciones son correctas.
B Si sólo la afirmación I es correcta.
C Si sólo las afirmaciones II y III son correctas.
D Si sólo la afirmación III es correcta.
E Si sólo las afirmaciones I y II son correctas.
Texto associado
Texto V El Principe Ceniciento Os voy a contar la historia del Príncipe Ceniciento que había heredado ese nombre de su tatarabuela a la que todos llamaban Cenicienta. Ceniciento era gran amante de los animales, digamos que de mayor no queria dedicarse a las tareas reales, sino que quería ser veterinario. (...) Sucedió que su padre el Rey y su madre la Reina debían hacer un largo viaje por otros reinos para solucionar importantes problemas. Cuando se lo comunicaron Ceniciento se puso muy triste, pero luego se alegró al saber quién se quedaría a su cuidado, ¡EL VETERINARIO REAL! ¡HURRA! Podría aprender con él su profesión y cuidar de los animales que era lo que más le gustaba hacer. La verdad es que con esa noticia el disgusto se le pasó un poco. El veterinario real vivía con su esposa y sus dos hijos. En su reino eran las mamás las encargadas de las tareas de la casa y del cuidado de sus hijos e hijas. (...) Pero sucedió que la esposa del veterinario real enfermó y la tuvieron que llevar al hospital. El veterinario reunió a sus hijos y a Ceniciento, les comunicó la noticia y también les dijo que debían decidir quién cuidaría de la casa durante la ausência de la mamá. Decidieron sortear la tarea y… ¡le tocó a nuestro amigo Ceniciento ! Ceniciento desde ese día tuvo que hacer todas las tareas de la casa: cocinar, lavar, planchar, fregar, limpiar, hacer la compra, hacer las camitas, etc, etc, etc… Cuando regresaba de la escuela se pasaba toda la tardetrabajando en casa sin descanso, mientras los demás se marchaban a curar y a cuidar de los animalitos o a jugar, sin colaborar en nada. Y encima ensuciaban y desordenaban todo. Ceniciento se quedaba trabajando sin parar. Por la noche, después de cenar, todos veían la tele o podían jugar un rato, mientras él tenía que recoger los platos y limpiar lo que se había ensuciado durante la cena, además de preparar la comida para el día siguiente. También era el primero en levantarse para preparar el desayuno de los y las demás. (...) Cuando regresó la esposa del veterinario real, también se alegró de ese nuevo reparto de tareas, pues a partir de ese momento ella ya no tendría que regresar del trabajo y hacer todo, sin tiempo para nada, sino que compartirían entre toda la familia las tareas, y ella estaría más descansada y tendría tiempo libre para otras actividades o para descansar. Marisa Reb olled o Deschamps. In: Siete rompecuentos para siete noches .

Analice las afirmaciones sobre el fragmento.

I. Las formas de pretérito imperfecto de indicativo en el cuento sirven para oponer el estado inicial estático del Príncipe y del veterinario real al estado final del príncipe que hace todas las tareas domésticas.

II. En el cuento, el príncipe que “no quería dedicarse a las tareas reales” de pronto tiene que hacer las tareas de la casa y los demás no la hacen.

III. Al fin del cuento, la esposa del veterinario que había estado enferma se pone muy contenta porque gracias al príncipe ahora las tareas del hogar se compartirían entre todos. Señale:

A Si sólo la afirmación I es correcta.
B Si sólo las afirmaciones II y III son correctas.
C Si sólo la afirmación III es correcta.
D Si sólo las afirmaciones I y II son correctas.
E Si todas las afirmaciones son correctas.

“Uma vez que, na maioria das famílias representadas nos livros didáticos o homem (pai) tem a função de provedor do lar e a mulher (mãe) é responsável pela organização da casa e educação dos filhos, as tarefas domésticas são naturalmente, quase sempre, atribuídas à mãe. Mesmo quando os demais membros da família realizam atividades dentro de casa, geralmente o fazem para ‘ajudar a mãe’. Alguns livros trazem pais, mães, filho e filhas desempenhando tarefas que tradicionalmente não lhes são atribuídas, mas esta não é a regra. É comum a menção a homens cozinhando mas muitas vezes estão vestidos de chefs e estão praticando seu hobby ou exercendo uma atividade extra, de final de semana, e não como uma tarefa diária de sua responsabilidade.” Pereira & Gottheim. 2013: P. 131. Tras leer y comparar los fragmentos de texto de las cuestiones 54 y 55, señale (V) para la afirmación verdadera y (F) para la falsa.

( ) En el cuento se hace una relectura del príncipe de los cuentos tradicionales.

( ) El cuento presenta un antipríncipe que hace las tareas domésticas pero en el fragmento se menciona que los libros didácticos aún siguen el modelo tradicional en el que las mujeres son las que las hacen.

( ) En el fragmento se menciona que todos los libros presentan con frecuencia distintas personas de la familia haciendo tareas del hogar. Las afirmativas son, respectivamente,

A F – F – V.
B V – V – F.
C V – F – V.
D F – V – F.
E V – F – F.

El fragmento que va a leer a continuación trata sobre la representación de actores sociales en imágenes de libros de español. “Sobre os papéis sociais desempenhados por atores sociais de cada raça, os resultados foram os seguintes: – Pessoas negras são representadas como: praticando esportes, alunos, mãe e filho, tia, em centro de acolhimento, em situação de miséria, família, africanos em festa, grafiteiro, imagem só do rosto. – Pessoas asiáticas são representadas como: aluno, em família, mãe, artista de teatro, no telefone. – Pessoas brancas são representadas como: estudante, professora, em família, empresário, palhaço, policial, arquiteto, recepcionista, cozinheiro, escritora, pintor, jornalista, contadora, tradutor, engenheiro, desenhista, nadador, ginasta, tenista, garçom, artista, câmera man , farmacêutico, atendente, juiz, eleitor, médica. Mais uma vez os papéis sociais atribuídos a representantes de cada raça se assemelham entre as coleções. As pessoas negras são representadas em núcleos familiares, o que ainda não havia aparecido nas análises das coleções anteriores. Entretanto, nota-se mais uma vez uma prevalência de representações estereotipadas: pessoas negras praticando esportes, em centro de acolhimento, em situação de miséria, africanos em festa, grafiteiro. Além disso, as imagens que não permitem identificar o papel social das pessoas representadas ainda persistem (imagem só do rosto). O mesmo se nota para a representação de pessoas asiáticas: também são representadas em núcleos familiares e também continuam a ser representadas como aluno. Assim como nas demais coleções analisadas, as pessoas brancas são representadas desempenhando uma série de papéis sociais, a maioria deles socialmente valorizados.” FERREIRA , Carolina P. Representações de atores sociais em imagens de livros didáticos de espanhol: um olhar crítico para questões raciais . Campinas, nº 60.3: 881-901, set/dez. 2021. Tras leer el fragmento, señale (V) para la afirmación verdadera y (F) para la falsa.

( ) Los libros analizados por la autora se parecen en lo que dice respecto a la representación de las razas.

( ) Las personas negras según la investigadora se representan de forma esteriotipada.

( ) Las personas blancas ocupan papeles sociales menos valorados. Las afirmativas son respectivamente:

A F – F – V.
B V – F – F.
C F – V – F.
D V – V – F.
E F – V – V.

A continuación, va a leer un fragmento que trata de las actividades de lectura en libros didácticos. “De início, podemos observar que a atividade é iniciada por um pequeno texto que traz uma informação relevante para a ativação do conhecimento prévio do estudante e, em seguida, por uma questão que solicita, a partir dessa ativação, a construção de hipóteses de leitura. Entretanto, nenhuma das atividades posteriores retoma essa questão, o que acaba tornando-a irrelevante no processo de construção da leitura validada pelo livro. Vemos, assim, que, efetivamente, o conhecimento prévio dos alunos-leitores novamente não ocupa espaço de importância dentro da atividade, o que é reforçado pelo fato de que nove das treze questões exigem o desenvolvimento de uma leitura reprodutora, que parta quase que exclusivamente das informações trazidas na linearidade do texto (p. ex. 1 - Quem é a personagem principal desse conto? / 2 - Por que essa personagem recebeu um nome diferente do de outros patos? / 5 - Associe, no caderno, os momentos da história às características de Milton / 10 - Como Milton se sentia em relação aos outros patos? E os outros patos, o que pensavam dele? / 12 - ...Quais destas características do conto “O patinho bonito” são diferentes da história “O patinho feio?...). Nessa atividade, as questões de ativação do conhecimento prévio podem ser incluídas em duas categorias: em uma primeira, elas embasam a construção de questões de análise linguística, nas quais o aluno precisa ativar conhecimentos linguísticos anteriores para refletir sobre usos trazidos no texto (questões: 7, em que ele precisa reconhecer o uso da caixa alta em uma fala de personagem; 8, em que ele precisa reconhecer o uso do “era uma vez” em histórias infantis; e 11, em que ele precisa reconhecer sinônimos para duas palavras destacadas no texto). Já na segunda categoria, elas solicitam a construção de relações intertextuais com o conto original “O Patinho Feio”, na questão 9.” VARGAS

( 2020 ): pp 48- 49. Analice las afirmaciones sobre el fragmento.

I. La actividad de lectura presenta una cuestión de activación de conocimiento previo y construcción de hipótesis de lectura.

II. Las actividades posteriores vuelven a la cuestión mencionada anteriormente.

III. Predominan cuestiones de lectura de reproducción. Señale:

A Si sólo la afirmación I es correcta.
B Si sólo la afirmación II es correcta.
C Si sólo la afirmación III es correcta.
D Si sólo las afirmaciones i y II son correctas.
E Si sólo las afirmaciones I y III son correctas.

A continuación, va a leer un fragmento más del mismo artículo. “A abordagem construída ao longo deste artigo buscou contribuir para que vejamos que o debate sobre como a leitura é tratada na escola precisa ir além da discussão sobre os textos que circulam no tempo-espaço escolar. Observando os livros analisados, bem como outros trabalhos que tratam do tema, vemos que o texto já ocupa hoje um lugar consagrado na educação linguística escolar. Materiais escolares diversos, principalmente os livros aprovados no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) trazem textos em profusão, de diversos gêneros, esferas, tempos, regiões, variedades etc. Muitos, como vimos, já buscam, inclusive, integrar o trabalho com a leitura com o trabalho com a produção de texto e com a análise linguística, o que é efetivamente um avanço. Entretanto, quando analisamos as atividades de leitura trazidas nesses materiais, vemos que o modelo de leitura desenvolvido com esses textos majoritariamente não foge do modelo reprodutor que embasa as práticas mais tradicionais de alfabetização, como exemplificado na tirinha que abre este texto. Podemos dizer que, em alguma medida, passamos, ao longo de todo o nosso processo de escolarização, por práticas de leituras que nos exigem a repetição de textos, com momentos pontuais de reflexão e/ou de invenção sobre eles. A presença de atividades como as apresentadas neste texto, retiradas de materiais recentes, evidencia isso, posto que nenhuma atividade escolar de leitura deveria exigir a mera reprodução de informações apresentadas explicitamente na linearidade dos textos. Se isso, por um lado, me leva a crer que a leitura se encaixa em um modelo escolar maior de reprodução (ou de uma política de recognição), por outro, deve nos alertar para o fato de que precisamos olhar com atenção para a didática da leitura que se desenvolve ainda hoje na escola brasileira.” VARGAS

( 2020 ): p. 52. Respecto a este fragmento, el autor hace distintas consideraciones, a excepción de la siguiente opción:

A En nuestro proceso de escolarización, las prácticas de lectura exigen más que la repetición de textos.
B El texto ya ocupa su lugar de destaque en la educación lingüística.
C Los libros aprobados por el PNLD incluyen textos de variedad de distintos tipos.
D Las actividades de lectura de estos mismos textos siguen el modelo de reproducción.
E La didáctica de lectura de la escuela brasileña merece más cuidado.